ÔĽŅ Esc√≥ria: ignor√Ęncia e oportunismo - Di√°rio do Vale
quarta-feira, 15 de agosto de 2018

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Esc√≥ria: ignor√Ęncia e oportunismo

Matéria publicada em 8 de julho de 2018, 06:04 horas

 


Supostos ativistas desconhecem, ou fingem desconhecer, a composi√ß√£o do material armazenado no bairro Brasil√Ęndia

Feio: √Č o que se pode dizer do dep√≥sito de esc√≥ria da CSN
(Foto: Paulo Dimas)

A paisagem do dep√≥sito de esc√≥ria, operado pela Harsco Metals, em um terreno pertencente √† CSN no bairro Brasil√Ęndia n√£o √© bonita, mas tamb√©m n√£o √© perigosa. Nem para as pessoas que moram perto, nem para o Rio Para√≠ba do Sul. Se fosse gente, a tal pilha de res√≠duos de produ√ß√£o de a√ßo poderia se queixar de bullying. S√≥ porque √© feia, ela √© objeto de uma campanha que a vende como uma amea√ßa √† sa√ļde dos vizinhos e at√© ao suprimento de √°gua da Capital do estado.

S√≥ duas coisas podem explicar o rififi aprontado pela m√≠dia da capital e tamb√©m por alguns pol√≠ticos em torno desse assunto: ignor√Ęncia ou oportunismo. Ignor√Ęncia, caso jornalistas e pol√≠ticos n√£o saibam do que √© constitu√≠da a esc√≥ria de alto-forno armazenada no local e se ela representa ou n√£o risco ambiental. Oportunismo, caso a inten√ß√£o seja criar uma como√ß√£o em torno do assunto para obter ganhos pol√≠ticos ou de alguma outra natureza.

Na opini√£o do colunista, o furdun√ßo criado nos √ļltimos dias √© resultado do aproveitamento da ignor√Ęncia de alguns pelo oportunismo de outros.

O que é a escória

O colunista foi buscar a defini√ß√£o de esc√≥ria no paper acad√™mico intitulado ‚ÄúCaracteriza√ß√£o da esc√≥ria de alto forno proveniente de res√≠duos industriais visando seu uso na constru√ß√£o civil‚ÄĚ, escrito por Maur√≠lio Gomes Pimentel, Engenheiro Civil e Mestrando da UFPA, Adriano Luiz Roma Vasconcelos, Engenheiro Civil e mestre pela UFPA, Marcelo de Souza Pican√ßo, Doutor em Geologia e Geoqu√≠mica, Jos√© Victor Brasil de Souza, Graduando em Engenharia Civil pela UFPA e Alceb√≠ades Negr√£o Mac√™do, Doutor em Engenharia de Estruturas, tamb√©m pela UFPA.

‚ÄúA esc√≥ria de alto forno (EAF) √© um produto gerado na fabrica√ß√£o do ferro gusa, sua forma√ß√£o ocorre pela combina√ß√£o qu√≠mica das impurezas do min√©rio de ferro com calc√°rio e dolomita e as cinzas de carv√£o mineral, durante a produ√ß√£o do ferro gusa a EAF flutua no topo do ferro fundido, localizado na parte inferior do forno, dessa forma, protegendo o mesmo de se reoxidar por meio do jato de ar quente que funde atrav√©s do forno, durante o reaproveitamento do forno, o ferro fundido e a esc√≥ria s√£o separados, enquanto o ferro √© flu√≠do em moldes de ferro gusa para fabrica√ß√£o do a√ßo, a esc√≥ria √© direcionada em grandes recipientes, em seguida despejada dos mesmos‚ÄĚ, afirma o trabalho.

Ent√£o, basicamente a esc√≥ria √© o que sobra quando se produz o gusa, que depois vai virar a√ßo. Agora vamos ver a composi√ß√£o desse produto: ‚ÄúOs resultados mostraram que a EAF possui uma massa espec√≠fica semelhante ao dos cimentos devido em especial a sua composi√ß√£o qu√≠mica e mineral√≥gica. Da mesma forma a EAF apresentou predomin√Ęncia de √≥xidos de sil√≠cio (SiO2), c√°lcio (CaO) e alum√≠nio (Al2O3), bem como em sua mineralogia predomin√Ęncia de quartzo, calcita e hematita. Al√©m disso a EAF apresenta-se como um material inerte, podendo ser utilizado dessa forma, como material suplementar ao agregado natural para a produ√ß√£o de concretos e argamassas‚ÄĚ.

Em resumo, a esc√≥ria n√£o representa riscos √† sa√ļde por ser, como afirmam os cientistas, um material inerte.

