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Escola da Cultura fecha o ano de 2021 com mais de 40 mil atendimentos feitos

Matéria publicada em 10 de janeiro de 2022, 16:38 horas

 


A Escola da Cultura contou com diversos parceiros para a execução dos projetos, como empresas, equipamentos públicos e instituições.
Foto: Rogério Santana/Sececrj.

Rio- Mais de 40 mil pessoas foram atendidas pela Escola da Cultura em 2021. O programa da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (Sececrj) foi criado em maio do último ano e já rendeu bons frutos em sete meses de existência, incentivando projetos com foco em inclusão social e capacitação.

A Escola da Cultura contou com diversos parceiros para a execução dos projetos, como empresas, equipamentos públicos e instituições. A democratização da cultura foi um dos pilares do programa, que atendeu municípios de todas as regiões do estado.

– Nossa intenção ao criar a Escola da Cultura foi de garantir apoio aos municípios, incentivando atividades em todo o estado. O impacto na economia local, no turismo e na geração de renda foi de grande importância neste momento de retomada que estamos vivenciando – destaca a secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, Danielle Barros.

Conheça alguns projetos

Passaporte Cultural – O projeto nasceu em 14 de junho de 2021 com o intuito de ampliar o acesso à cultura da população de baixa renda, além de incentivar a formação de plateia e democratizar a cultura em equipamentos culturais do estado.

Ao longo do ano, mais de 18 mil pessoas, de 30 municípios diferentes, foram levadas gratuitamente para conhecer museus, casas de espetáculo, cinemas e bibliotecas. O programa atende escolas, entidades beneficentes, associações de moradores e organizações culturais comunitárias.

Cursos Sebrae – Visando ampliar e democratizar o acesso às inscrições em editais culturais da Sececrj e percebendo a necessidade de uma orientação técnica para a elaboração e a execução de projetos, foi implementado uma parceria com o Sebrae, disponibilizando cursos de “Elaboração, Gestão, Captação e Prestação de contas de projetos culturais”.

A iniciativa deu oportunidade de todos os municípios participarem e terem a chance de concorrer nos editais disponíveis. Mais de mil pessoas foram atendidas.

Literatura Acessível – Aprovado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, o projeto Literatura Acessível prevê a contação de histórias de cinco livros paradidáticos, escritos por Carina Alves e autores convidados. Destinado ao público infanto-juvenil, os livros trazem histórias sobre a vida de pessoas com deficiência, os obstáculos encontrados, processos de emancipação e transformação.

Foram disponibilizados gratuitamente, para a rede de ensino público, mil exemplares de cada um dos cinco títulos: “O menino que escrevia com os pés”; “A princesa que tinha um cromossomo a mais”; “O menino Ico e o mundo que queremos construir”; “A menina que perdeu a perna”; e “O melhor amigo da bengala”. O projeto já chegou a Campo Grande, Seropédica, Mangaratiba, Japeri, Paty Alferes, Belford Roxo, Duque de Caxias, Nova Iguaçu e Mesquita.

Com os recursos já captados, o projeto percorrerá pelo menos 22 cidades nas cinco regiões do país.

Energia para Ler – Com início em outubro, o festival literário atendeu mais de 20 mil pessoas e alcançou cinco municípios do estado: Duque de Caxias, Cambuci, Cardoso Moreira, São Fidélis e Itaocara.

O projeto tem como objetivo difundir a educação e a cultura por meio da literatura e das manifestações artísticas. Durante cada edição, alunos da rede pública de ensino participaram do “Concurso das Artes – Luzes da Cidade”. Pautado nos eixos de leitura, sustentabilidade e cidadania, o programa convocou alunos a representarem os temas por meio do desenho, da poesia e do audiovisual. Os vencedores de cada categoria foram premiados nos eventos com bicicletas, tablets, livros e celulares.

Arte para Todos – Com oficinas para fomentar o artesanato, ensinando novas técnicas e formas de trabalho, a Arte para Todos impulsionou a economia criativa fluminense e atendeu mais de 300 pessoas.

O projeto passou por oito municípios: Mendes, São José do Rio Preto, Queimados, Pinheral, Paraíba do Sul, Cachoeiras de Macacu, Rio Bonito e Duque de Caxias.

Como participar do Passaporte Cultural

Podem participar do programa: pessoa física, maior de 18 anos, residente no estado do Rio de Janeiro e integrante de família de baixa renda, que possua renda familiar mensal per capita de até 1/2 (meio) salário-mínimo ou renda familiar mensal total de até 3 (três) salários-mínimos. Também podem participar pessoas de qualquer idade das instituições: escolas públicas estaduais ou municipais; entidades beneficentes de assistência social; associações de moradores; organizações culturais comunitárias; universidades públicas ou privadas; e Secretarias deste Governo do Estado e dos Municípios do Rio de Janeiro.

Os interessados em participar do programa devem enviar e-mail para “[email protected]“, onde serão orientados como prosseguir sendo pessoa física ou instituição.

 

 


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