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O ano de sucesso da França e do fracasso da Alemanha

Matéria publicada em 1 de janeiro de 2019, 16:24 horas

 


Rio – O ano de 2018 foi marcado pela realização de mais uma edição da Copa do Mundo. Neste ano, o torneio foi realizado na Rússia com mais surpresas negativas do que positivas. A seleção da França foi a grande vencedora da competição e, se não chegou a ser brilhante, mostrou eficiência em todas as fases do Campeonato Mundial. vitoriosa carreira. O atacante Mbappé foi o jogador mais jovem a marcar em uma final desde que Pelé marcou contra a Suécia em 1958. Ele também foi eleito a revelação do torneio.

Se não mostrou grandes evoluções táticas, o Campeonato Mundial foi pródiga em surpresas. Seleções apontadas como zebras, antes do início da competição, tiveram ótimo desempenho, enquanto muitas equipes favoritas decepcionaram e deixaram o torneio antes do tempo.

Quem surpreendeu de forma positiva foi a Croácia que chegou à Rússia sem causar grandes expectativas e acabou conquistando o vice-campeonato com uma grande campanha, liderada pelo meia Modric, eleito o melhor jogador, o que se repetiria durante o resto da temporada em outras premiações. O meia do Real Madrid superou Cristiano Ronaldo e Messi em todas as disputas e acabou vivendo o melhor ano da sua carreira.

O goleiro Subasic,da Croácia, brilhou intensamento na disputa dos pênaltis. Ele se transformou no terceiro goleiro na história das Copas do Mundo a pegar quatro pênaltis durante as fases eliminatórias. Foram três defesas na vitória sobre a Dinamarca, nas oitavas, e mais uma contra a Rússia, nas quartas. Subasic se transformou em um dos maiores responsáveis pela melhor campanha da história croata nos Mundiais.

A seleção do Brasil voltou a ficar no meio do caminho. Sem fazer exibições brilhantes na primeira fase, classificou-se com relativa facilidade, mas acabou eliminada pela Bélgica nas quartas de final e acabou frustrando, mais uma vez, as expectativas de quem esperava uma grande campanha na Copa, depois de uma brilhante participação nas eliminatórias sul-americanas e nos amistosos que antecederam o Campeonato Mundial. Neymar, a grande esperança brasileira, mais uma vez não conseguiu justificar sua fama e deixou a competição pela porta dos fundos

Mas a grande decepção do ano foi a seleção da Alemanha. Vencedora em 2014 com direito a uma humilhante goleada por 7 a 1 sobre o anfitrião Brasil, a Alemanha começou a tropeçar nos amistosos e o técnico Joachim Löw fez opções consideradas pela imprensa do seu país como a de cortar o atacante Sané, do Manchester City.
Os alemães estrearam com derrota para o México, alcançaram uma vitória muito difícil sobre a Suécia e perderam para a Coréia do Sul, sendo eliminados ainda na fase de grupos.

Quem também foi bem em 2014 e decepcionou na copa seguinte foi a equipe da Argentina. os argentinos passaram com dificuldades pela fase de grupos, mas acabaram sendo eliminadas pela França nas oitavas de final. A Espanha também rendeu abaixo do esperado e voltou para casa mais cedo.Mais uma vez o craque Lionel Messi não conseguiu o único grande troféu que falta na sua brilhante carreira. Além de Messi, o atacante português Cristiano Ronaldo também não foi longe no Mundial. Portugal foi eliminado nas oitavas de final.

A fase de grupos da Liga das Nações terminou na última terça-feira (20) e agora o futuro das seleções já está definido na competição. Quatro equipes ainda disputam o título, entre elas zebras como Holanda e Suíça, enquanto outras foram rebaixadas, como a Alemanha. Abaixo, você vê como ficou a primeira edição do novo torneio entre países europeus.

Surpresas na Liga das Nações

Criada pela Uefa, a Liga das Nações também foi rechada de surpresas. As seleções da Holanda, que não disputou a Copa, Suiça, Portugal e Inglaterra se classificaram para as semifinais que acontecerão em junho de 2019.

França, Bélgica, Itália e Espanha terminaram no segundo lugar em seus grupos, não conseguiram avançar às semifinais, mas escaparam do rebaixamento dentro da Liga. Como já havia acontecido na Copa do Mundo, a Alemanha voltou a ser uma grande decepção. O time dirigido por Joachim Löw terminou na lanterna do grupo que contava com Holanda e França e disputará a Liga B na próxima edição do torneio. Além dos alemães, Islândia, Polônia e até a Croácia, atual vice-campeã mundial, também foram rebaixadas.
Depois do novo fracasso, o técnico Joachim Löw voltou a ser ameaçado de demissão, mas a federação alemã garantiu a manutenção do treinador que está com o prestígio cada vez mais reduzido.

Quem subiu

Quatro seleções subiram para a divisão principal da Liga das Nações. Ucrânia, Suécia, Bósnia e Dinamarca se classificaram em primeiro lugar nos seus grupos na Liga B e garantiram o acesso para a primeira divisão em 2019.


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Um comentário

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    Copa de 2018 ! Copa em que o futebol sul americano sucumbiu profundamente ao europeu. Estamos defasados taticamente e fisicamente. Achavamos que tínhamos um grande time liderado por um jogador que se mostrou o elo mais fraco dessa corrente. Saiu da copa em baixa , não se preocupa mais com futebol e sim do que ele proporciona. Uma Confederação de Futebol assolada por denúncias de corrupção com 3 presidentes ( um preso nos estados unidos, o atual não pode sair do Brasil e o Caracú que representa o Brasil mundo a fora e que votou contra copa de 2026 no contionente americano) A CBF é uma caixa preta digna de uma operação a altura de uma lava jato. E para completar o treinador que fez um bom trabalho , mas que devia ser responsabilizado por bancar convocações de jogadores machucados ou que não estavam 100 % foi mantido e segue comandando cometendo os mesmos vícios morrendo abraçado com paulinho, william e Gabriel Jesus. O 7 x 1 foi só o começo do declínio do futebol brasileiro. Somos pentacampeões ! sim é inegável , mas muito mais pelo passado do que pelo presente. Falta Humildade em reconhecer erros e escolhas equivocadas.

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