Reação mergulhada em água

‚ÄúE se a esc√≥ria cair dentro do Rio Para√≠ba do Sul?‚ÄĚ, perguntam alguns dos paranoicos de plant√£o. Eles enxergam um cen√°rio apocal√≠ptico, com a capta√ß√£o de √°gua sendo paralisada a jusante de Volta Redonda, por causa do risco de contamina√ß√£o. Para responder a essa pergunta, vamos recorrer ao trabalho acad√™mico ‚ÄúAvalia√ß√£o ambiental de concreto com esc√≥ria de alto-forno ativada quimicamente ap√≥s um ano de exposi√ß√£o em ambiente marinho‚ÄĚ, de Maria Antonina Magalh√£es Coelho, Maristela Gomes da Silva, Fernando Lod√™llo dos S. Souza, Robson Sarmento, Eliana Zandonade , Tsutomu Morimoto e Jos√© Luiz Helmer.

De acordo com o pr√≥prio trabalho, ‚ÄúO objetivo desta pesquisa foi avaliar o impacto ambiental, ap√≥s um ano no meio marinho, de concreto de esc√≥ria de alto-forno ativada quimicamente. Foram produzidos dois concretos, o primeiro como refer√™ncia, utilizou 50% de esc√≥ria de alto-forno e 50% de cimento CP III e o segundo utilizou esc√≥ria de alto-forno ativada quimicamente com 4% de Na2O do silicato de s√≥dio + 5% de cal. Para a avalia√ß√£o do impacto ambiental foram confeccionados blocos de uma estrutura hidr√°ulica de conten√ß√£o de ondas e colocados em exposi√ß√£o em ambiente marinho. Ao mesmo tempo, blocos ficaram imersos em tanques com √°gua do mar, com simula√ß√£o do movimento das mar√©s. Foram avaliadas a qualidade da √°gua atrav√©s do monitoramento do pH, durante 1 ano, e por an√°lise qu√≠mica da √°gua. Foram realizados, ap√≥s este tempo, estudos de classifica√ß√£o e de contagem de n√ļmero de organismos marinhos encontrados na superf√≠cie dos blocos que estiveram no mar. Este estudo e a comprova√ß√£o da qualidade da √°gua, indicam que o material utilizado n√£o prejudica o meio ambiente‚ÄĚ.

Como queríamos demonstrar. Mesmo que toda aquela escória caísse, por algum motivo, dentro do rio, não haveria risco à qualidade da água.

E nós com isso?

A esc√≥ria est√° l√°, quietinha. N√£o representa perigo para ningu√©m e pode at√© vir a ser √ļtil: serve para pavimenta√ß√£o de estradas rurais, por exemplo. Ali√°s, n√£o √© segredo para ningu√©m que a CSN est√° oferecendo o material para esse fim. A√≠, uma ONG de Mag√© resolve que o material representa risco para o Rio Para√≠ba do Sul e mobiliza imprensa, pol√≠ticos, minist√©rios p√ļblicos e √≥rg√£os ambientais para pedir a interdi√ß√£o do local.

Em e-mail enviado ao DI√ĀRIO DO VALE, uma ONG chamada ‚ÄúBa√≠a Viva‚ÄĚ afirma que ‚ÄúEcologistas e t√©cnicos alertam que, por estarmos no inverno, caso haja uma chuva mais forte, pode ocorrer um evento natural denominado Tromba D¬ī√†gua, o que carrear√° as pilhas de rejeitos de metais pesados para o Corpo H√≠drico, obrigando o Poder P√ļblico a suspender o abastecimento de √°gua por polui√ß√£o qu√≠mica do Corpo H√≠drico. Os problemas ou impactos, estimados em larga escala, seriam:

I- Ambientais (mortandade de peixes com a perda de biodiversidade, contamina√ß√£o do solo e das √°guas subterr√Ęneas);

II- Na sa√ļde p√ļblica (redu√ß√£o do abastecimento de √°gua √†s popula√ß√Ķes) e;

III- Socioecon√īmicos por gerar preju√≠zos em todas as empresas/ind√ļstrias que dependem da utiliza√ß√£o da √°gua para seu funcionamento, assim como impactos √† pesca e na agricultura familiar‚ÄĚ.

Os caras conseguem juntar uma tromba d’água no inverno com metais pesados misturados na escória (que, como vimos, não é verdade) com uma mortandade de peixes, como se escória tivesse endosulfan em sua composição.

Definitivamente, se n√£o for ignor√Ęncia, √© oportunismo. O colunista vai ali rir um pouco e volta na semana que vem.

