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Pandemia assola Leste Europeu e deixa hospitais em apuros

Matéria publicada em 25 de março de 2021, 10:03 horas

 


Hungria é o foco da pandemia na Europa Central

Uma nova onda de infecções, que atinge a região em 2021, fez a Hungria superar a República Tcheca como o país com maior número diário de mortes de covid-19 no mundo – Foto: Arquivo.

Budapeste e Praga- Os hospitais da Hungria estão sofrendo uma pressão “extraordinária” pelas crescentes infecções do novo coronavírus, já que o país se tornou um foco da terceira onda da pandemia que atinge a Europa Central com dureza excepcional.

Como a maior parte da região, a Hungria conseguiu conter as infecções durante a fase inicial da pandemia, em março e abril do ano passado, com medidas de lockdown rápidas e rígidas.

Mas uma nova onda de infecções, que atinge a região em 2021, fez a Hungria superar a República Tcheca nesta semana como o país com maior número diário de mortes de covid-19 no mundo, de acordo com números da entidade Our World in Data.

Especialistas atribuem o fenômeno à disseminação da variante mais contagiosa do vírus, encontrado primeiramente no Reino Unido, que responde pela maioria dos casos relatados agora e infecta famílias inteiras.

A região também abriga muitas fábricas grandes, onde o trabalho remoto não é possível e, desta vez, governos relutam em impor um lockdown rapidamente, temendo mais um choque em suas economias na esteira da recessão do ano passado.

Embora as infecções novas na República Tcheca e na Eslováquia comecem a declinar, a Polônia relatou um número recorde de casos novos que ficou pouco abaixo de 30 mil, e o governo cogita enviar pacientes para regiões diferentes, a fim de ajudar os hospitais a lidarem com o grande número de pacientes.

Depois que as hospitalizações atingiram um nível crítico, a República Tcheca adotou lockdown mais severo no dia 1º de março e implantou exames de forma abrangente nos locais de trabalho – e, desde então, viu alguma melhora no número de casos.

O primeiro-ministro tcheco, Andrej Babis, admitiu erros depois que o governo foi criticado por demorar a aplicar restrições no outono, quando os números dispararam.

País com população de quase 10 milhões de habitantes, a Hungria acumula um total de 18.952 mortes pela covid-19. Seu premiê, Viktor Orbán, está debatendo com empresas as opções para uma reabertura cautelosa de lojas, apesar de os casos estarem aumentando.

O governo decidirá as medidas para a Páscoa em breve. Todas as escolas estão com ensino remoto até 7 de abril.

Fonte Agência Brasil*.


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2 comentários

  1. Avatar

    A Culpa é do Bozo, sou esquerdista e fã do Maduro mas tenho Iphone e ando de Uber td dia…..

  2. Avatar

    Não adianta fazer um lockdown se depois medidas de controle de circulação de pessoas não forem impostas, como fechar fronteiras, embora extremo, perfeitamente necessário. Pois o fato é que o lockdown é feito com o intuito não de acabar com a doença e sim de se evitar o colapso dos hospitais, se outras medidas não forem tomadas após a saída do lockdown isso acabará se tornando uma rotina, porque já se provou eficaz na diminuição nos casos da doença, isso é fato, cabe as pessoas também tomarem os devidos cuidados para a proliferação que pode acabar gerando novas variantes e essas novas variantes é que serão os novas ondas futuras, uma coisa está ligada diretamente a outra, enquanto as pessoas não se conscientizarem disso, será esse entra e sai de lockdowns pelo mundo.

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