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Vasco, com casa cheia, não consegue vencer o Joinville

Matéria publicada em 9 de agosto de 2015, 15:14 horas

 


Rio – Vasco e Joinville se enfrentaram na manhã deste domingo no Maracanã pela décima sétima rodada do Brasileirão, e saíram de campo sem mexer no placar. Diante de um bom público na ensolarada manhã carioca, as duas equipes não produziram muito em campo, num duelo compatível com a campanha de ambos no Campeonato Brasileiro.

O resultado não alterou as posições de ambos na tabela. Com treze pontos, o Joinville ocupa a décima oitava colocação, superando o Vasco, que tem a mesma pontuação, no saldo de gols.

Na próxima rodada, o Vasco tem um compromisso duríssimo diante do Santos, na Vila Belmiro. O jogo está marcado para esta quarta-feira, às 21 horas. O Joinville jogará em casa na quinta, encarando o Cruzeiro na Arena.

O Jogo – O duelo no Maracanã começou em ritmo lento. Vasco e Joinville pareciam estar apenas se aquecendo, e esperando o grande número de torcedores que tentavam entrar no estádio em grandes filas do lado de fora do Maracanã.

O nível técnico do jogo era muito ruim, e o Vasco só conseguiu o primeiro chute a gol aos 17 minutos. A jogada evoluiu pela direita quando Madson recebeu um belo lançamento e venceu o marcador na corrida. O Lateral vascaíno tocou para Dagoberto na entrada da área, que virou e deu para Jhon Cley finalizar. O goleiro Agenor caiu no canto esquerdo e segurou a bola.

Aos 22, Dagoberto recebeu na área, se livrou do zagueiro e chutou cruzado para fora.

As as melhores oportunidades da etapa inicial aconteceram em sequência. A primeira foi da equipe catarinense. Aos 31, Diego é lançado na esquerda da área e avança sozinho, mas acertou o golerio Martín Silva na hora de concluir e desperdiçou a chance de abrir o placar. Na resposta vascaína, contra-ataque rápido e Herrera recebeu livre na marca do pênalti, mas também chutou fraco e Agenor defendeu.

Aos 33, Dagoberto fez boa jogada pela ponta esquerda, entrou em diagonal e arriscou de longe. Mais uma vez Agenor estava bem colocado e espalmou. As duas equipes voltaram praticamente iguais para o segundo tempo, exceto pela alteração no meio-campo do Joinville com a entrada de Kadu no lugar de Lucas Crispim. E os catarinenses começaram melhor. Aos 2, Kadu avançou pela esquerda e lançou Kempes do outro lado. Dentro da área, o atacante mandou para o gol mas a bola foi em cima de Martín Silva.

Aos onze, bola roubada no meio-campo pelo Joinville, Kempes é lançado em profundidade, faz o corte no zagueiro e chuta de canhota, mas a bola vai pela linha de fundo passando perto da trave.

O Vasco tenta recuperar a posse de bola, mas sofre com o excesso de passes errados. O técnico Celso Roth inicia uma série de alterações, e tira Dagoberto e Anderson Salles de uma só vez, colocando os atacantes Riascos e Thalles. O volume de jogo do cruz-maltino melhora, mas o desempenho ofensivo das duas equipes continua fazendo justiça à condição de ambos como os piores ataques do Brasileirão.

Um lance aos 33 ilustrou bem a situação da partida. Riascos recebeu na esquerda, abaixou a cabeça e saiu em velocidade em diagonal. Na altura da intermediária, sem opções, arriscou de longe e mandou rasteiro sem perigo pela linha de fundo.

O Vasco continuou tentando até o fim na base do “abafa”, e aos 48 Agenor salvou com os pés a tentativa de Jhon Cley. Mas o Joinville soube se fechar e suportar a pressão para garantir o empate fora de casa.

FICHA TÉCNICA
VASCO-RJ 0 X 0 JOINVILLE-SC

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 9 de agosto de 2015 (Domingo)
Horário: 11h(de Brasília)
Renda: R$ 1.432.035,00
Público: 35.508 pagantes (41.591 presentes)
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (Fifa-SP)
Assistentes: Fábio Pereira (Fifa-TO) e Bruno Cesar Chaves Vieira (PE)
Cartões amarelos: Anderson Salles, Madson (Vasco); Marcelo Costa, Marion (JEC)

VASCO: Martín Silva, Madson, Jomar, Rodrigo e Christiano; Anderson Salles (Riascos), Pablo Guiñazu, Julio dos Santos e Jhon Cley; Herrera (Rafael Silva) e Dagoberto (Thalles)
Técnico: Celso Roth

JOINVILLE: Agenor, Arnaldo, Bruno Aguiar, Guti e Diego; Naldo (Luiz Menezes), Anselmo, Marcelo Costa e Lucas Crispim (Kadu); Edigar Junio (Marion) e Kempes
Técnico: Paulo César Gusmão


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