 

 

Material consultado

1- Caracterização da escória de alto forno proveniente de resíduos industriais visando seu uso na construção civil

MAUR√ćLIO GOMES PIMENTEL1*,

ADRIANO LUIZ ROMA VASCONCELOS2

MARCELO DE SOUZA PICANÇO3;

JOS√Č VICTOR BRASIL DE SOUZA4;

ALCEB√ćADES NEGR√ÉO MAC√äDO5

1Eng. Civil. Mestrando PPGEC, UFPA, Belém-PA;

2M.e. em Construção Civil PPGEC, UFPA, Belém-PA;

3Dr. em Geologia e Geoquímica, Prof. ITEC, UFPA, Belém-PA;

4Graduando em Eng. Civil, ITEC, UFPA, Belém-PA;

5Dr. em Eng. de Estruturas, Prof. Associado IV, ITEC, UFPA, Belém-PA

Apresentado no

Congresso T√©cnico Cient√≠fico da Engenharia e da Agronomia ‚Äď CONTECC‚Äô2017

8 a 11 de agosto de 2017 ‚Äď Bel√©m-PA, Brasil

 

2 РAvaliação ambiental de concreto com escória de alto-forno ativada quimicamente após um ano de exposição em ambiente marinho

Maria Antonina Magalh√£es Coelho (1);

Maristela Gomes da Silva (2);

Fernando Lodêllo dos S. Souza (3)

Robson Sarmento (4);

Eliana Zandonade (5);

Tsutomu Morimoto (6);

José Luiz Helmer (7)

(1) NEXES ‚Äď N√ļcleo de Excel√™ncia em Esc√≥rias Sider√ļrgicas, UFES, Universidade Federal do Esp√≠rito Santo, Profa. da Univix, UCL, Faculdade do Centro Leste

(2) NEXES, Centro Tecnológico da UFES

(3) NEXES, Centro Tecnológico da UFES

(4) NEXES, Centro Tecnológico da UFES

(5) Departamento de Estatística da UFES

(6) Companhia Sider√ļrgica de Tubar√£o

(7) Centro de Biomédico da UFES

Apresentado no Entac 2006 ‚Äď XI Encontro Nacional de Tecnologia no Ambiente Constru√≠do ‚Äď Curitiba (PR), Florian√≥polis, 23 a 25 de agosto

70 coment√°rios

  1. √Č muito dif√≠cil que a pilha esteja a mais de 100 metros de dist√Ęncia do rio. Neste caso, se n√£o for comprovado o contr√°rio, ela est√° em desacordo com a legisla√ß√£o ambiental. N√£o adianta dizer que tem um monte de constru√ß√Ķes e ocupa√ß√Ķes irregulares pr√≥ximas ao rio, o caso aqui √© a pilha de esc√≥ria. O rejeito √© realmente necess√°rio existir, sem ele n√£o ter√≠amos a fabrica√ß√£o do a√ßo e consequentemente e os empregos gerados por esta. Mas a CSN usa do capitalismo extremo para se manter inerte em procurar um local mais adequado para depositar esse seu rejeito tamb√©m “inerte”, ou trocando por perguntas, ser√° que s√≥ tem ali pra depositar esc√≥ria? N√£o existe nenhuma outra √°rea afastada pra isso? Ahhh, mas demanda dinheiro e trabalho pra isso, e quem quer chegar pro chefe e dizer que ele tem que gastar mais?

  2. Apenas um culpado: INEA !

  3. Suzano, no interior de São Paulo é famosa por suas fábricas de papel e celulose, fábricas estas que teem um cheiro insuportável proveniente dos estoques de madeira, um dia caí na besteira de falar sobre este mal cheiro com um engenheiro natural de Suzano que trabalha aqui na CSN, ele me disse que este cheiro é responsável por gerar trabalho e riqueza lá em Suzano, que quem critica este cheiro lá quase apanha, aqui em VR ficamos a todo instante tentando matar a galinha dos ovos de ouro.

    • FranciscoJFLacerda

      Com a globaliza√ß√£o este papo j√° se tornou velho muitos j√° trabalham fora e at√© se mudam de VR inclusive v√°rios bons valores infelizmente, na regi√£o onde j√° chegaram v√°rias empresas.. a CSN n√£o √© a um bom tempo a √ļnica refer√™ncia e salva√ß√£o para quem precisar ter seu “ganha p√£o”!

      A CSN desde a privatização a 25anos incrivelmente mantém 40% das terras da cidade ociosas, não dão, não vendem e não trocam . Seria para travar concorrências em emprego e renda!?

      Hoje muitos mesmo que se formam nesta cidade caem fora para arranjar algo minimamente melhor ou ficam com o rabo entre as pernas, sem sucesso tentando melhorar de vida e aguentando este clima tenso desta empresa que absolutamente não é um exemplo de boa relação e tratamento para os colaboradores se sentirem felizes!

    • O fato de a CSN gerar empregos evidentemente n√£o lhe d√° direito de acabar com a sa√ļde de toda a popula√ß√£o. Por mim poderia fechar a usina hoje mesmo que n√£o faria a menor falta.

