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Senado argentino rejeita projeto para descriminalizar o aborto

Matéria publicada em 9 de agosto de 2018, 07:38 horas

 


O projeto recebeu 31 votos a favor, 38 contra e duas abstenções, de um total de 72 cadeiras (houve uma ausência). (crédito AB)

Buenos Aires – O Senado da Argentina decidiu, na madrugada desta quinta-feira (9), vetar o projeto de lei que pretendia descriminalizar o aborto até a 14ª semana de gestação. Embora o texto da Lei de Interrupção Voluntária da Gravidez tivesse sido aprovado no dia 14 de junho pela Câmara dos Deputados, não passou agora pela última e definitiva fase parlamentar. O projeto recebeu 31 votos a favor, 38 contra e duas abstenções, de um total de 72 cadeiras (houve uma ausência).

A medida, que visava a descriminalizar qualquer aborto até a 14ª semana de gestação – e não apenas nos casos atuais de estupro ou perigo de saúde da mãe -, gerou fortes divisões tanto dentro do governo quanto na oposição, por isso um final incerto foi antecipado, em um debate que durou cerca de 16 horas. Por ter sido finalmente rejeitada, a iniciativa não poderá ser apresentada novamente para avaliação parlamentar até o próximo ano.


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Um comentário

  1. Na boa, com tantos métodos anticonceptivos e tantas outras possibilidades para rejeitar um filho legalmente, não consigo compreender essa questão, vida é vida, se tivesse que tirar a vida de alguém teria que ser de alguém que não se enquadra na sociedade e não apenas um inocente que sequer têm a oportunidade de fazer algo de bom pelo mundo. Legalizar o aborto não é só desumano é monstruoso e pior ainda para quem o comete. Em nossa era nenhuma argumentação é válida para que essa prática se torne comum.

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