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Programa habitacional tem R$ 970 milhões para aplicar em 2016

Matéria publicada em 27 de fevereiro de 2016, 16:40 horas

 


Terceira fase do programa deverá ser anunciada em março, com prestação mínima passando de R$ 25 para R$ 80

Brasília e Volta Redonda – Resolução publicada no Diário Oficial da União de sexta-feira estabelece o plano de metas e as diretrizes gerais para a aplicação dos recursos do Fundo de Desenvolvimento Social, destinados ao Programa Minha Casa, Minha Vida. Segundo o texto, poderá ser usado o montante de até R$ 970 milhões em 2016, dos quais R$ 613,8 milhões para pagamento de obras em curso e R$ 338 milhões para contratação de novas operações de crédito.

A terceira fase do programa deverá ser anunciada em março. A prestação mínima do Minha Casa, Minha Vida vai subir de R$ 25 para R$ 80 e será cobrada para as novas moradias do programa habitacional, que começam a ser contratadas este ano. Pertencente à terceira etapa do programa, a mudança se refere às famílias que estão na primeira faixa, com renda de até R$ 1,8 mil.

Para as pessoas que recebem salário mensal de no máximo R$ 800, a prestação será de R$ 80. De acordo com o Ministério das Cidades, para aqueles que têm renda mensal entre R$ 800 e R$ 1,2 mil, o valor corresponderá a 10% do salário. As famílias cujo salário médio varia entre R$ 1,2 mil e R$ 1,8 mil pagarão mensalmente o valor que corresponde a 15% do salário.

A prestação mínima paga anteriormente pelos beneficiários do programa era de R$ 25 por mês. Antes das mudanças, em toda a Faixa 1, cerca de 95% do imóvel era subsidiado pelo governo.

Volta Redonda

A prefeitura de Volta Redonda já atingiu a marca de 1.700 apartamentos entregues pelo programa habitacional do Governo Federal, destinados á camada mais carente da população. O último empreendimento concluído está no bairro Santa Cruz, onde foram construídas 244 unidades.

Antes disso, a prefeitura entregou outras 480 unidades do programa no bairro Vila Rica/Três Poços, no Residencial Penhe Marchtein (Pedrão), beneficiando famílias com renda até três salários mínimos. Além disso, a prefeitura já tem mais de 600 imóveis contratados e aguardava o sinal verde do Governo Federal para tentar dar andamento nos processos.

“A prefeitura de Volta Redonda já entregou muitos apartamentos pelo programa, com prioridade para famílias que moravam em áreas de risco. É uma mudança de vida muito positiva para as famílias beneficiadas – todas selecionadas pela Smac (Secretaria Municipal de Ação Comunitária) a partir dos critérios da Caixa, que depois aprovou os selecionados”, disse Neto.


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3 comentários

  1. Avatar

    Brasil…. meu Brasil brasileiro….

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    Dando casa pra bandido montar boca de fumo. É ridículo.

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      Ridículo é este pensamento seu de que todo pobre necessitado é dono de boca de fumo,aliás aí no bairro onde vc mora também tem boca de fumo e talvez vc não seja o dono da mesma.

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