    • Com certeza o tamanho do seu c√©rebro n√£o lhe permite enxergar al√©m do pr√≥prio umbigo e n√£o deixa vc ver o desastre que seria para a regi√£o o fechamento da CSN.

    • P√©ssimo argumento, foi se o tempo em que cabe√ßas assim eram maioria. Felizmente as coisas mudaram e a conscientiza√ß√£o ambiental e da s√°ude tamb√©m. Ningu√©m quer que a CSN feche as portas, n√£o precisa nem mencionar o qu√£o √© importante em n√≠vel nacional, por√©m precisamos que seja feito algo urgente para reduzir esses impactos ambientais que n√≠tidamente vem aumentando e a CSN simplesmente n√£o sem importa literalmente.

    • E s√≥ poruqe esse Eng. disse isso somos obrigados tamb√©m ficar calados, me poupe n√©, seu argumento n√£o tem nada a v√™ com que estamos debatendo aqui. N√£o misture as coisas, cada qual com seus problemas.

  4. VOCES FAZEM TEMPESTADE EM COPO DE AGUA .. SANTA IGNORANCIA … O COLUNISTA ESTA CERTO ..ESTA MONTANHA DE ESCORIA √Č INERTE ..PRA ESTA MONTANHA ENTRAR NO RIO TERIA QUE CAIR UM METEORO NO LOCAL OU ACONTECER UM TERREMOTO MAXIMO .. E MESMO ASSIM A QUALIDADE DA AGUA N√ÉO AFETARIA .. FICARIA UM POUCO TURVA SOMENTE .. √Č MUITA BALANGA√á√ÉO PRA NADA

  5. Funcion√°rio padr√£o

    Um dia todos irão agradecer a CSN por tudo que ela propiciou a nossa cidade, inclusive a montanha de resíduos, que por sua vez foi muito bem explicada pelo colunista que não há perigo algum. Antes de falar mal da CSN lembrem que sem ela a cidade nem existiria.

  6. O colunista n√£o explicou nada com essa mat√©ria, qualquer BURRO pode pegar trabalhos, notas, artigos ou outra coisa do g√™nero na INTERNET e publicar as mesmas…ele deveria mostrar os dois lados da moeda, pois at√© terra que for retirada ou jogada em um rio, altera o ecossistema!
    Me decepcionei!!!!

  7. Ah esc√≥ria de alto forno que √© citada na mat√©ria, e a que √© estocada pr√≥ximo a ponte alta pela tupi cimentos, j√° a esc√≥ria estocada pr√≥ximo ao Brasil√Ęndia e esc√≥ria de aciaria quem tem outra composi√ß√£o Qu√≠mica e outras aplica√ß√Ķes.

  8. O dia que alguém quizer abrir uma carvoaria, uma fábrica de sardinha ou uma usina nuclear em Volta Redonda chama o Paulo para ajudar no licenciamento ambiental.

  9. Esse escriba, Sr. Paulo só escreve besteira aqui. Acorda Aurélio.

  10. O cara quer usar um trabalho feito em ambiente marinho para dizer que se cair no rio a escória não vai causar dano algum?!? Patético

  11. Apelo ao Aur√©lio Paiva que fa√ßa uma retrata√ß√£o. N√£o obstante a ser uma opini√£o (ruim) do sr. Paulo, √© quase uma confiss√£o de subservi√™ncia aos interesses da CSN. Completamente lament√°vel e gasosa este monte de bobagens…

    • Igor voce √© sensato.
      O artigo debochado e com fundamentos sem pé e sem cabeça do Paulo deixa no ar que ou o colunista recebeu algum agrado ou que infelizmente esse renomado veículo de comunicação não é isento e aparentemente esta a serviço de grandes corporaçoes jogando fora toda credibilidade e a responsabilidade jornalistica.
      Ser√° que a postura do jornal na audiencia publica para discutir essa montanha de escoria ser√° ficar rindo do povo ?

  12. E esse pó preto que tem invadido constantemente nossas casas, também não faz mal? Problemas respiratórios constantes, acabo de lavar o quintal e depois de meia hora o pó já está espalhado novamente. Isso também é normal?

    • Sim √© normal. O que mata mais √© o p√≥ branco, esse sim √© culpado pela maioria dos homic√≠dios no Brasil.

  13. Al√©m da esc√≥ria, prejudicial √† sa√ļde √© essa mat√©ria! DV como pode permitir que esse “jornalista” solte tantas asneiras em um dos jornais de maior circula√ß√£o na regi√£o! Sujou feio o nome do DV! Perdeu credibilidade!

  14. Quanto ele ganhou $$ da … pra escrever essa idiotice? E ainda √© debochado ” vou ali rir e ja volto” Certamente o encontraremos por ai e ai teremos muito o que conversar.

