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Fila de espera para fisioterapia ganha agilidade em Porto Real

Matéria publicada em 13 de novembro de 2019, 20:18 horas

 


Porto Real– O projeto de descentralização dos atendimentos de fisioterapia, em Porto Real, teve início nesta quarta-feira (13) na Academia da Saúde do Freitas Soares para reduzir a fila de espera. Nesta terça-feira, dia 19, o projeto vai começar na Academia da Saúde do Novo Horizonte. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, são 37 pacientes no Freitas Soares e 20 no bairro Novo Horizonte, inicialmente. Através da descentralização, o município acelera a fila de espera do Centro de Reabilitação.
O prefeito Ailton Marques destacou que a medida vai facilitar o acesso dos moradores. “Estamos ampliando gradativamente os atendimentos realizados pelas Academias da Saúde. Nosso objetivo é descentralizar os serviços de saúde, de maneira que o acesso da população seja facilitado”, comentou o prefeito, presente no início das atividades na Academia da Saúde do Freitas Soares.
O secretário de Saúde, Luiz Fernando Curty Jardim, explicou a dinâmica do projeto. “Contamos com apoio de fisioterapeutas e educadores físicos, a fim de orientar e acompanhar os pacientes. Os atendimentos vão acontecer em grupo todas as quartas no Freitas Soares e às quintas-feiras no bairro Novo Horizonte. Porém, haverá avaliação de cada caso com o objetivo de adaptar as atividades fisioterapêuticas às condições de cada paciente”, esclareceu o secretário.
O diretor de Fisioterapia, Vinícius Furtado Santiago, comentou que os pacientes foram retirados da fila de espera, devidamente encaminhados pelo médico ortopedista.
– O projeto abrange três patologias da coluna: cervicalgia (dor na coluna cervical); dorsalgia (dor na coluna toráxica) e lombalgia (dor na coluna lombar). Realizamos uma triagem na fila de espera, onde verificamos a possibilidade de reabilitação desses pacientes sem a necessidade de eletroterapia (tratamento com correntes elétricas), ou seja, através da cinesioterapia que consiste em exercícios para o alongamento e fortalecimento da coluna – contou o diretor.
Franciele de Oliveira, dona de casa, 38 anos e mãe de três filhos, é moradora do bairro Fátima. Ela comemorou o fato de poder fazer o tratamento perto de casa.
– Eu sofri um acidente de moto em 2011 e desde então faço fisioterapia constantemente. Até algum tempo atrás eu tinha plano de saúde e podia fazer o tratamento de forma particular. Como não tenho mais o plano, tive que aderir ao tratamento no SUS e foi uma grata surpresa poder ter acesso a esse serviço perto da minha casa. Facilitou muito a minha vida porque consigo dar assistência à família e aos meus afazeres diários sem nenhum prejuízo e, claro, cuidar da minha saúde – disse Franciele.


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