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Vigilâncias sanitárias garantem que vistorias em açougues são frequentes

Matéria publicada em 21 de março de 2017, 19:14 horas

 


Órgãos das cidades do Sul Fluminense estão orientando e tirando dúvidas de consumidores

Vigilância Sanitária fiscaliza mercados em diversos pontos do Rio

Vigilância Sanitária fiscaliza mercados em diversos pontos do Rio

Sul Fluminense – Após a deflagração da Operação Carne Fraca da Polícia Federal na última sexta-feira, dia 17, que expôs a venda de carnes e alimentos processados em más condições de consumo, as vigilâncias sanitárias das cidades do Sul Fluminense estão orientando e tirando dúvidas de consumidores. Os órgãos esclareceram ainda que os estabelecimentos que comercializam esse tipo de produto são classificados como de alto risco sanitário e vistoriados frequentemente.

O coordenador da Vigilância Sanitária de Volta Redonda, Bruno Freitas, fez questão de tranquilizar a população da cidade com relação aos produtos encontrados nos estabelecimentos.

– Uma vez que possíveis fraudes estavam ocorrendo em grandes estabelecimentos, que possuem fiscalização permanente do Ministério da Agricultura, não há necessidade de ação específica em detrimento dessa operação – afirmou Bruno, acrescentando que o recomendado é que o consumidor conheça a procedência dos produtos, inclusive exigindo do comerciante a relação dos fornecedores das carnes e derivados, principalmente com que se refere aos embutidos e ficar atento às condições de higiene.

Outro cuidado que Bruno alerta é para os produtos artesanais, que não possuem rótulos de fabricantes.

– A Vigilância Sanitária está sempre atenta a qualquer produto ou serviço que possa colocar em risco a saúde dos consumidores.  Por isso sempre observamos a procedência, validade, registro nos órgãos fiscalizadores da Agricultura, condições de armazenamento e conservação. E em caso de necessidade, os produtos são encaminhados para os laboratórios de referência – enfatizou.

Em Barra Mansa, a coordenadora da Vigilância Sanitária, Maristela Torres Correa Campos da Fonseca, informou que o órgão está aguardando um posicionamento do Ministério da Agricultura ou da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) sobre a situação. Ela disse que em geral, nesses casos, é publicada uma resolução especificando os procedimentos a serem adotados e apontando os lotes dos produtos que precisam ser retirados do mercado.

A coordenadora disse ainda que a vigilância sanitária do município já faz a fiscalizações em ambientes que comercializam carnes de boi, porco e frango de maneira sistemática e durante a operação verifica se a temperatura dos freezers está adequada ao acondicionamento do produto, a aparência das carnes, o lote, data de fabricação e validade.

– No caso dos produtos sob suspeita, eles são encaminhados para análise no Laboratório Lacen, no Rio de Janeiro – esclareceu.

Maristela alertou aos consumidores sobre a importância de guardar a embalagem do produto e a nota fiscal no caso de eventual reclamação. Também explicou que as carnes embaladas podem ter um cheiro diferenciado, mas que após o contato com o oxigênio, isso tende a desaparecer. Se isto não acontecer, é melhor não consumir a mercadoria.

Alerta ao consumidor

Segundo o fiscal sanitário da Vigilância de Resende, Müller de Jesus do Amaral, entre os cuidados que o consumidor deve se atentar ao comprar produtos de origem animal, quaisquer que sejas, é a aparência, se está na cor natural. No caso do bovino, é observar que ela não esteja excessivamente vermelha ou muito escura, porque pode ter sido fraudada. No caso de frangos, é necessário observar se estão bem congelados. Sempre é importante verificar a embalagem que nela consta informações sobre a conservação e temperatura dos produtos.

– O trabalho da vigilância se mantém atento para que o comércio ofereça com total integralidade, alimentos de qualidade ao consumidor. Qualquer modificação na agenda dos fiscais depende de notificação oficial da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), através da Fiscalização Estadual – conclui.

Por Júlio Amaral
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11 comentários

  1. Duvido que a vigilância sanitária tenha ido no açougue do Royal do Retiro.

  2. VIGILÂNCIA SANITÁRIA EM BARRA MANSA????
    NÃO SERVEM PRA NADA, ALIÁS, APARECEM QUANDO CHAMAMOS E NOS
    TRATAM COM A MAIOR FALTA DE EDUCAÇÃO.

