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Campanha é lançada para pagar translado de jovem de Volta Redonda que morreu em Portugal

Matéria publicada em 18 de março de 2018, 17:58 horas

 


Volta Redonda –  Preocupados em encontrar uma forma de agilizar o translado do corpo do jovem Marcos Augusto, de 23 anos, conhecido como Dengo, que morreu na semana passada, em Portugal, em virtude de um desmoronamento de encosta na praia da Ursa, em Sintra, amigos e familiares iniciaram uma campanha. A finalidade é arrecadar dinheiro para ajudar no custeio do traslado, que gira em torno de R$ 17 mil, de Portugal para Governador Valadares, em Minas Gerais, cidade natal de Marcos. Ele estudava na UFF (Universidade Federal Fluminense) e era monitor de matemática do Colégio Interativo, em Volta Redonda.

No desastre que o atingiu, mais cinco pessoas, que estavam acampadas na praia, ficaram feridas. De acordo com autoridades portuguesas, Marcos teve uma parada cardiorrespiratória, e uma jovem de 18 anos sofreu politraumatismos. O grupo era constituído por três pessoas de nacionalidade brasileira e duas de nacionalidade alemã, todas com a mesma faixa etária.

De acordo com testemunhas, eles estavam no local há três dias, passando duas noites junto a uma encosta de risco e em uma praia onde a subida da maré também é muito perigosa.

Marcos foi transportado para a Base Aérea de Figo Maduro, em Lisboa, seguindo para o Hospital de São José, onde morreu apesar das tentativas de reanimação.

estudante morreu - facebook

Luto: Marcos Augusto estudava na UFF e estava acampado numa praia onde encosta desmoronou

Quem quiser contribuir, basta efetuar depósito em conta dos familiares:

Maria Helena Demétrio dos Santos

Banco do Brasil

Ag: 4276-5

C/C: 8917-6

Ronaldo Bittencourt Santos

Caixa Econômica Federal

Ag: 1642

Poupança: 29683-5

 

 

 

 

Foto: Reprodução Facebook

 

Luto: Marcos Augusto estudava na UFF e estava acampado numa praia onde encosta desmoronou

 


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8 comentários

  1. Para viajar à Europa, é obrigatório o pagamento de um seguro com apólice no mínimo de 30000 euros.

    Essa apólice cobre, entre outras coisas, o traslado de corpo.

    Pedir dinheiro para isso é usar da boa fé das pessoas para cumprir uma responsabilidade que é, por contrato, do seguro, e moralmente da família.

    Se a família não tem recursos, como esse rapaz foi acampar na Europa?

    Sinto muito, mas eu sou classe média e viajo para onde meu bolso permite.

    Se houve um acidente, cobrem do seguro, e não peçam para desconhecidos.

    É um desrespeito à inteligência das pessoas e à memória do falecido.

    • Por isso o mundo está desse jeito. As pessoas só pensam no próprio umbigo e não estão nem aí pra dor do outro. E se fosse sei filho, seu irmão ? Estaria falando dessa forma? Se não quer ou não pode ajudar, o melhor a se fazer é ficar calado, afinal não é da nossa conta se ele tinha ou não dinheiro pra ir. O intuito da campanha é que pessoas que QUEIRAM e possam ajudar, contribuam com algum valor para que a família possa enterrá-lo em sua terra natal.

  2. Calma aí, sabia que era área de risco e foi acampar mesmo assim? Ah me ajuda aí fera!

  3. Quem vai a algum lugar, tem que ter condições de voltar, independente do que acontecer.

  4. Professor Pasquale

    É TRASLADO, DV.

  5. Mas quando se faz uma viagem internacional o seguro viagem é OBRIGATÓRIO e cobre esse tipo de situação… assim como saúde e etc… ainda mais que ele infelizmente faleceu de desastre natural. E os governantes da cidade onde o desmoronamento aconteceu? Não nada que resguarde o turista? Enfim.

  6. ZE PILANTRA DO AGRESTE

    pede pro pessoal do interativo ajudar lá so tem a nata da sociedade do aço

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