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Tiro de Guerra admite 40 recrutas por ano em Barra Mansa

Matéria publicada em 14 de julho de 2018, 14:00 horas

 


Recrutas são selecionados para passar por treinamento na unidade

Barra Mansa – Em ação desde 1993 no município de Barra Mansa, o Tiro de Guerra (TG) conta hoje com 40 recrutas. De acordo com o subtenente Carlos Henrique Nunes da Silva, comandante da unidade desde janeiro deste ano, a instalação do Tiro de Guerra parte em geral por iniciativa do poder público municipal. No caso de Barra Mansa, a prefeitura aproveitou as instalações do antigo Batalhão de Infantaria Motorizada (22ºBIM).

Em outras ocasiões, a organização de um TG ocorre em acordo firmado com as prefeituras locais e o Comando da Região Militar. Neste caso o exército fornece os instrutores (normalmente sargentos ou subtenentes), fardamento e equipamentos, enquanto a administração municipal disponibiliza as instalações.

– Em Barra Mansa são admitidos 40 artilheiros por ano. Eles entram em março e dão baixa em novembro, permanecendo por nove meses na unidade. A permanência dos jovens para instrução é de duas horas por dia, de segunda a sexta-feira. Já a partir de julho a frequência passa a ser na terças, quartas e quintas- feiras, das 6h30 às 10h30. Lembrando que quando está de serviço de vigilância e controle do material a permanência é de 24h – disse.

Segundo o subtenente Nunes, por ano é encaminhada uma relação com cerca de 200 jovens para serem selecionados apenas 40 artilheiros. O comandante explica que existe a possibilidade de aumentar este contingente, mas vai depender da decisão e possibilidades do Executivo.

– O requisito básico que eu observo para selecionar um novo artilheiro é estar estudando e no mínimo estar cursando ou ter concluído o segundo grau. Se estiver trabalhando também ajuda na seleção. O objetivo do Tiro de Guerra é trabalhar e incutir nesses jovens noções de civismo e cidadania. Nós também trabalhamos com eles a questão da autoridade e disciplina. Estamos buscando criar um banco de dados em parceria com a prefeitura para incluir os jovens que concluírem a formação no tiro de guerra, facilitando a inclusão deles no mercado de trabalho – ressaltou o comandante.

O subtenente Nunes destacou que os jovens selecionados para o Tiro de Guerra são todos de Barra Mansa e escolhidos por ele. Durante o período de permanência na unidade, os artilheiros recebem instruções de Educação Física, instrução sobre armamento, aprendendo sobre as características de cada arma e sobre o seu uso. Eles também recebem instruções de combate às drogas, primeiros socorros, prevenção de combate a incêndio junto ao corpo de bombeiros e instruções sobre Defesa Civil, além das noções de civismo e cidadania.

– A diferença da formação numa unidade de Tiro de Guerra é que ela é bem mais voltada para o lado do cidadão. O jovem selecionado tem a formação militar idêntica a um batalhão normal, mas aqui ele tem uma mistura de militar com a cidadania. No Tiro de Guerra é possível dar uma atenção maior ao jovem em todos os aspectos – opinou.

Prolongamento da instrução militar

O comandante Nunes esclareceu, no entanto, que atualmente não é possível ingressar na carreira militar via Tiro de Guerra. Isso acontece, de acordo com ele, por conta da crise econômica. “Apesar disso, estou viabilizando junto ao comandante da Brigada de Paraquedista a possibilidade de receber alguns desses jovens que desejarem continuar a carreira militar”, afirmou o subtenente.


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8 comentários

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    Prefeito deve estar com rabo preso por isso tomaram conta DA VILA DOS IDOSOS NO BELMONTE em VOLTA Redonda salva quem poder

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    Esse tiro de guerra só prova como o exército criar coisas inúteis, como a AMAN bem próxima não haveria necessidade dessa coisa que sequer sabemos o motivo de existir, isso aí já deveria ter fechado há muito tempo eliminando postos de trabalho do exército e reduzindo seu quadro de militares inúteis a nação, pois sequer temos algum retorno de suas ações.

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      Ô VERDADE, CALA A TUA BOCA E NÃO FALE DO QUE NÃO ENTENDES…

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      VERDADE, ou você foi corneado por um milico ou tem vontade de ser pego por um…Freud explica, viu! Os Tiro de Guerra (TG’s) são muito mais direcionados para a sociedade do que o serviço militar do jovem em batalhões do Exército. Explico: enquanto nos TG’s o jovem aprende coisas voltadas para a sociedade civil (e pode continuar trabalhando), além da formação militar, nos batalhões tudo é feito visando exclusivamente o interesse do Exército. Apenas um dado pra você pensar: São Paulo, Estado mais rico do país, tem a maior concentração de TG’s, fruto do interesse das prefeituras do interior, será por quê? Será que este plus na formação dos jovens de lá implica também na melhor qualidade de vida do interior paulista?
      Só um detalhe aí pros amigos da REDAÇÃO: o soldado do TG se chama ATIRADOR, e não ARTILHEIRO (que é o militar da Arma de Artilharia), SE POSSÍVEL, CORRIJAM AÍ. Parabéns pela excelente matéria!
      É uma pena que Volta Redonda tenha perdido nosso glorioso e histórico TG 01-004 (que foi criado quase no início da CSN – 1943, para acertar a vida militar dos primeiros “arigós”), que na minha época de atirador nº 03 da Turma 1 de 93, era comandado pelo então Sargento Santos, que na roda da soldadesca, era chamado de “querido Tucano”!

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      que bobagem

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      Se serve pra alguma coisa, então diz aí, já fui militar e sei como as coisas funcionam bem dentro da área militar. Cite algo útil que esse local promove para o país!. ha ha ha

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      Com certeza foi um péssimo soldado e hoje é um péssimo cidadão… OTÁRIO…

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    VOLTA REDONDA tinha tiro de Guerra tinha estante de tiros tinha Pestalozzi tinha abrigo de IDOSOS tinha muitas coisas úteis a população. Estão acabando agora com a VILA DOS IDOSOS NO BELMONTE .Porquê .???

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