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Em meio a protestos, presidente da França renuncia a pensão vitalícia

Matéria publicada em 22 de dezembro de 2019, 14:57 horas

 


Emmanuel Macron fez neste sábado (12) um apelo à responsabilidade ‘de todos’ para se evitar uma escalada da tensão na Coreia do Norte

França – O presidente da França, Emmanuel Macron, anunciou neste domingo (22) a renúncia à pensão vitalícia a que teria direito ao deixar o governo. O anúncio ocorre em meio a protestos que ocorrem em todo o país contra o projeto oficial de reforma do sistema de aposentadorias diferenciadas existente na França.Em comunicado oficial, Macron anunciou também que não fará parte do Conselho Constitucional, cargo remunerado ao qual ascendem os ex-chefes do governo francês.

O presidente, que fez 42 anos neste sábado (21), rejeitou beneficiar-se de uma lei de 1955 pela qual os chefes de governo recebem, ao deixar o cargo, pensão vitalícia equivalente ao salário de um conselheiro estatal, em torno de 6.220 euros por mês.

“Trata-se de [uma questão de] exemplaridade e coerência”, diz o presidente no comunicado oficial.

Macron assegurou que, de agora em diante, a lei não se aplicará a nenhum futuro presidente e que, em seu lugar, será criado um sistema diferenciado no regime universal de pensões por pontos que está sendo negociado atualmente.


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5 comentários

  1. Pinheiral os vereadores recebem 7.000,00, um absurdo.

    • Se cuide pq é bem provável que votou neles mesmos, e poderá votar novamente.

      Já viu mulher e homem cegamente apaixonado um pelo outro? Com os eleitores é o mesmo. Quando eles se apaixonam por um pilantra ou por um bandido, nada do que vc fala muda o voto dele.

      Nós veremos no ano que vem eles defendendo com unhas e dentes o seu bandido que desrespeita as leis a bel prazer.

  2. Cidadão de Volta Redonda

    Os veradores criaram uma casta de privilegiados com altíssima remuneração e mordomias. Eles existem para servir o povo, mas está tudo errado, o rabo está abanando o cachorro. Muito bem pagos estariam com salários de R$ 4.000 e somente vale trasporte para utilizarem ônibus, para que possam realmente constatar e escutar diariamente as necessidades do povo. Se opcionalmente quiserem usar o valor para uso de seu carro particular, tudo bem, seria até aceitável, conforme ocorre com muitos trabalhadores.
    É possível sim!!! Tenha certeza que se a população exigir um novo perfil de candidatos a vereador, comprometidos publicamente em aprovar na Câmara tais mudanças, eles surgirão em grande número sim. Existem muitas pessoas boas e bem intencionadas que aceitariam satisfeitas as novas regras, que aliás são muito boas diante da realidade de fome e miséria que o Brasil vive hoje. Eu aceitaria, e você?

  3. Por aqui, temos vereador de cidadezinha com menos de 5000 habitantes, com salário de R$ 2000,00. Lugarejos que nem cidade deveriam ser. Imagina nos centros maiores, como não deve ser a farra. Depois, reclamamos que não se investe em infra, educação, segurança e transporte público. Como vai sobrar dinheiro? Fora os auxílios isso e aquilo para a nata do funcionalismo público. Até quando ? Aff…

  4. Ele no Brasil ainda seria reeleito por isso. Aqui o povo gosta de bandidos nos cargos públicos.

    Aquele que diz: não voto nele está demonstrando que vai entregar o voto novamente.

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