Operação de combate a golpe do seguro prende 48 pessoas, entre elas três policiais no Rio - Diário do Vale
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Operação de combate a golpe do seguro prende 48 pessoas, entre elas três policiais no Rio

Matéria publicada em 8 de outubro de 2015, 13:49 horas

 


Vassouras era um dos locais onde quadrilha aplicava a fraude; investida também foi realizada em Santa Catarina, Paraná e São Paulo

(Foto: Cedida pelo MPRJ)

(Foto: Cedida pelo MPRJ)

Rio-Vassouras –  A Coordenadoria de Inteligência (CI) da Polícia Militar realizou a operação “Corte Seguro”, em conjunto com a Corregedoria e 23 batalhões da corporação na última quarta-feira (7), e cumpriu 48 dos 72 mandados de prisão e oito de busca e apreensão no estado do Rio de Janeiro. A ação tinha o objetivo de prender uma quadrilha que atuava aplicando golpes de seguro de carros e contou com o apoio dos Promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Rio de Janeiro.

Durante a investida, 48 pessoas foram presas, entre elas três policiais. Eles serão encaminhados para unidade prisional em Niterói. A operação foi realizada ainda nos estados de Santa Catarina, onde 53 pessoas foram presas, três no Paraná e uma em São Paulo.

A Corregedoria da Polícia Militar do Rio de Janeiro abriu um Procedimento Administrativo Disciplinar (PAD) e PMs presos serão indiciados por transgressão grave.
A quadrilha atuava em vários bairros do Rio, entre eles: Santa Cruz, Olaria, Méier, Barra da Tijuca, Niterói, Ipanema e na cidade de Vassouras, no Sul Fluminense. Os carros eram desmontados em Santa Catarina.

Segundo o Ministério Público, ao todo, foram empregadas 84 viaturas e 264 agentes de inteligência. De acordo com a investigação conduzida pelo Gaeco de Santa Catarina, o braço fluminense da fraude é composto por quatro aliciadores, dentre os quais estão Elson da Silva e Souza e Rafael Soares Fontes, presos quarta-feira. Eles contatavam proprietários de veículos segurados no Rio e adquiriam os carros, que eram transportados para Santa Catarina.

(Foto: Cedida pelo MPRJ)

(Foto: Cedida pelo MPRJ)

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(Foto: Cedida pelo MPRJ)

Naquele estado, os veículos eram repassados para receptadores, representantes de estabelecimentos comerciais, que desmontavam os veículos. As peças eram clandestinamente inseridas no mercado. Após a chegada dos veículos em Santa Catarina, seus proprietários, objetivando o recebimento do seguro, faziam falsas comunicações de roubo, confeccionando boletins de ocorrência fraudados. Foram identificados 68 veículos utilizados na fraude.

Segundo o Gaeco, o grupo é formado por aliciadores, proprietários de veículos e seus representantes, transportadores, empresários e auxiliares do segmento de autopeças, num esquema que envolveu a prática de diversos ilícitos como integração de organização criminosa, falsa comunicação de crime, furto, roubo, estelionato, receptação qualificada e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.

 

 

 

 


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3 comentários

  1. Você nao e Maníac. E Idiot.

  2. Publiquem os nomes e fotos dos envolvidos, especialmente dos valorosos policiais- bandidos.

  3. O brasileiro não quer mais trabalho… Só ser “esperto”.

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