  15. — KKK O CARA DIZER QUE ESCORIA MISTURADO COM MIN√ČRIO DE FERRO CALC√ĀRIO ETC : N√ÉO FAZ
    MAL A SAUDÊ . VOCE E MALUCO OU TE PAGARAM MUITO BEM PARA VC FALAR ISSO KKKKKKKK
    OU LOUCO CACHOEIRA .

  16. — KKK O CARA DIZER QUE ESCORIA MISTURADO COM MIN√ČRIO DE FERRO CALC√ĀRIO ETC : N√ÉO FAZ
    MAL A SAUDÊ . VOCE E MALUCO OU TE PAGARAM MUITO BEM PARA VC FALAR ISSO KKKKKKKK
    OU LOUCO CACHOEIRA .

    • A pureza n√£o entra na impureza Deus est√° no controle de Tudo e de todos Ef√©sios 3 v 20….

    • Voz da Trindade: √Č√Č√Č, acho que a esc√≥ria j√° est√° afetando o c√©rebro de alguns……………kkkkkkkkkkk

  17. Fala s√©rio ! Que mat√©ria √© essa. Ent√£o a esc√≥ria n√£o √© prejudicial a sa√ļde.

    • CEM Reais para votar, SEM prote√ß√£o aoMeio Ambiente depois

      Não os componentes químicos conforme os especialistas que o colunista se baseou.

  18. Geennte …..estou alarmado, n√£o acredito que DV teve a coragem de deixar esse cara lan√ßar essa mat√©ria, acho que a inten√ß√£o dele foi causar pol√™mica, s√≥ pode ser. Quanta ignor√Ęncia e oportunismo da sua parte colega, s√≥ pode t√° ganhando 1 por fora, s√≥ pode ser. 1¬™ pergunta, em qual bairro tu mora ? Com certeza nem em Volta Redonda tu mora. 2¬™ pergunta, tu teve o trabalho de pesquisar junto √† t√©cnicos da √†rea minera√ß√£o da composi√ß√£o do rejeito, e porque n√£o consultou t√©cnicos da √°rea da sa√ļde, porque n√£o consultou moradores que vivem no entorno dessa montanha de rejeitos ? √Č devido a ignor√Ęncia de brasileiros como vc que a cidade de Mariana est√° devastada e outros mais 3 estados est√£o sofrendo com o caos instalado com polui√ß√£o de rios e mares com rejeitos que ali√°s, s√£o menos pesados que a esc√≥ria. Voc√™ diz que a esc√≥ria t√° l√° quietinha na dela, o mesmo era dito pelos t√©cnicos da barragem e rejeitos de Mariana, e olha no que deu. Voc√™ teve a ousadia de dizer que esc√≥ria n√£o faz mal a sa√ļde, faltou pouco a dizer que ela pode ser usada como farofa num churrasco. Pois fique sabendo que em todos profissionais da sa√ļde que consultamos s√£o un√Ęnimes em dizer que a popula√ß√£o de VR sofre com problemas diversos de sa√ļde devido ac√ļmulo desses INOFENSIVOS REJEITOS no ar. Toda ind√ļstria gera emprego e renda assim tamb√©m como seu lixo e rejeitos. O que se deve discutir √© destina√ß√£o adequada desse rejeito para que n√£o anule as vantagens oriundas do funcionamento de uma ind√ļstria numa regi√£o. O que se deve discutir √© o seguinte : esta √°rea, no centro da cidade, √† beira de um rio de tamanha import√Ęncia, √© o local ideal e √ļnico onde esta empresa pode deposit√°-lo ? As condi√ß√Ķes de dep√≥sito desse rejeito, √† c√©u aberto, √© o ideal ? Paulo Moreira ….vamos ser menos ignorantes t√°.

    • Maura Lucia Euzebio

      Parabéns pelas palavras super bem colocadas e que expressam o pensamento das pessoas de conscientes, o que com certeza, não é o caso deste jornalista que escreveu esta matéria quase criminosa.
      E ainda pior, é ela ter sido publicada, fato que nos faz pensar no quanto a imprensa está pensando em nosso favor, ou em benefício de quem lhes interessa.

  19. Uma MONTANHA de rejeitos industriais deslocada para dentro do Rio Paraíba não causaria mal algum ao meio ambiente ?!!!! Me favoreça !!!! Matéria tendenciosa meus nobres !!! Lamentável !!!!

