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Um total de 35 escolas municipais estão inseridas no Projeto Volta Redonda Cidade da Música

Matéria publicada em 1 de abril de 2021, 13:59 horas

 


Devido à pandemia, apresentações acontecem pela internet até o retorno total das atividades

O projeto que está presente em 35 escolas municipais de VR – Foto: Divulgação PMVR.

Volta Redonda- A pandemia não impediu que os 4,6 mil estudantes participantes do projeto Volta Redonda Cidade da Música, que acontece através da Secretaria Municipal de Educação (SME) e da Fundação Educacional de Volta Redonda (Fevre) ficassem parados.

O projeto que está presente em 35 escolas municipais, com a pandemia os estudantes participantes tem atuado de forma online com os professores. As apresentações para o público também não pararam e seguem por meio de lives na rede social: www.facebook.com/projetovrcidadedamusica

Cada escola que participa do projeto tem uma sala de música para iniciar o estudante participante, que depois passa a frequentar a sede do projeto no bairro Vila Mury.

“Estamos nos organizando para voltar a funcionar após a pandemia. É como um time de futebol: o conhecimento não se perde, mas é preciso o contato direto com os instrumentos para praticar. O projeto está renascendo depois de quatro anos para receber os novos alunos e os antigos, o pessoal tem vindo estudar. Os que tocam instrumentos de cordas podem fazer os ensaios, mas é obrigatório o uso de máscara facial, higienização das mãos com álcool 70% e distanciamento entre os alunos”, disse o maestro Nicolau Martins.

Ele destacou que o projeto já colocou diversos alunos no caminho profissional da música, além de oferecer ganhos na parte pedagógica. O maestro lembrou que atualmente existem alunos tocando em bandas militares do Exército (maior parte), Marinha e Aeronáutica.

Em recente visita à sede do projeto, o músico Daniel Diniz Magalhães, 31 anos, informou que conseguiu uma bolsa de mestrado de 100% nos EUA. Ele passou por todas as etapas do projeto, onde começou aos 11 anos, quando estudava no Colégio Getúlio Vargas. Lá, conheceu o violoncelo e depois passou a contrabaixo. Em julho, ele viaja para o solo americano.

“Hoje sou professor formado com licenciatura em música e bacharelado pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. O estudo da música através do projeto foi fundamental na minha vida. O foco principal vai além da música, contribuindo na formação do cidadão. Eu fui convidado por carta oficial do departamento de música e artes da universidade americana, depois que o meu vídeo foi avaliado e o meu trabalho aprovado pelo dr. Marcos Machado e uma banca da universidade. Ele é o brasileiro que representa o maior nome do contrabaixo na atualidade, tendo estudado nos Estados Unidos e França”, frisou.


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Um comentário

  1. Avatar

    Enquanto isso crianças se aglomeram nos sinais de trânsito vendendo balas e mendigando.

    Parabéns Prefeito por contribuir com a pobreza dos cidadãos de Volta Redonda

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