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Mercado Célio de Souza Lima tem previsão de funcionamento até dezembro

Matéria publicada em 20 de outubro de 2019, 18:03 horas

 


Empreendimento irá favorecer entre 120 a 150 empregos diretos em Barra Mansa

Mercado será voltado para o ramo gastronômico na região
(Foto: Júlio Amaral)

Barra Mansa- Apesar de seu lançamento para empreendedores ter ocorrido no dia 13 de setembro, o Mercado Célio de Souza Lima, tradicionalmente conhecido como mercado Barra Mansa e futuro centro gastronômico do município, tem previsão de já estar funcionando para as festividades de fim de ano.
Segundo o engenheiro Licélio de Miranda Lima, um dos herdeiros da família, este mercado que sempre funcionou na Rua Duque de Caxias, número 222, no Centro e bem em frente ao Jardim das Preguiças, irá representar o resgate da história da própria cidade, pois o mercado funcionou da década de 50, onde começou a ser construído em 1949 pelo seu pai Célio de Souza Lima e se manteve em funcionamento por 56 anos até 2006, onde iniciou os trabalhos de revitalização do local.
– E mesmo com o processo de revitalização, o local sempre se manteve em atividade, mesmo com poucas lojas – disse Licélio Lima.
O empreendedor afirmou que a previsão de inauguração é imediata, mas por enquanto ele está aguardando o fechamento dos contratos de aluguel e busca o período de vendas do fim de ano para que os comerciantes lucrem com as vendas durante o período festivo. “Mas a ideia é inaugurar o quanto antes”, afirmou.
O herdeiro deste novo empreendimento ressaltou que a ideia deste projeto é transformar o local em um grande espaço gastronômico para Barra Mansa e região, lembrando que de imediato o mercado irá favorecer em torno de 120 a 150 empregos diretos.
– Este novo projeto é composto por 43 lojas na parte inferior e mais três lojas e três salas na praça de alimentação totalizando 49 espaços comerciais. A procura pelos comerciantes para locação está sendo muito grande e, por isso, estamos procurando selecionar para atender melhor a todos. E entre os produtos que serão comercializados, nós nos preocupamos em oferecer um espaço com víeis ligado a todo tipo de gastronomia como sorveteria, hamburgueria, cafeteria, cervejas artesanais e produtos naturais – destacou.
Segundo Licélio, a intenção é mostrar aos visitantes um espaço diversificado de alimentação trazendo para a região um local semelhante aos mercados já conhecidos de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.
– Estou confiante de que este mercado possa se transformar no maior espaço gastronômico da região. A prefeitura está nos apoiando divulgando junto a empreendedores do ramo de gastronomia, o que nos levou a adotar este ramo de ocupação. E para divulgar melhor o espaço, pretendemos no futuro criar eventos onde o espaço do mercado poderá ser usado para divulgar a cultura e o turismo da região através de shows culturais e encontros diversos como de carros antigos, motociclistas e gastronômicos – disse.
Em relação ao tamanho das lojas, o empreendedor Licélio comentou que na área geral a metragem varia entre 12 e 24m², já na praça de alimentação, as lojas terão em média 30m² com um espaço comum de 280m² para utilização de mesas pelos lojistas, além de um estacionamento para 35 veículos.
– Lembrando que no momento 40% das lojas já estão em fase de conclusão de locação – afirmou.

Planos de expansão

De acordo com Licélio, numa segunda etapa a ser implantado em breve, este novo mercado irá receber mais 12 lojas com área entre 18 a 31m², além de um estacionamento vertical com três andares para atender em torno de 100 veículos.
Segundo o corretor Ademir Braz Ferreira, responsável pela locação dos imóveis no novo espaço, ainda tem lojas para locação. O atendimento no local e na imobiliária é a partir das 8h30 e para quem estiver interessado pode entrar em contato pelos telefones: 98153-1555; 3323-5119; 3323-1877 ou 99997-3571.
O proprietário ressaltou que o mercado terá três acessos, um pela Rua Duque de Caxias, outro pela travessa Mário de Almeida e um acesso pela Rua Oscar da Silva Marins através do estacionamento.


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3 comentários

  1. Avatar

    Mas e o minishopping (camelódromo) estão fazendo em cima da rodoviária? Barra Mansa não tem renda pra sustentar tanto comércio, vai ficar igual o mercado de Barra do Piraí, que só está ativo devido ao cinema. Por quê não um shopping de verdade onde era a Nestlé? A estrutura já está pronta, podiam fazer algo temático, como o Shopping Bangu.

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    Gosto deste tipo de mercado, com certeza serei frequentador assíduo.

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    Será o shopping de Barra Mansa? E com praça de alimentação.
    Agora só falta reformar o resto do centro da cidade, demolindo a metade para tentar melhorar o que sobrar.

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