  20. O colunista cita alguns estudos e materiais ao final da mat√©ria do qual diz ter tirado refer√™ncias para dar embasamento √† sua opini√£o, e nada mais…pois trata-se de uma opini√£o falha calcada em material incompleto, que visa claramente a defesa da empresa. Fica parecendo at√© mat√©ria comprada. Deveria sair da frente do computador, levantar da cadeira e passar algumas horas nas imedia√ß√Ķes da pilha de esc√≥ria em quest√£o, mas venha de prefer√™ncia com uma camisa branca para ter a no√ß√£o real das asneiras que escreveu. Dizer que ao recolher as roupas cheias de p√≥ ao final do dia, ou varrer a casa repleta de poeira √© algo normal e ainda colocar como subt√≠tulo da mat√©ria “e n√≥s com isso?” √© algo no min√≠mo imoral.

  21. Esse colunista é maluco ou mal intencionado?

  22. Pior matéria que já li.

  23. Opa j√° que n√£o faz mal, transfira essa montanha de problemas, para frente da sua casa.

  24. Faltou relatar do teor de Enx√īfre – combinado com √°gua do rio gera √°cido. Faltou relatar do KCn – Cianeto de Pot√°ssio.

  25. Só pode ser piada essa coluna.
    E a população que vive no entorno da montanha de escória, inalando aquele pó 24h por dia? Isso você não aborda na sua coluna.
    Aprofunde-se nos estudos sobre doenças respiratórias em Volta Redonda e verás que vivemos num dos locais mais inóspitos do Brasil.
    Se mesmo assim, voc√™ ainda disser que a montanha de esc√≥ria √© inofensiva e que n√£o causa malef√≠cios √† sa√ļde da popula√ß√£o, fique a vontade, carregue um pouco dessa esc√≥ria e despeja no seu quintal.

  26. Esse colunista se acha especialista em tudo.Parei com ele.

  27. Escoria siderurgica ,po de cimento ,po de cal, poluicao atmosferica, ruidos, lixo hospitalar , fezes de pombos,fezes de gato, espirro humano carregado de virus ,ambiente mofado,fungos, brigas e mortes em familia,desemprego em massa ,politicos corruptos ,saude em frangalhos,seguranca e ensino um terror. Quem advinhar dos itens acima o mais agressivo, ganhara a medalha do salvador da patria .Verdade = somos todos ipocritas .

  28. O caro colunista mora ao lado da pilha de escoria? Duvido. Se morasse sentiria os efeitos do p√≥. Mas √© claro que, at√© dando uma olhada nas colunas anteriores, ele resolve ser o menininho do contra. Deve ter feito faculdade do Facebook para polemicas …

  29. Inacredit√°vel essa mat√©ria. N√£o h√° como n√£o tra√ßar um paralelo com tudo de ruim que acontece em nossa sociedade, onde a informa√ß√£o √© manipulada ao sabor dos interesses dos poderosos. O colunista foi apenas o porta voz, haja vista que dificilmente pesquisou sobre o tema. A imagem da mata ciliar √† beira o Para√≠ba do Sul agonizando √© forte o bastante, pedindo socorro pela asfixia da montanha “linda” que ningu√©m quer.

  30. Nunca li um artigo com tamanha soberba e falta de conhecimento técnico para supor que existe uma ignorancia coletiva.
    Parece que esta defendendo com unhas e dentes os interesses dos empreendedores ou do mercado imobiliario. O povo é oportunista ?

  31. Juarez Barbosa Marliere

    A empresa deveria fazer um concurso para mudar o nome do subproduto!!!
    já que serve para tantas coisas boas, deveria se chamar veículo granulado superconcentrado quentinho para ornamentação ambiental.
    Escória não caiu muito bem!!!

  32. Uma bela montanha dessa deveria ser aproveita para recreação, o pessoal de volta redonda poderia esquiar na escória kkkkkkk

  33. Ent√£o, j√° q √© t√£o inofensiva como se diz. Poder√≠amos reivindicar um parque ecol√≥gico e uma √°rea de lazer, em cima dela ou no seu entorno, c planta√ß√Ķes de √°rvores frut√≠feras, um c√≥rrego artificial, uma piscina coletiva, ciclovias, gramados verdes p as fam√≠lias nos fins de semana………

  34. Ciro Gomes trabalhou v√°rios anos na CSN e n√£o viu isso!
    Aqui em Volta Redonda ele n√£o consegue nenhum voto!
    O que dizer da ignor√Ęncia daqueles petistas que fugiram para o PDT a fim de votar no Ciro Gomes?!
    Como diria o ex-Senador M√£o Santa: “A ignor√Ęncia √© audaciosa!”…

    • Engano seu meu amigo, aqui em VR ele vai ter mtos votos inclusive o meu. Ele realmente trabalhou na CSN e queria resolver o problema, mas, bateu de frente com Steimbruch. Quando viu das inten√ß√Ķes do Steimbruch, quem era o cara, ele meteu o p√©. E esse papo de que o Steimbruch vai ser vice dele, √© papo furado. Anota a√≠ o que vou te falar, vc vai se lembrar disso ….Ciro Gomes, pr√≥ximo presidente do Brasil.

