quarta-feira, 12 de maio de 2021 - 19:54 h

TEMPO REAL

 

Capa / Cidade / USFs aderem protocolo de atendimento à Covid-19 em Porto Real

USFs aderem protocolo de atendimento à Covid-19 em Porto Real

Matéria publicada em 17 de junho de 2020, 14:45 horas

 


Unidades de Saúde da Família (USFs) seguem protocolo de atendimento em pacientes com a suspeita da doença
(Foto: Divulgação)

Porto Real- A Secretaria Municipal de Saúde, através da Atenção Primária, segue implantando diversas intervenções para melhorar o atendimento relacionado à Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. De acordo com o secretário municipal de Saúde, Luiz Fernando Curty Jardim, a gestão implantou protocolos, fluxos e orientações específicos na Atenção Básica, voltadas ao momento da pandemia.

– Diferenciamos os fluxos de acesso, bem como os espaços de espera e de atendimento para usuários com sintomas respiratórios ou outras condições com suspeita de Covid-19. Além disso, na porta de entrada de todas as unidades existe uma triagem, cujo objetivo é o acolhimento e ainda a orientação do usuário. Dessa maneira, o intuito é realizar os serviços, garantindo a segurança dos trabalhadores de saúde e dos usuários – explicou o secretário.

O prefeito de Porto Real, Ailton Marques, ressaltou que é preciso que seja assegurada a integridade da saúde da população e também dos profissionais que atuam na linha de frente de combate ao novo coronavírus.

– Sabemos da importância das Unidades de Saúde da Família (USFs) no que se refere ao primeiro atendimento ao paciente. Por isso, o acolhimento e toda atenção dispensada aos pacientes estão sendo feitos de maneira ainda mais qualificada, observando todos os critérios e recomendações das entidades de saúde – contou o prefeito Ailton Marques.

A subsecretária de Saúde e diretora de Atenção Básica, Suzanne Balieiro, disse que através desse fluxo de trabalho, o objetivo é cumprir determinações importantes como: separação dos fluxos de pessoas na Atenção Primária; criação de espaços de acolhimento, espera e triagem na porta de entrada e fluxo de acesso específico para usuários com sintomas respiratórios, em locais específicos.

– Também é preciso evitar aglomerações e contatos com outros usuários que buscam a unidade. Outros cuidados são necessários como os espaços específicos para o atendimento de usuários sem sintomas respiratórios. Todas essas recomendações estão de acordo com o preconizado pela Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) e pela Fiocruz – concluiu a subsecretária Suzanne Balieiro.


Comente com Facebook
(O Diário do Vale não se responsabiliza pelos comentários postados via Facebook)
Untitled Document