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Reparações sobre tragédia do Ninho do Urubu vão à Justiça

Matéria publicada em 20 de fevereiro de 2019, 14:51 horas

 


Volta Redonda – A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, o Ministério Público Estadual e o Ministério Público do Trabalho informaram nesta quarta-feira, dia 20, que não houve acordo com o Clube de Regatas do Flamengo para viabilizar reparações às vítimas da tragédia no ninho do urubu. O clube, por sua vez, afirmou que fez propostas “acima dos padrões adotados pela Justiça brasileira”.

Em nota conjunta, os órgãos públicos confirmaram que o caso a partir de agora será decidido nos tribunais. “A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, o Ministério Público Estadual e o Ministério Público do Trabalho informam que, esgotadas todas as tentativas de negociação, o Clube de Regatas do Flamengo recusou-se a celebrar um acordo de reparação às vítimas do incêndio ocorrido no Centro de Treinamento Ninho do Urubu com as instituições acima referidas”.

A mesma nota, divulgada no site do Ministério Público, contesta a versão do Flamengo sobre os valores apresentados. E que a recusa do acordo foi feita por telefone, às 19 horas desta terça-feira, dia 19. “Os valores apresentados pelo clube estão aquém daquilo que as instituições entendem como minimamente razoável diante da enorme perda das famílias e demais envolvidos. A recusa do acordo foi informada por meio de ligação telefônica às 19h desta terça-feira (19)”, aponta o texto.

Encerrada a tentativa de acordo, as instituições buscarão agora reparação judicial. Já nesta quarta-feira (20), familiares dos jogadores serão atendidos pela Defensoria Pública para que sejam orientados sobre as medidas possíveis.

Entre as pessoas que serão atendidas estão os parentes do menino Arthur Vinícius, de 14 anos, que era morador de Volta Redonda.


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