    • J√ļlio: Ele √© revoltado seletivo, nas suas missivas em momento algum ele fez cr√≠ticas ao tucanato e seus seguidores (A√©cio, Aluysio Nunes, Geraldo Alckimim e outros), em momento algum ele fez men√ß√£o aos bruxos do DEM (Rodrigo Maia se sua trupe) e at√© mesmo aos integrantes do MDB (PMDB) (Moreira Franco, Temer e seus capangas). E outra coisa, ele quer criar pol√™mica, se vc observar, ningu√©m mas l√™ o q ele escreve por ser repetitivo e seletivo.
      Tu achas q o cara q tem o tal MÃO SANTA (procure no google quem é esse baluarte de honestidade), como ídolo, só faz as suas missivas serem evasivas.

  35. J√° que √© t√£o boa assim, Vende o seu im√≥vel e compre um no LOCAL ONDE EST√Ā ESSA ESC√ďRIA.
    Como assim n√£o faz mal √° sa√ļde…Fa√ßa-me o favor!!
    Parei contigo e com esse jornal. N√£o perco mais meu tempo!!!!!

  36. Pagador de impostos

    A discuss√£o sobre o assunto √© muito boa e merece ser continuada. √Č bom ver a popula√ß√£o se importando um pouco, ainda que seja apenas por um breve per√≠odo, pela quest√£o ambiental. Essa mesma popula√ß√£o, que reclama, e com raz√£o do p√≥ preto que est√° infernizando suas vidas, √© a mesma que coloca fogo no mato seco nessa √©poca de poucas chuvas. √Č a mesma que joga lixo nas ruas, √© a mesma que descarta entulhos de obras nas ruas, como se isso fosse a coisa mais natural do mundo. Ainda estamos muito longe do m√≠nimo em quest√Ķes ambientais. Mas, vamos em frente….

  37. Faltou explicar a dist√Ęncia obrigat√≥ria do Rio. Tem lugar q √© uns 3 metros

  38. Eis a mania de jornalista dar pitaco acerca daquilo que não domina. O senhor ao menos poderia ter consultado estudos da FIOCRUZ e de profissionais ligados a UFRJ E NÃO COM PESQUISA DAQUELES que colocam os retornos economicos acima da qualidade de vida da população, como no caso de engenheiros a serviço do capital industrial. Bonito seria o senhor edificar sua residencia, junto a seus familiares no topo desta montanha de dejetos. Nos convenceria melhor do que este artigo.

  39. J√° que n√£o est√£o considerando como polui√ß√£o, os diretores da CSN poderiam morar nesse p√°tio de esc√≥ria da Volta Grande e cada acionista da empresa receberia como brinde esse material em suas propriedades, quantidade equivalente ao volume transportado por um caminh√£o ca√ßamba da Harsco. Mesma coisa para os que atestaram que o p√≥ desse lixo sider√ļrgico n√£o faz mal. Mais algu√©m quer um aterro de esc√≥ria na sua vida?

  40. A escória, no mínimo está em local inadequado, perto do rio, poderia ser depositado em outro local e longe de um rio já tão ameaçado.

    • Perfeito. A minha sugest√£o seria ser depositado h√° pelo menos 0,5 metro, da casa de quem escreveu esse artigo.

  41. FranciscoJFLacerda

    Reparem na foto uma das mais belas das matas ciliares ao longo do rio Paraíba do Sul. Querem mais alguma prova que este depósito já não deveria estar neste local?

    • Na cabe√ßa do Paulo Moreira essa pilha sofre bullying. Desrespeito ao meio ambiente agora se chama rififi. Questionar o empreendedor e cobrar o √≥rg√£o ambiental se chama fazer furdun√ßo. √Č mais f√°cil ler o resumo de meia d√ļzia de artigos e tomar conclus√Ķes convenientes como se tivesse habilita√ß√£o t√©cnica para emitir um laudo…. e pior zomba a sociedade ao terminar dizendo que vai rir um pouco e volta semana que vem.

    • N√£o sou de modo algum a favor daquela pilha de esc√≥ria naquele local, mas se n√£o estivesse ali, a pequena mata ciliar sequer existiria.

  42. se nao faz mal joga no rio entao

  43. Volta redonda é a Chernobyl do Estado do Rio de Janeiro.

  44. √Č um belo lugar para a implanta√ß√£o do clube da verdade. Um magn√≠fico terreno de prefer√™ncia com a brisa que sopra dessa pilha de rejeitos. At√© uma crian√ßa sabe que onde tem lixo industrial os im√≥veis s√£o desvalorizados. Os s√°bios teriam tempo de sobra para fazer o asseio e deixar o local livre da poeira e concomitantemente contemplar da janela uma montanha que remete ao per√≠odo Arqueano onde nem capim nascia isso se n√£o tiver um problema respirat√≥rio antes. O debate ambiental nunca √© levado a s√©rio em Volta Redonda.

