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Polícia identifica suspeito de ataque à deputada Martha Rocha

Matéria publicada em 14 de janeiro de 2019, 18:18 horas

 


Caso é analisado sob duas linhas de investigação: tentativa de roubo ao veículo blindado ou atentado pessoal

Rio de Janeiro- A Delegacia de Homicídios (DH) do Rio de Janeiro já identificou um dos suspeitos de participar do ataque à deputada estadual Martha Rocha (PDT-RJ), cujo carro foi alvejado por criminosos, um deles com um fuzil, na manhã de domingo (13), na Penha, zona norte da cidade. O nome do suspeito não foi revelado para não atrapalhar as investigações. A polícia também realizou hoje (14) uma perícia complementar no local para descobrir as circunstâncias do crime.
Para dar seguimento às apurações, equipes da DH investigam o suspeito, analisam imagens e estão em busca de outras câmeras de segurança que possam ajudar a confirmar a autoria do crime.
No domingo de manhã, um carro emparelhou com o Toyotta Corolla blindado da deputada, quando ela ia para a missa com sua mãe. Apesar da blindagem do automóvel, o motorista foi ferido na perna, atendido em um hospital e, em seguida, liberado.
A motivação do crime ainda não foi descoberta, mas o Disque Denúncia confirmou que a deputada Martha Rocha foi informada de três ameaças feitas a ela e recebidas por este canal em novembro do ano passado.
A deputada disse que foi comunicada pelo Disque Denúncia sobre possível um atentado por parte de milicianos contra autoridades. Na ocasião, todos os órgãos competentes foram acionados.
– Numa dessas notícias estavam especificando que haveria um atentado contra mim em razão de uma decisão de um segmento da milícia. Ponderei [com as autoridades] que não me cabia pedir escolta, o que me cabia era solicitar uma análise de risco, ou seja, que a Polícia Civil me dissesse se aquelas notícias são, ou não, verdadeiras – acrescentou Martha.
Em face desse histórico, o caso é analisado sob duas linhas de investigação: tentativa de roubo ao veículo blindado ou atentado pessoal.
Para Martha Rocha, o episódio merece atenção independentemente da motivação.
– Mesmo que, ao final [da investigação], se entenda que foi uma tentativa de roubo, eu quero ser a voz das pessoas que moram naquela região, porque não é admissível que às 9h15 da manhã de domingo tenha um carro circulando com, no mínimo, dois elementos, um deles vestido de preto, com luvas e touca ninja preta, portando um fuzil, para proceder roubos naquela localidade – afirmou a deputada.
A delegada Martha Rocha foi a primeira mulher na história a chefiar a Polícia Civil do Rio de Janeiro.

Por Jéssica Antunes- Repórter Agência Brasil 


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