Ricardo Teixeira também passa a ser investigado - Diário do Vale
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Ricardo Teixeira também passa a ser investigado

Matéria publicada em 1 de junho de 2015, 21:03 horas

 


Ex-presidente da CBF é investigado por movimentações atípicas em pré-Copa

Mais um: Ricardo Teixeira  não ficará de fora das investigações sobre corrupção no futebol (Foto:Reprodução)

Mais um: Ricardo Teixeira não ficará de fora das investigações sobre corrupção no futebol (Foto:Reprodução)


Rio – 
Mais um escândalo relacionado aos bastidores do futebol pode vir à tona nos próximos dias, desta vez, envolvendo o ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira. Segundo reportagem publicada pela revista Época, o cartola será investigado por movimentações “atípicas” em suas contas, justamente na época em que comandou a organização da Copa do Mundo de 2014.

“Juntada das informações do Coaf, onde constam informações sobre altas movimentações financeiras realizadas por Ricardo Terra Teixeira, no montante de R$ 464.560.000,00 (quatrocentos e sessenta e quatro milhões, quinhentos e sessenta mil reais), entre os anos de 2009 e 2012, sendo que tais foram considerados atípicos pelo Coaf”, diz relatório feito pela Polícia Federal.

As datas correspondem justamente ao período em que Ricardo Teixeira foi presidente do Comitê Organizador Local da Copa-2014, sendo que, no ano de 2012, ele renunciou ao cargo e à presidência da CBF. Tal relatório foi anexado a uma investigação da Polícia Federal sobre a compra de apartamento pelo ex-dirigente. O cartola foi indiciado pela Polícia Federal em janeiro deste ano, sob suspeita de quatro crimes: lavagem de dinheiro, evasão de divisas, falsidade ideológica e falsificação de documento público.

O imóvel, localizado na Barra da Tijuca, foi adquirido em 2002, por um montante de R$ 720 mil, fato veiculado pela mídia apenas em 2011. Cláudio Abrahão – da família dona do Grupo Águia, fornecedora da CBF – foi quem vendeu o apartamento, inclusive abaixo do preço de mercado, uma vez que fora avaliado em R$ 2 milhões.
A PF alega que Ricardo Teixeira não teria como justificar os valores, o que fez com que ele trouxesse dinheiro do exterior. O relatório da Coaf comprova a existência destas contas, que teriam sido utilizados para a compra do imóvel.


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Um comentário

  1. Aviso! Àqueles que se julgavam acima da lei pois vivem em uma República das Bananas tremam pois la nas “Terras do Tio Sam” não tem “jeitinho brasileiro não”!!!

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