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Manifestantes impedem saída de viaturas em cinco batalhões no Rio

Matéria publicada em 10 de fevereiro de 2017, 10:33 horas

 


Rio – Protestos de parentes de policiais militares impedem a saída de viaturas em cinco batalhões da região metropolitana do Rio de Janeiro, segundo o relações públicas da Polícia Militar, major Ivan Blaz. De acordo com o porta-voz, as manifestações já eram previstas, e a corporação tomou medidas para garantir o patrulhamento.

“Há um planejamento prévio que conseguiu colocar as viaturas nas ruas, de modo que hoje temos 95% do efeito já pronto, atuando”, disse o porta-voz, que afirmou que os comandantes dos batalhões estão encarregados de negociar. “São unidades importantes em que seus comandantes estão lidando diretamente com os manifestantes para poder chegar a um lugar comum.”

Segundo Blaz, os batalhões em que as manifestantes bloqueiam a saída são os da Tijuca, Jacarepaguá, Mesquita, Olaria e Choque.

Mulheres e mães de policiais militares se organizaram por redes sociais e chegaram ao Batalhão de Choque, às 4h. Com cartazes e garrafas de água mineral, elas permitem a entrada de viaturas, mas impedem a saída de policiais fardados.

Mulher de um policial militar, Ana* disse que a falta de pagamento de horas extras e décimo terceiro salário são as principais motivações da manifestação. “No Espírito Santo, eles estão reivindicando aumento. Nós não estamos pedindo nem isso. Estamos pedindo o pagamento do que nos devem, só isso”.

Outra manifestante que não quis se identificar contou que é mãe de um policial militar e criticou as condições de trabalho, que, segundo ela, se agravam sem os pagamentos devidos.

“Já tive que doar sofá para colocar no alojamento para ele ter onde sentar”, contou a manifestante. “Não assisto o jornal por que todas as vezes que fala mais um policial [morreu], abre um buraco nos meus pés.”

O porta-voz da PM reconheceu que a tropa da Polícia Militar está insatisfeita com a falta de pagamentos. “Sem dúvida nenhuma isso causa muita insatisfação na tropa. Isso é compreensível”, disse Blaz.

Em frente ao 6° Batalhão de Polícia Militar (Tijuca), manifestantes também impediam a entrada de policiais que voltavam de seus turnos de trabalho. Populares que acompanhavam a manifestação hostilizaram jornalistas na porta do batalhão.

As informações são da Agência Brasil.


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3 comentários

  1. Avatar
    agafjgjjkWantuil fortes Silvério

    O. Policial que estiver de folga ou férias , tem está do lado da família e aonde fica à social dos policiais fazendo bico bico para comprementar salário. O estado fingir que pagá e o policial para comprementar renda, aí tem fazer bico.ja contou contas baixas houve esse ano na polícia militar no rio de janeiro.E uma sociedade covardes usam os polícias de folga prá servir de escudo . Depois à mesma sociedade dá aplausos para governo corrupto . Salário sim para os polícias .Bico não só aumenta à violência e os políciais são escudo dessa sociedade facista .

  2. Avatar

    Infelizmente as revindicações são justas ,pois quem trabalha tem que receber.
    Mas essa onda de paralizações soa como um golpe oportunista.
    O policial esta sendo massacrado pela bandidagem, muitos mortos ate em sua folga, mas também a PMERJ tem um notório vínculo de má ações por parte de alguns integrantes que acabam de manchar toda corporação, a exemplo dessa capitã Ana Paula, com comentário imbecil .

  3. Avatar

    É o momento de retornar com o Exército Brasileiro para o poder. Que aumente o número de desemprego, mas, é o momento de demissão em massa dessa categoria e o poder maior fazer um bom trabalho em nosso Estado. Como a Capitã Ana Paula disse nas redes sociais; deixe eles cuidarem dos seus… mas não iremos para nenhuma colina. Os ladrões estão sendo trancafiado, aos pocos irá se normalizar. Sem pressão, sem força, todos nós estamos no mesmo barco. Quem pagará toda a conta, novamente, é a população.

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