  3. essas são os maiores atoas do Brasil, nada fazem, ganham para ficar sentados e ainda recebem uma grana por fora para que “não vejam NADA”!
    Deem um pulo no “floresta” da 207 e no supermercado na entrada da Morada da Granja, eles fedem a podre SEMPRE!!! O açougue então nem me fale!! NOJENTO!!!

  4. Recentemente, convidei minha irma para um churrasco, e ela trouxe 1 kg de carne q havia acabado de compra no supermercado Beira Rio proximo a linha do trem em BM, quando olhei a carne estava roxa, abri o saco subiu um cheiro de podre e todos na cozinha reclamaram do cheiro, é uma vergonha, como pode o funcionario pegar, cortar e pesar e nao sentir cheiro de podre ou ve q a cor nao esta de acordo!

  5. Vigilância Sanitária em VR ? Onde ? Frequento sempre o comércio e nunca vi.

  6. Sinceramente a vigilância sanitária em Volta Redonda e de modo geral em todo Brasil não existe. Devem receber muita grana dos proprietários de mercados, restaurantes, lanchonetes, e afins.
    Aqui em VR há mercados, que pelo amor de Deus, que é uma sujeira só: nos açougues, gondolas, etc. Mau cheiro é demais.
    Restaurantes ninguém faz vistoria nas cozinhas, deve ser uma nojeira. Quero ver as cozinhas com vidros para que possamos ter noção como são preparados os alimentos.

  7. Recentemente em um grandioso mercado na Av. Paulo de Frontin, vi funcionários trocando o turno dentro do açougue e ao tirar o uniforme, um deles colocou o uniforme usado e sujo em cima da balança. Chamei um resposnsavel que estava perto, o mesmo nem atenção deu. Penso que os proprietarios são os mesmos que procuraram orgão publico para expandir ainda mais seus negocios como um dos distribuidores.

  8. Em Volta Redonda precisa ter um orgão de vigilancia sanitaria. Pois jamais vi um desses ” Fiscais ” fiscalizando alguma coisa. Penso que eles tambem deveriam ser investigados pela PF. Em Volta Redonda, é extremamente comum comprarmos carnes estragadas, comidas em restaurantes estragadas, leite azedo, geladeiras de mercado estragada e por ai se vai. Recentemente estive em um grande supermercado onde não tinha refrigeração na sessão de iogutes, manteigas e outros. Volta Redonda é uma cidade pequena onde tudo acontece, menos oque é certo. Se tem fiscais de saude publica em Volta Redonda, qual é o telefone, onde ficam instalados, tem plantão, quaia suas atrividades????? Sera que existe????? Pago pra ver.

  9. É ruim hein a bagunça e geral.Agora começa a fiscalização depois para tudo. Me engana que eu gosto,nas prefeituras só funciona bem as guardas municipais porque geram dinheiro com multas.

  10. OLÁ BRUNO,
    VIGILÂNCIA TEM QUE SER RÍGIDA. HOJE NO SUPERMARKET DO RETIRO (AV. SÁVIO GAMA), A ILHA DE CONGELADOS ESTAVA EM REPARO, PORÉM TINHA MUITA MERCADORIA DESCONGELANDO , OS CORTES DE FRANGO ESTAVA TUDO MOLE.. O SENHOR ACHA QUE COMO VAI SER O PROCEDIMENTO? VÃO CONGELAR NOVAMENTE E ISSO QUE EU SAIBA É ERRADO, NÃO FAZ BEM PRA SAÚDE, OUTRO DETALHE É A IMUNDICE DAQUELES MIÚDOS QUE FICAM NO AÇOUGUE É NOJENTO, PASSA POR LÁ DE VEZ EM QUANDO POR FAVOR.

    OUTRA COISA É FUNCIONÁRIO MANUSEANDO ALIMENTOS COM ANEL, MEXENDO EM CELULAR, COÇANDO NARIZ, COÇANDO CABEÇA, FALA SÉRIO!

  11. Por favor Sr. Bruno, não verifique apenas açougues e supermercados por causa da carne.
    As lanchonetes, bares , pastelarias e cafés da Vila Santa Cecilia estão uma vergonha. Muita sujeira e falta de higiene, empregados sem uniforme e touca na cabeça, banheiros imundos, baratas, etc.
    Vamos trabalhar.

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