  45. FranciscoJFLacerda

    Mas…e a poeira, e as part√≠culas em suspens√£o que provoca inc√īmodo, sujeira e doen√ßas respirat√≥rias principalmente nesta √©poca? E as in√ļmeras outras √°reas pertencentes √† CSN dentro da cidade de Volta Redonda, j√° espremida entre a ind√ļstria que ainda polui e muito as vezes por falhas humanas e de equipamentos ou por falta de atualiza√ß√£o dos mesmos.

    O certo seria levar para um local distante e amplo, a estrada de ferro est√° a√≠, ao lado! O errado √© que esta cidade j√° com poucas √°reas livres fora dos dom√≠nios desta empresa para um bem viver j√° serviu por d√©cadas, e manter isto, como local para despejo de lixo industrial em diversos bairros, alguns comprovadamente prejudiciais √† sa√ļde humana. Sejamos sensatos e no meu caso, n√£o ganho um centavo para criticar ou proteger esta grande empresa que Volta Redonda det√©m, para o bem e para o mal

  46. Concordo com zé pequeno. O resto é uma escória de defesa da csn.

  47. Meu nome é Zé Pequeno!

    Por ser um material particulado, o vento pode transport√°-lo e as pessoas poder√£o absorver as part√≠culas que as comp√Ķe por via respirat√≥ria.
    A composi√ß√£o do material √© inerte, mas a limpeza nas habita√ß√Ķes mais pr√≥ximas pela dispers√£o do material pelo vento e a possibilidade de vir a provocar doen√ßa denominada “Silicose” e danos ao meio ambiente s√£o denominados polui√ß√£o atmosf√©rica e h√≠drica visto que alteram as condi√ß√Ķes encontradas normalmente naquele ambiente.
    Silicose para quem n√£o conhece consiste na forma√ß√£o permanente de tecido cicatricial nos pulm√Ķes causada pela inala√ß√£o de poeira de s√≠lica (quartzo).
    Normalmente afeta trabalhadores que exercem suas atividades laborais em minas, locais de extra√ß√Ķes,etc pela exposi√ß√£o √† ambientes empoeirados sem equipamentos de prote√ß√£o individual ou coletiva, tais como, m√°scaras para poeiras e ou exaustores, coletores de p√≥,etc.
    Independentemente da sua posterior utiliza√ß√£o, o ac√ļmulo est√° alt√≠ssimo e pr√≥ximo a margem do rio – pelo que me recordo deve existir uma √°rea de prote√ß√£o ciliar de modo a evitar o assoreamento deste – e se o mesmo ultrapassar ir√° assorear o leito logo dependendo da quantidade poder√° vir a provocar inunda√ß√Ķes em per√≠odos de chuva intensa pela redu√ß√£o da sua profundidade.
    Existe tamb√©m a possibilidade de paralisa√ß√£o das atividades f√°bris pois onde ir√£o p√īr os rejeitos?
    A doa√ß√£o √© ben√©fica para todos os envolvidos economicamente pois permite a continuidade das opera√ß√Ķes industriais, aumenta a vida √ļtil do local de armazenagem em uso por mais anos evitando a abertura de novo local enquanto o segundo obt√©m material para melhorar suas estradas vicinais a custos mais reduzidos.
    Todavia fica o alerta “algo tem que ser feito” para minimizar os impactos ambientais, sociais,etc.
    Não nego que estamos em ano eleitoral e que cada uma das partes envolvidas defendem seus interesses logo é necessário um estudo sério para verificar o que é verdade e o que é mentira.
    Trabalhando todos juntos o problema pode ser reduzido e todos ganhariam com isso.

    • Acho que o colunista deve uma explica√ß√£o, sob pena de se interpretar que o oportunismo passa das fronteiras da pol√≠tica formal e resvala na pr√≥pria imprensa por ele representada.

    • Show. perfeiro

    • CEM Reais para votar, SEM prote√ß√£o ao Meio Ambiente depois

      Muito bom, Zé Pequeno! Sei que muitos podem contribuir, mas ficam omissos.

      N√£o tenham medo de errar. S√≥ n√£o erra quem nada faz. Respeito √†s opini√Ķes tbm √© bem-vindo!

      Só para lembrar:

      VOTO NULO n√£o VOTA CONTRA os bandidos e ao

      PAGAR A MULTA eleitoral saiba que o seu dim dim vai para os MAIORES partidos para investirem nos MAIORES candidatos bandidos.

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