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Silvio Campos convoca metalúrgicos para a greve contra a Reforma da Previdência

Matéria publicada em 12 de junho de 2019, 22:18 horas

 


Silvio Campos questiona impacto da reforma sobre os metalúrgicos

Volta Redonda – O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Sul Fluminense, Silvio Campos, convocou os integrantes da categoria a se juntarem aos protestos que ocorrerão em todo o Brasil, nesta sexta (14) contra a Reforma da Previdência. Silvio lembrou que as onze centrais sindicais existentes no país estão juntas nesse protesto, e mencionou especificamente a questão dos metalúrgicos, que precisarão atingir a idade mínima de 65 anos para se aposentarem, na aposentadoria convencional, e precisarão ter 55 anos para se aposentarem com 70% dos rendimentos, na aposentadoria especial.

— Como é que alguém vai conseguir trabalhar até os 65 anos dentro da CSN? — questionou o sindicalista.

Nesta sexta-feira, 14 de junho, os trabalhadores de todo o Brasil vão cruzar os braços contra a reforma da Previdência. No Sul Fluminense não será diferente e diversas categorias já confirmaram a paralisação das atividades.

A greve geral está sendo organizada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e demais centrais sindicais. Entre os participantes do movimento na região estão: professores, metalúrgicos, trabalhadores da educação, da saúde, de água e esgoto, dos Correios, da Justiça Federal, motoristas, cobradores, servidores públicos municipais estaduais e federais, domésticas, advogados e estudantes.

Haverá atos em todo o Brasil.

Força sindical

O presidente da Força Sindical, Miguel Torres, representará a central nos atos em São Paulo

Após participarem dos atos da Greve em São Paulo, os sindicalistas das centrais sindicais irão se reunir, às 11 horas, na porta do INSS, localizado na Santa Ifigênia, em São Paulo. O presidente da Força Sindical, Miguel Torres, representará a central no ato.

— A reforma do governo não combate as desigualdades, nem os privilégios — critica o presidente da Força Sindical. “É importante destacar que a proposta do governo prejudica os mais pobres. O governo quer que você contribua mais e receba um benefício menor”, afirma.

— É um dia de manifestação nacional em defesa da aposentadoria e da educação — diz o Secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna.

Diversas categorias já aprovaram a adesão à greve. Entre elas: metroviários, motoristas de ônibus, ferroviários, metalúrgicos, químicos, costureiras, alimentação,  construção civil, têxteis, estivadores, caminhoneiros, professores municipais e estaduais, profissionais do serviço de limpeza urbana da capital paulista, servidores de hospitais públicos e postos de saúde da capital, servidores da saúde estadual,  bancários, servidores do INSS, trabalhadores de hospitais federais e trabalhadores dos correios.

CUT

Nesta sexta-feira (14), em todo o Brasil, trabalhadores e trabalhadoras de diversas categorias irão cruzar os braços contra a reforma da Previdência, em defesa da educação e por mais empregos. Organizada pela CUT e demais centrais sindicais – CTB, Força Sindical, CGTB, CSB, UGT, Nova Central, CSP- Conlutas e Intersindical -, a greve ganhou a adesão de bancários, professores, metalúrgicos, químicos, portuários, trabalhadores rurais, agricultores familiares, metroviários, motoristas, cobradores, caminhoneiros, trabalhadores da Educação, da saúde, de água e esgoto, dos Correios, da Justiça Federal, eletricitários, urbanitários, petroleiros, enfermeiros, vigilantes, servidores públicos federais, estaduais e municipais, entre outras categorias que estão aprovando a paralisação em assembleias.

Motivos para a greve não faltam, diz o presidente nacional da CUT, Vagner Freitas. “Além de não apresentar ao país uma proposta de retomada do crescimento econômico com geração de emprego e distribuição de renda, o governo Bolsonaro quer jogar a conta da crise nas costas dos trabalhadores e acabar com o direito à aposentadoria de milhões de brasileiros e brasileiras”.

“É um dia de manifestação nacional para colocar um fim a esse estado de coisas que estão ocorrendo no Brasil”, concluiu o presidente da CUT, se referindo às altas taxas de desemprego que não param de crescer, à estagnação política e econômica, além dos escândalos ligados à família e equipe ministerial de Bolsonaro, como a recente denúncia contra os procuradores da Lava Jato e o atual ministro da Justiça, Sergio Moro, além das conhecidas denúncias contra o senador Flávio Bolsonaro, filho mais velho do presidente.


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3 comentários

  1. Avatar

    Vão trabalhar cambada de vagabundos, agora que o governo cortou suas mordomias!! querem que os trabalhadores fazem GREVE, fala sério!!! LULA PRESO!!! VIVA A LAVA JATO !!!

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    Piada esse Sindicato.O Judeu tá doido para aparecer uma grevezinha na CSN para ele demitir um monte de pião.Acorda Silvio o momento atual com desemprego desenfreado falar em greve política é piada.

  3. Avatar

    greve ate as 8:00 nas portarias da csn sindicato sem vergonha ainda avisar a empresa amanha iremos trabalhar as 9: 00

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