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Corpo encontrado no Texas pode ser de professora de Barra Mansa

Matéria publicada em 18 de março de 2015, 19:41 horas

 


Najla da Cunha Salém, de 42 anos, teria tentado entrar de maneira ilegal nos Estados Unidos

Barra Mansa

Pode ser da professora de inglês Najla da Cunha Salém, de 42 anos, o corpo encontrado em adiantado estado de decomposição na terça-feira, por policiais norte-americanos no deserto do Texas. Ela está desaparecida desde 1º de fevereiro, após entrar ilegalmente nos Estados Unidos pela fronteira com o México.
Najla tinha intenção de encontrar o filho, que na ocasião se encontrava em Nova Iorque. Os policiais do Texas telefonaram para familiares da professora em Barra Mansa, onde informaram que corpo foi encontrado próximo da cidade de Encinal.
– Apesar de estar em adiantado estado de decomposição, as autoridades texanas creem que se trata mesmo de Najla, porque encontraram documentos e pelas roupas que ela vestia. Mesmo assim nos pediram cópias de radiografias (arcada dentária) para comprovar a identificação – disse o tio de Najla, Luiz Antônio da Cunha.
Segundo ele, a solicitação já está sendo providenciada. Luiz Antônio já tinha admitido que não tinha mais esperanças de encontrar a sobrinha viva. Outro brasileiro que fazia parte do grupo da professora, que era comandado por coiotes (como são chamados os agenciadores pagos para promover a entrada ilegal de imigrantes no território norte-americano pelo México), já tinha informado a família de Barra Mansa que Najla poderia ter morrido de hipotermia e cansaço.


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10 comentários

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    Nossa! Quanta besteira dita, acho q esqueceram do principal acontecimento….. a morte de um ser humano, mulher, mae….que decidiu regressar aos eua. Agora os reais motivos so ela sabia. Mais amor em nossos coracoes. Legal ou ilegal ela nao merecia pagar com a vida.

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    EU NAO CONCONDO! COM CORRETO NESTE PAIS PODRE COMO O BRASIL, SOU BRASILEIRA SOU CIDADA AMERICANA, ESTA MULHER VEIO EM BUSCA D EUMA VIDA MELHOR E FOI GUERREIRA ATE A MORTE, NINGUEM MORRE NA VESPERA! COVARDES SAO OS Q DIZEM AMEM A TDO DE ERRADO DESTE BRASIL!

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    Independente se a atitude dela foi ou não legal, irresponsável, se foi ato de amor, se tinha vontade de viver nos EUA, a verdade é que essa pobre moça pagou com a vida qualquer q tenha sido a intenção dela. Q Deus conforte o filho e a família.

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    Não é porque somos brasileiros que devemos fazer as coisas ilegais, mas nesse caso ela deu a vida para ir atras do FILHO. Pelo meu FILHO eu também faria qualquer coisa! Deus a tenha!

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      Caro Bandeira, não sejamos ingênuos, eu também faria tudo pelo meu filho, inclusive trazer ele para viver comigo no Brasil. Claramente a intenção de professora era imigrar ilegalmente para viver nos Estado Unidos.

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    Meus sentimentos aos familiares.
    Mas sejamos razoáveis, porque não fez a coisa como deve ser?
    Se tivesse agido dentro da legalidade, certamente estaria viva.

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      Caro João Ribeiro, ela tentou várias vezes, porém ‘N’ fatores contribuíram para a negatividade da entrada legal dela. Lembrando que ela já morou lá por mais de 6 anos ilegal e já tinha sido deportada, um desses fatores pesaram pra ela tomar essa decisão ok.

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      Caro João Ribeiro,

      Você é Brasileiro? Caso sim, então me responda: Você faz tudo como tem que ser?
      Criticar é fácil né?

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      Gesnaldo, este é um dos problemas do Brasil, o errado tem que ser considerado certo pois somos brasileiros. Tamos é que mudar esta visão, depois reclamamos dos governantes. Eu sou brasileiro e faço as coisas da maneira correta.

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      “o errado tem que ser considerado certo pois somos brasileiros”. O uso da palavra “correto” é um tanto curiosa, pois, as vezes, o que é certo para você, pode não ser para o outro. Tendo em base nossos governantes, como vamos considerar o certo como certo, se a autoridade maior brasileira faz o errado como certo? Não é questão de fazer a coisa certa ou errada, mas sim saber a situação das pessoas no momento. Infelizmente, professores não recebem nem a metade do que merecem e também devemos levar em consideração o tão caro é uma ida ao exterior, que é acarretado também devido ao alto preço que pagamos por tudo aqui dentro.

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