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Jonas Marins assina protocolo de intenção com Parque Tecnológico

Matéria publicada em 25 de novembro de 2015, 20:34 horas

 


Documento confirma apoio da prefeitura à instalação do PqTec Rio Sul em terreno às margens da Dutra

Oficial: Prefeitura de Barra Mansa vai apoiar criação de Parque Tecnológico do Sul Fluminense (Foto: Gabriel Borges – PMBM)

Oficial: Prefeitura de Barra Mansa vai apoiar criação de Parque Tecnológico do Sul Fluminense
(Foto: Gabriel Borges – PMBM)

Barra Mansa –  O gabinete do prefeito de Barra Mansa, Jonas Marins, sediou no final da tarde dessa terça-feira (24), a assinatura do protocolo de intenção entre o governo municipal e a Associação de Pesquisadores em Prol da Tecnologia e Inovação do Sul Fluminense (PqTec Rio Sul). O evento contou com a presença do diretor da associação de pesquisadores, Alexandre José da Silva; do presidente da representação regional da Firjan no Sul Fluminense, Edvaldo Xavier de Carvalho, o Fafal; do presidente da Associação Comercial e Industrial de Barra Mansa (ACIAP BM), Rafael Milton Teixeira Júnior; da diretora do Sicomércio BM, Maria das Graças Fernandes; e do empresário Fernando Moreira, além de secretários municipais.

O documento confirma o apoio da prefeitura para a instalação do Parque Tecnológico do Sul Fluminense em um terreno de aproximadamente 200 mil metros quadrados, às margens da Rodovia Presidente Dutra. “O parque vai oferecer uma ampla estrutura de desenvolvimento tecnológico voltada para indústrias dos setores metalmecânico, automobilístico e nuclear”, explicou o diretor da PqTec Rio Sul. O protocolo de intenção com a prefeitura fará parte do projeto de captação de recursos que a associação vai apresentar à Faperj (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro) ainda este mês.

“Desde o começo do projeto, o governo de Barra Mansa nos ofereceu total apoio. Temos certeza que vamos obter sucesso no edital da Faperj. Inicialmente, estamos pleiteando recursos de cerca de R$ 2 milhões para a construção de uma unidade administrativa e de um centro de treinamentos, mas os investimentos no parque podem ultrapassar R$ 150 milhões”, informou Alexandre, ressaltando que o motivo da escolha de Barra Mansa para sediar o projeto é seu posicionamento estratégico. “A cidade está às margens da Dutra e faz parte dos clusters automotivo, metalmecânico e siderúrgico”, pontuou.

Para Fafal, a criação de um parque tecnológico vai contribuir para uma revitalização total da indústria regional. “As empresas ganharão mais competitividade no mercado. Grandes empresas vão conseguir desenvolver fornecedores regionais de componentes importantes para seus produtos. E as pequenas empresas terão acesso à tecnologia e inovação de ponta para atender à demanda das âncoras”, argumentou.

O presidente da ACIAP BM lembrou que a entidade buscou o apoio de grandes empresas da região para viabilizar a instalação do parque. “Foi fundamental o envolvimento das empresas no projeto para que ele ganhasse força e reconhecimento. Muitos empresários relatam dificuldades em ter acesso aos laboratórios de pesquisa das universidades e o parque tecnológico vai quebrar essa barreira”, comentou Rafael.

Jonas frisou que a região possui condições ideais para se tornar uma rota de tecnologia nacional. “O Sul Fluminense tem PIB alto, um parque industrial consolidado e diversificado e muitas instituições de ensino e pesquisa, como universidades e escolas técnicas. Além disso, tem estrutura viária que possibilita uma forte integração e vem recebendo diversos investimentos”, disse o prefeito, lembrando que antes mesmo de assumir o governo municipal já era um apoiador do projeto.

“Em dezembro de 2012, acompanhei os professores da PqTec Rio Sul em uma reunião com o ministro de Ciência e Tecnologia, em Brasília, para pedir apoio do governo federal ao projeto”, contou Jonas, informando que a secretaria municipal de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Tecnologia será a responsável por acompanhar o andamento do projeto.

O prefeito destacou ainda que a iniciativa é de extrema importância para Barra Mansa e região, pois trará desenvolvimento econômico e capacitação de recursos humanos. “O parque tecnológico vai contribuir diretamente para aumentar a competitividade e a sustentabilidade da economia da região por meio do empreendedorismo inovador”, disse o prefeito, agradecendo ao empresário Fernando Moreira a doação do terreno para a instalação da unidade. “Sem esse ato de amor à cidade a instalação do parque não seria possível”, finalizou Jonas.


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5 comentários

  1. Avatar
    Liberdade e Propriedade

    Querem negligenciar o Polo Industrial e transformar a Dutra numa avenida, tudo pelo social. No Brasil falta planejamento e sobra politicagem.

  2. Avatar

    e a zoona ZEN

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    O Parque deverá situar-se em terreno de mais de 220.000 m2 às margens da Dutra, praticamente na confluência com outra importante rodovia, a Br-393, com saídas para Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia, próximo ao futuro Aeroporto, do Hospital Regional, e das futuras Rodoviárias de Volta Redonda e Barra Mansa.
    Como resultado, trabalhamos hoje na implantação de um Projeto, acreditamos, extremamente consistente e apoiado, que tem por objetivos, além daqueles do Parque em si, garantir que os investimentos públicos eventualmente aplicados tenham realmente um EFEITO MULTIPLICADOR E NUCLEADOR, com condições de atrair novos investimentos privados, atender as demandas de toda a região por Tecnologia & Inovação, e homogeinizar as oportunidades de desenvolvimento industrial tecnológico e inclusive soceial.
    A receptividade do setor industrial tem nos impressionado, e o setor acadêmico é fortemente representado e inclui uma das maiores Universidades do país, a UFF, e o IFRJ uma das mais relevantes ICT’s federais do Estado.

    Fabricio Lins
    Diretor de Planejamento do PqTec-Rio Sul

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    Liberdade e Propriedade

    Parabéns a BM. Mas a escolha aparenta ser mais política do que técnica, o pólo industrial da região das Agulhas é muito mais adequado.

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      Deixa de ser despeitado, cara! Vc acha que só Resende tem que receber investimentos?… Como o próprio nome diz, é um centro de pesquisa, não uma fábrica, então não tem obrigatoriamente que estar em meio às indústrias. Nesse caso, a questão logística pesa mais…

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