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Dezembro no Centro Cultural Theóphilo Massad

Matéria publicada em 2 de dezembro de 2015, 07:00 horas

 


Diversos espetáculos serão apresentados em Angra dos Reis; peça ‘Lili – A Minha Mãe Deixa’ será encenada dia 6

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Dezembro já deu o ar da graça e junto dele uma programação bem diversificada, que conta com muitos shows musicais, exibição de filmes e peças de teatro, agitando o palco do Teatro Municipal Drº Câmara Torres, localizado no prédio do CCTM (Centro Cultural Theóphilo Massad), no Centro de Angra dos Reis.
O Curso de Teatro Cidadão, que já acontece a quase 20 anos e é ministrado por Zequinha Miguel, fará apresentações gratuitas dos espetáculos das duas turmas no dia 11 de dezembro, às 20h. É muito importante a presença dos moradores e artistas da cidade nessa conclusão das oficinas, pois a revelação dos futuros artistas e nomes que virão compor o cenário teatral local surgem desses cursos.
Já a diretora Kelly Oliveira, junto da Cia Teatral Eu faço de Olhos Fechados, onde atores possuem alguma deficiência visual, irão apresentar o espetáculo “Corra que o cego vem aí”, hoje, dia 3 de dezembro, às 19h. A entrada é 1 kg de alimento não perecível ou uma fralda geriátrica.

‘Lili – A Minha Mãe Deixa’

Um dos grandes destaques do mês de dezembro é a personagem da internet Lili, que usa o bordão “a minha mãe deixa”, no YouTube. A peça, que tem produção de Andrei Lara, será apresentada dia 6, às 19h. Os ingressos podem ser adquiridos na boutique Vizzu, ao lado do banco Santander, no Centro, a R$ 25 (meia e antecipado).
Lili foi criada pelo locutor e humorista mineiro Eraldo Fontiny, e conquista seguidores na web através de vídeos engraçadíssimos, onde a menina que se veste de forma dócil, mas é malvada e quer se comportar como adulto abraça ursinhos de pelúcia e bonecas até que seus olhos saltem para fora, ou as cabeças pulem, e para se justificar usa a famosa frase “a minha mãe deixa”.
A abertura do show do artista mineiro será feita por Maykon Renan, artista local, que subirá ao palco com a personagem Madrasta Má, que acabou de estrear o espetáculo “Na cama com Madrasta” ao lado da atriz Monique Eucário.
Você não pode ficar fora dessa. Eu estarei lá “pois minha mãe deixa”!

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‘A Minha Mãe Deixa’: Peça será apresentada dia 6 de dezembro (Fotos: Divulgação)


Feira Cultural

No mês em que se comemora o Dia da Consciência Negra, o Colégio Estadual Honório Lima promoveu uma Feira Cultural que ampliou a discussão sobre a importância desse marco na trajetória e conquista de uma população historicamente oprimida.
Durante todo o dia 11 de novembro foi possível ver uma escola envolvida de um sentimento único: o multiculturalismo brasileiro. Através das encenações, danças, cantos e lendas, foi possível identificar as principais manifestações tradicionais vindas de todos os cantos do país. Estavam presentes as culturas negra e indígena, a tradicional e a contemporânea, a do rico e do pobre, todas essas que influenciaram, possibilitaram e condicionaram, e ainda se fazem parceiras nesses percursos e caminhos que traçamos enquanto cidadãos multiculturais.
Parabéns a toda equipe, professores e alunos do Colégio Estadual Honório Lima por possibilitar esse resgate e essa valorização sociocultural do povo brasileiro.

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Cultura: Teatro, música, danças, lendas e comidas típicas estavam presentes na Feira Cultural do Colégio Estadual Honório Lima

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Livro conta a história de São Jorge

A escritora e jornalista carioca Marília Lamas esteve presente no último dia 21 de novembro na sala de vídeo do Centro Cultural Theophilo Massad ministrando uma palestra sobre o livro “São Jorge: A Saga do Santo Guerreiro”. A organização do encontro ficou por conta do Ateneu Angrense de Letras e Artes, através do convite da presidente da entidade, a professora e poeta Maria Helena Ururahy, e agradou bastante o público presente.
Marília, que é formada na Escola de Comunicação da UFRJ e é especialista em Sociologia, Política e Cultura pela PUC-Rio, ficou muito feliz com a palestra e a recepção recebida.
– Gostei muito de vir à Angra, cidade que eu não conhecia, para poder mostrar esse meu trabalho, cujo tema foi escolhido por influência de minha avó, que é a minha referência quando o assunto é fé. Fui acolhida com enorme carinho por Maria Helena e seu marido, senhor Érico da Fonseca, que me receberam em sua casa como a uma neta, disse.

Leitura: Maria Helena Ururahy, presidente do Ateneu Angrense de Letras e Artes, recebeu a jornalista e escritora Marília Lamas

Leitura: Maria Helena Ururahy, presidente do Ateneu Angrense de Letras e Artes, recebeu a jornalista e escritora Marília Lamas

 

JOÃO VITOR MONTEIRO NOVAES  | joao.vitor@diariodovale.com.br


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