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Inea descarta risco de escória ser levada para leito do Rio Paraíba do Sul

Matéria publicada em 28 de janeiro de 2022, 16:36 horas

 


Volta Redonda – Uma comissão do Inea foi apurar denúncias de que as pilhas de escória depositadas em pátio às margens do Rio Paraíba do Sul, no bairro Brasilândia, em Volta Redonda, estariam contaminando as águas e com risco de avançar para o leito do rio. A possibilidade de contaminação das águas foi descartada. De acordo com o coordenador da fiscalização ambiental da Comissão de Defesa do Meio Ambiente da Alerj, Gerhard Sardo, não existe risco aparente de a escória cair no leito do rio:

— Existem, realmente, grandes pilhas de escória próximas à margem do rio, mas, aparentemente, não correm o risco de serem levadas ao leito — disse ele

Além disso, foi verificada a questão da preservação da faixa marginal, área considerada de proteção ambiental permanente. O pedido partiu da Comissão de Defesa do Meio Ambiente da Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) que mobilizou o setor de fiscalização ambiental, o Inea (Instituto Estadual do Ambiente) e a Polícia Ambiental do Estado.

Sardo acrescentou que serão realizados encaminhamentos à empresa, aos ministérios públicos Estadual e Federal e aos órgãos de fiscalização ambiental, principalmente, ao Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), pedindo informações sobre o controle e manejo ambiental do entorno do Rio Paraíba do Sul e no interior da região.

— Identificamos a necessidade de recuo dessas montanhas, pois estão a menos de 100 metros do leito do Paraíba, uma área de preservação ambiental de acordo com o Código Florestal Brasileiro — relatou Gehard.

Essa preocupação também foi apontada pelo assessor da superintendência do Inea, Edson de Oliveira, ao destacar as ações já realizadas e as tratativas com a empresa para diminuir a altura dos depósitos de escórias.


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Um comentário

  1. Esse tal de INEA é um órgão que não fiscaliza nada. É capacho da CSN; na verdade , foi criado para proteger os agressores do meio ambiente. Melhor extingui-lo.

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