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PM faz balanço de operação em Volta Redonda

Matéria publicada em 17 de agosto de 2019, 08:40 horas

 


Pará foi detido por meio de mandado judicial (Crédito: Dicler de Mello e Souza

Volta Redonda – A comandante do 28º Batalhão da PM, tenente-coronel Luciana Oliveira, divulgou o balanço da megaoperação realizada na sexta-feira (16), no Condomínio Minha Casa Minha Vida, no Roma, em Volta Redonda. Foram presas quatro pessoas, e apreendidos 17 tabletes de maconha prensada totalizando 16 quilos, 190 trouxinhas da mesma droga, além de 240 pinos de cocaína.

Também foram encontrados 252 fracos de cheirinho da loló, dois carregadores para pistola de calibre 9 milímetros, duas bases para rádio e material para embalar drogas.

A maioria do material apreendido estava numa área de mata perto do condomínio.

Daílson segue preso no Hospital Unimed, em Volta Redonda
(Foto: Arquivo DV)

Entre os presos está o chefe do tráfico de drogas da Vila Delgado, em Barra Mansa. O mandado de prisão contra Daílson Marques Lima, de 37 anos, foi cumprido no Hospital Unimed de Volta Redonda, onde ele foi internado depois de ser baleado no Complexo da Maré, no Rio.

Os policiais quando seguiam num comboio para o condomínio no Roma receberam a informação da localização de Daílson, que continua internado sob a escolta da PM.

O outro detido na operação foi Carlos Alexandre Bernardo, o Pará, de 35 anos. Contra ele havia um mandado de prisão por tráfico de drogas.

Luciana informou ainda na manhã deste sábado (17), ao DIÁRIO DO VALE, que na operação foi empenhado um efetivo de 120 policiais militares da região e outros 40 do Batalhão de Ação com Cães (BAC), do Rio. Segundo ela,  14 oficiais de justiça também foram empregados na investida, que contou com 28 carros da PM,  12 veículos particulares e uma moto.

A comandante do 28º Batalhão disse que a operação teve como objetivo, vasculhar e revistar todos que entravam ou saíam do condomínio. A policial vai realizar esse tipo de ação em outros  locais, onde o 28º Batalhão da PM é responsável pelo policiamento ostensivo, e que necessitam de uma atuação maior de policiamento.

Luciana também confirmou que a ação foi motivada pelo ataque que deixou dois policiais militares feridos no Complexo Roma, no dia 23 de julho. Os policiais integram o Grupo de Apoio à Promotoria (GAP) e estavam em uma ação com um carro descaracterizado do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) dentro do mesmo condomínio alvo da ação de ontem. Um dos PMs foi atingido no braço e o outro na cabeça.

2 comentários

  1. Avatar

    Tem que fazer essa operação na Vila Americana, Santo Agostinho e morro da conquista

  2. Avatar

    Pela quantidade de agentes envolvidos, pelo tamanho da operação e a mídia que foi dada: achei o resultado muito fraco.

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