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Rodrigo comemora tempo livre para Vasco preparar reação

Matéria publicada em 30 de julho de 2015, 16:49 horas

 


Rio – O Vasco foi derrotado novamente no Campeonato Brasileiro e vai permanecer na zona de rebaixamento pelo menos por mais duas rodadas. O algoz da vez foi o Corinthians, vice-líder da Série A. Mesmo após mais um revés, o zagueiro Rodrigo viu aspectos positivos na atuação cruzmaltina, principalmente no primeiro tempo, quando segurou os paulistas com boa marcação.

– Se a gente for carregar toda derrota para o próximo jogo a situação só vai piorar. Vínhamos de um resultado horrível em casa, mas fizemos um bom primeiro tempo contra o Corinthians. Foi equilibrado e tivemos uma boa atuação – disse.

Rodrigo destacou que o Vasco terá uma período grande para trabalhar visando a partida contra o Joinville, no dia 9 de agosto, no Maracanã. O zagueiro ressaltou que o técnico Celso Roth terá tempo para treinar a equipe e recuperar os jogadores.

– Teremos uma parada grande e isso será bom, para recuperar os jogadores. Eu mesmo estou vindo de uma série de jogos. O Celso Roth, desde que chegou, não teve tempo para trabalhar e agora terá este período para isso – declarou.

O defensor afirmou que as próxima rodadas serão fundamentais para o Vasco poder arrancar para fora da zona de rebaixamento. Os próximos cinco adversários dos cruzmaltinos estão na degola ou brigando contra ela.

– Agora teremos cinco jogos muito importantes para poder definir uma reação. Além do Joinville, teremos duelos contra Santos, Coritiba, Goiás e Figueirense, que estão na parte de baixo da tabela – finalizou.

Assessoria cobra clube na Justiça

A consultoria esportiva Think Ball & Sports, que agencia a carreira de diferentes atletas, entre eles o flamenguista Paolo Guerrero, entrou com uma ação legal na Justiça para reaver uma dívida de cerca de R$ 60 mil junto ao Vasco, referente ao agenciamento do meia Caíque, que passou pelo clube entre 2010 e 2011. O processo pode resultar na penhora de parte do patrocínio da Viton 44.

A empresa carioca, que produz a bebida Guaraviton e patrocina, além do Vasco, o Flamengo e o Fluminense, tem um contrato de patrocínio de cerca de R$ 15 milhões com o Cruz-maltino. Deste montante, R$ 62.267,53 estão sendo cobrados pela Think Ball & Sports para o acerto da dívida, que foi contraída no mandato do presidente Roberto Dinamite.

Em uma primeira decisão no tribunal, o juiz indeferiu o pedido de bloqueio do patrocínio. Em abril, os agentes da empresa de assessoria entraram com um novo pedido e ainda não obtiveram resposta. A Think Ball afirma ter direito à quantia pelo contrato de gerenciamento de carreira que tinha com Caíque, atualmente no Ulsan Hyundai, da Coreia do Sul.

O Vasco, que já convive com problemas financeiros e luta para que as polêmicas nos bastidores não influenciem o desempenho dentro de campo, corre o risco de perder não só cerca de R$ 60 mil como o próprio contrato de patrocínio com a Viton 44, que atualmente estampa sua marca nas mangas do uniforme.


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