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A espiã da Melissa McCarthy e mais um ‘Sobrenatural’

Matéria publicada em 30 de julho de 2015, 08:00 horas

 


Paródia jamesbondiana será exibida dublada no Gacemss; filme tem uma produção caprichada e um ótimo elenco de apoio

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Ação: Melissa McCarthy em seu dia de James Bond
(Foto: Divulgação)

É grave a crise. E já chegou aos cinemas. A melhor opção da semana é a comédia “A Espiã que Sabia de Menos” com a Melissa McCarthy que vai passar dublada no Gacemss. E para os jovens, que adoram filmes de terror, tem o terceiro episódio da série “Sobrenatural”, sobre uma família atormentada por fantasmas. Semana que vem deve chegar ao circuito o novo filme do Quarteto Fantástico da Marvel, mas enquanto isso não acontece à única opção é ver a Melissa McCarthy bancar o James Bond.
Fora de forma e com excesso de peso Melissa McCarthy é uma atriz que resolveu faturar em cima disso. Depois do sucesso de “Missão: Madrinha de Casamento” ela fez “As Bem Armadas” com a Sandra Bullock. Onde fazia o papel de uma policial rude que precisava se unir a uma agente do FBI para solucionar um crime. Agora, em “A Espiã que Sabia de Menos” ela é uma funcionária da CIA, o Serviço Secreto Americano, que precisa aprender, depressa, a ser uma agente de campo.
Como disse uma frequentadora do Internet Movie Database “A ideia principal do filme é que ser gordo é divertido. O que pra mim não é”. Mas se o leitor não se incomodar com piadas sobre gordinhas o filme tem uma produção caprichada e um ótimo elenco de apoio. Que inclui o Jason Statham e o Jude Law bancando os agentes secretos. Os filmes do James Bond, o Agente 007, foram uma mania mundial durante a década de 1960. E geraram uma infinidade de imitações e paródias que continuam até hoje. Talvez porque a série original, do senhor Bond, tenha entrado em decadência e não passe, hoje em dia, de uma paródia de si mesma.
“A Espiã que Sabia de Menos” não esconde que quer brincar de 007. A começar pela abertura do filme que inclui uma música tema e uma animação com silhuetas dançantes e símbolos. Quando a música acaba vamos parar em Langley, na Virgínia, onde fica a sede da agência central de espionagem dos Estados Unidos.
Melissa McCarthy é Susan Cooper, que entrou para a CIA esperando uma vida de aventuras. E acabou atrás de uma escrivaninha. Sua oportunidade de realizar seus sonhos acontece quando o inimigo descobre a identidade dos principais agentes da organização. Para evitar que uma arma nuclear seja vendida aos terroristas a CIA precisa criar uma nova agente de campo. Que não seja conhecida do inimigo. E é aí que nossa heroína entra em ação.
Já vimos esse filme antes, muitas vezes. Já tivemos filmes onde adolescentes viram espiões, como o recente “Kingsman – Serviço Secreto”, crianças espiãs (A série “Pequenos espiões” do Robert Rodrigues) e até espionagem com cachorros (Como cães e gatos). O filme da Melissa McCarthy tem os palavrões que caracterizam as atuações da atriz e uma série de referências e citações ao gênero. Por exemplo, quando a ação se intensifica Melissa McCarthy usa uma roupa preta, como a Modesty Blaise dos quadrinhos.
Convenhamos, não é o tipo de cinema sofisticado que costumamos ver no Gacemss. Mas se o leitor procura uma diversão descerebrada para passar uma tarde ou uma noite fria, o filme do diretor roteirista Paul Feig não vai decepcionar. Rose Byrne faz o papel de uma vilã chamada Raysa Boyanov e a produção foi rodada, parcialmente, em Budapeste, na Hungria e na Itália.

Terror na tela do cinema

Já “Sobrenatural – a Origem” se passa antes do ataque sobrenatural contra a família Lambert, dos primeiros dois filmes. A trama coloca a paranormal Elise Rainier em luta contra as forças do mal. Desta vez os fantasmas estão atormentando uma mocinha adolescente interpretada pela novata Stefanie Scott. Se você gostou do remake do “Poltergeist” vai apreciar também este terceiro filme do que já virou uma franquia. E é só.

Polêmica na estreia da próxima semana

Semana que vem tem o “Quarteto Fantástico” que já criou polêmica ao mudar a história e as características da primeira família de super-heróis.

Por Jorge Luiz Calife
jorge.calife@diariodovale.com.br


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Um comentário

  1. Avatar
    O mero telespectador

    James Bond em decadência… Isso mostra que o colunista precisa prestar mais atenção no que escreve. Sky fall foi um dos filmes mais vistos de todos os tempos, até hoje vários filmes do gênero copiam a franquia 007. Por favor não escreva uma coisa dessas!

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