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Afogamento em BM: Balsa estava desligada, diz dono do equipamento

Matéria publicada em 15 de setembro de 2016, 14:03 horas

 


Barra Mansa –  O dono da balsa usada para extrair areia no Rio Bananal, no distrito de Rialto, prestou depoimento nesta terça-feira (13) na 90ª DP (Barra Mansa). Ele informou que o equipamento estava desligado no domingo (11),  próximo ao local onde a adolescente Luiza Nunes Roberto, de 14 anos, e Giovana da Silva Costa, de 8, morreram afogadas. A polícia informou que já está comprovado que o dono da balsa não tem nenhuma ligação com a morte das crianças.

A polícia disse ainda ter ouvido outras testemunhas confirmaram o depoimento do dono da balsa. Com relação a questão do local estar sinalizado ou não, o delegado disse que isto cabe aos órgãos ambientais.

O delegado adjunto da 90ª DP (Barra Mansa), Alcidezio Bispo Júnior, disse que o dono da empresa apresentou todos os documentos legais que autorizam o funcionamento do equipamento, usado para extrair areia.

Na quarta-feira, ele ouviu o depoimento dos familiares de  Luiza.

Na terça-feira (14) Alcidézio ouviu também o depoimento do pai de Giovana, Sandro Costa, morador no bairro Ano Bom. No depoimento, ele disse que tentou salvar a filha e a amiga, mas não conseguiu. O delegado afirmou que Sandro pode ser indiciado por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) por negligência. É que ele estava no local, junto com as meninas, quando elas morreram afogadas. Alcidézio explicou ainda que no registro de ocorrência, feito no dia do afogamento, o pai aparece como autor, mas ele não foi indiciado.

 


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