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Brasil perde quase 100 mil postos de trabalho formal em janeiro

Matéria publicada em 27 de fevereiro de 2016, 17:45 horas

 


Setor que mais fechou vagas foi o comércio, com retração de 69.750 postos de trabalho

Brasília – O Brasil fechou 99.694 postos de trabalho com carteira assinada em janeiro de 2016. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social, o número representa queda de 0,25 % no total de trabalhadores formais, em comparação com o resultado do mês anterior. O resultado de agora é o pior para meses de janeiro desde 2009.

O setor que mais fechou vagas foi o comércio, com retração de 69.750 posto de trabalho, seguido pelo setor de serviços (17.159) e pela indústria de transformação (16.533).

No acumulado dos últimos 12 meses, o recuo foi 1,59 milhão de postos de trabalho. Em dezembro de 2015, o acumulado dos 12 meses anteriores registrava queda de 1,542 milhão.  O mês de janeiro deste ano também teve resultado pior que janeiro de 2015, quando foram fechados 81.774 postos de trabalho.

Renda

A renda per capita média do brasileiro em 2015 chegou a R$ 1.113, variando entre os R$ 2.252 do Distrito Federal – o maior valor em todo o país – e os R$ 509 do Maranhão, o de menor peso. Em fevereiro de 2014, a renda era de R$ 1.052. As estimativas de rendimento nominal domiciliar per capita em 2015, para as 27 unidades da Federação, são decorrentes da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua e foram divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

As informações também estão sendo encaminhadas ao Tribunal de Contas da União e servirão de base para o rateio do Fundo de Participação dos Estados (FPE), conforme definido pela Lei Complementar nº 143, de julho de 2013. Pelos dados divulgados, se destacam pelo lado positivo, além do Distrito Federal, seis estados com renda per capita acima da média nacional de R$ 1.113.

Pela ordem, aparecem São Paulo, a segunda maior renda per capita do país (R$ 1.482; Rio Grande do Sul (R$ 1.435); Santa Catarina (R$ 1.368); Rio de Janeiro (R$ 1.285); Paraná (R$ 1.241); e a Bahia (R$ 1.128). Além do Maranhão, com R$ 509, também aparecem com rendimento médio per capita bem abaixo da média nacional, Pernambuco (R$ 598); Pará (R$ 672) e Ceará (R$ 680).

O que é

A Pnad Contínua é uma pesquisa domiciliar que, a cada trimestre, levanta informações socioeconômicas em mais de 200 mil domicílios, distribuídos em cerca de 3.500 municípios. Segundo o IBGE, os rendimentos domiciliares são resultado da soma dos rendimentos do trabalho e de outras fontes, recebidos por cada morador no mês de referência da entrevista, considerando todos os residentes em um domicílio.

Ao divulgar o rendimento domiciliar, o IBGE atende ao que dispõe a lei complementar 143/2013, que estabelece novos critérios de rateio do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE) e os compromissos assumidos quanto à definição dos valores a serem repassados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) aos municípios.

Os valores que estão sendo informados ao TCU foram obtidos a partir dos rendimentos brutos do trabalho e de outras fontes, recebidos no mês de referência da entrevista, tomando o acumulado das primeiras visitas do 1º, 2º, 3º e 4º trimestres da Pnad Contínua que compõem o ano de 2015. No cálculo, são analisados todos os rendimentos. Os moradores são considerados no cálculo, inclusive os classificados como pensionistas, empregados domésticos e parentes dos empregados domésticos.


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3 comentários

  1. Bem feito para os idiotas que apartaram o 13. Dilma e seu PT acabaram com o país. Fora Dilma ! Lula na cadeia !

    • Vc esta sendo enganado!!! É isso q eles querem, um pais dividido. O presidente é a Dilma e acabou a estória. Ajude a ela a consertar as coisas, os EUA e os paises do oeste querem o Brasil de joelhos. Use essa sua energia pra ajudar a situação. Use sua inteligêngia.

    • Essa minhoca deve ter ficado muito tempo com a cabeça enterrada na terra, e não esta sabendo que o que acontece hoje, é por causa de desvios de bilhões em favor do governo e do PT. Ajudar a dilBANDIDA? já estamos fazendo isso, mesmo sem querer, pagando os maiores impostos do mundo, a maior carga tributária do mundo, a maior taxa de juros do mundo, e pior, sem o retorno que todos esperamos. Continue defendendo esse DESgoverno, enquanto mais de 3 mil cargos comissionados( apadrinhados) continuam recebendo milhões as suas custas, enquanto deputados estão mais preocupados em estabelecer o teto remuneratório deles próprios, em plena crise, enquanto seu estado sofre com a saúde, desemprego, violência etc. Só vivendo debaixo da terra para não ter noção do que está realmente acontecendo no próprio quintal. Lamentável que exista pessoas assim.

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