Dono do Casarão da Fazenda da Grama busca apoio para restauração do prédio

Por Diário do Vale
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Rio Claro– O representante da Itaóca Imobiliária LTDA -empresa responsável pelo casarão histórico da Fazenda São Joaquim da Grama- Gustavo Luiz Campos de Oliveira, em entrevista ao DIÁRIO DO VALE, afirmou que procurou o Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac), órgão vinculado à Sececrj, para uma conversa sobre a possibilidade de restauração do casarão, que foi atingido por um incêndio, no dia 21 de novembro deste ano.
“O casarão estava passando por uma reforma há oito meses, a minha família sempre manteve o prédio com recursos próprios. Tudo que eu já havia planejado para a restauração foi por água abaixo com o incêndio, uma tragédia. Depois desse episódio marcante para a história da região muito me anima a perspectiva de uma restauração com o apoio do Inepac, pois já havia um ânimo muito grande da família e da comunidade de que o casarão fosse revitalizado”, comentou Gustavo.
O empresário do ramo imobiliário esclareceu que, além do casarão histórico, possui outros terrenos remanescentes, no bairro Fazenda da Grama, e os colocou à venda para aplicar os recursos na revitalização do casarão antes do incêndio. (nota de esclarecimento).
Gustavo Luiz Campos de Oliveira suspeita que o incêndio possa ter sido causado de forma criminosa, entretanto a investigação da Polícia Civil continua e o laudo da perícia ainda não foi divulgado. Gustavo acredita nessa hipótese pois no casarão, segundo ele, não havia rede de energia elétrica que pudesse causar o incêndio em decorrência de um curto-circuito, por exemplo.
“As autoridades estão apurando se o incêndio foi criminoso ou não, mas a minha suspeita é de que o incêndio possa ter sido criminoso, pois não havia fiação elétrica no prédio para justificar um curto-circuito”, disse.
O casarão construído no século XIX fica em uma propriedade particular, localizada entre a estrada para Arrozal e a Rua Jabuticabeira em Passa Três, no distrito de Rio Claro, e pertenceu ao comendador Joaquim José de Souza Breves, o “Rei do Café”, no Brasil Imperial, o imóvel faz parte do inventário do Inepac. Porém, apenas a igreja da Fazenda São Joaquim da Grama tem o seu tombamento definitivo. A Itaóca, empresa do ramo imobiliário, há 83 anos no mercado é a responsável pelo casarão e possui diversas propriedades rurais na região.

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