Eletronuclear atualiza Estudo de Impacto Ambiental de Angra 3

by Agatha Amorim

Pesquisa da Eletronuclear chega ao Água Santa, Camorim, Parque das Palmeiras, Ilhas da Baía da Ilha Grande, Santa Rita do Bracuí. (Foto: Divulgação)

Costa Verde – A Eletronuclear ampliou a abrangência da pesquisa realizada pela empresa: todos os bairros do I e II distritos de Angra dos Reis, na Costa Verde fluminense, também fazem parte da nova etapa. A iniciativa, que tem o objetivo de atualizar o perfil socioeconômico e os hábitos alimentares da população de Angra e Paraty, começou em julho e deve se estender pelas próximas semanas. Para isso, a companhia conta com o trabalho de profissionais da Sociedade para o Desenvolvimento da Pesquisa Científica, conhecida como Science, que são responsáveis pela realização da pesquisa nas residências.

Nas primeiras fases da atividade, foram entrevistados os moradores das áreas de influência direta de 5 km e 15 km das usinas nucleares, como os bairros Parque Mambucaba, Praia das Goiabas, Praia Vermelha, Praia Brava, Piraquara, Porto Frade e Frade. As vilas residenciais de Mambucaba I e II, mantidas pela companhia, também já foram contempladas.

“Ao longo de pesquisas como esta, pode ser identificada a necessidade de ampliar o raio das áreas investigadas. Por isso, bairros mais distantes também podem receber a visita dos pesquisadores”, pontua Paulo Gonçalves, chefe da Assessoria de Licenciamento Nuclear e Ambiental da companhia.
Fazem parte da nova etapa bairros como Água Santa, Camorim, Parque das Palmeiras, Ilhas da Baía da Ilha Grande, Santa Rita do Bracuí, entre outras localidades.

Vale ressaltar que os pesquisadores estarão devidamente identificados por crachá com foto, nome e identidade, além de camiseta com as logomarcas da Eletronuclear e da Science. A população pode ligar gratuitamente para o telefone 0800-025-0174 ou acessar o site https://science.org.br/contato para comprovar a identificação do entrevistador.

“A pesquisa é importante para atualizar o Estudo de Impacto Ambiental de Angra 3, que faz parte do licenciamento da usina e foi realizado há cerca de 20 anos. Isso é fundamental para saber se a realidade da região mudou nesse período e se é preciso fazer algum ajuste nas ações que serão realizadas pela empresa”, finaliza Paulo.

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