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Lentes que retratam histórias e eternizam momentos

Matéria publicada em 16 de março de 2018, 08:00 horas

 


Profissionais da região falam sobre o amor pela fotografia e contam como se apaixonaram pela profissão

Sul Fluminense – Algumas histórias não são contadas somente por livros ou conversas. Muitos fatos também são relatados através de uma lente, de uma câmera. Quem acessa as redes sociais, já deve ter percebido que a fotografia está cada vez mais presente no dia a dia das pessoas, seja para registrar uma festa ou até mesmo o nascimento de um bebê.
Profissionais da área estão se reinventando e buscando se aperfeiçoar, seja em equipamentos ou até mesmo nos estudos e projetos, como é o caso da fotógrafa Paula Mariane, de 20 anos, e que é dona de uma longa bagagem no mundo da fotografia. Em 2015, ao realizar o Estágio de Correspondente de Assuntos Militares (ECAM), Paula idealizou o projeto “Laços de Honra: O outro lado do Exército”.
– Um olhar civil, dentro das forças armadas, desafiou-me a buscar o desconhecido e foi uma das melhores experiências que já vivi. Eu conhecia muito pouco sobre o Exército e através do ECAM, eu passei uma semana na Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx) e depois do que eu vivi lá dentro, eu criei o projeto. O meu trabalho retrata a formação do oficial combatente do Exército, em quatro escolas de formação militar: Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), a Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx), a Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (EsAO) e a Escola de Comando e Estado Maior do Exército (ECEME) – conta, ressaltando que em 2017 e 2018 teve o prazer de fotografar a primeira turma de cadetes com mulheres.
Já Ana Balarin, há seis anos trabalhando com fotografia, conta que o amor pela profissão surgiu quando estava realizando uma missão em Marrocos.
– Através do trabalho que eu realizava, tinha que mandar algumas fotos para o Brasil e foi a partir desse momento que comecei nessa área. Quando voltei para Volta Redonda, pude me especializar em fotografia e eu tenho o privilégio de fazer o que amo. Trabalho com eventos, famílias e busco sempre manter a minha característica fotográfica, da forma mais natural possível, pois sempre que a pessoa olhar para a foto, ela irá se lembrar do momento – explica, comentando que dá aula de fotografia e que além de ensinar aprende ainda mais com os alunos.
Já Marcelo Gomes é morador de Resende e se apaixonou pela fotografia quando ainda era criança, onde registrava em foto e vídeo os momentos em família. Mas o que era apenas um hobby, em 2010, tornou-se a sua profissão, onde passou a registrar casamentos, debutantes, gestantes, casais, famílias e eventos corporativos.
– A melhor parte de trabalhar com fotografia, é que eu posso eternizar os momentos mais felizes das pessoas e mesmo com o passar dos anos, o meu trabalho sempre vai fazer com que as pessoas voltem naquele exato momento e sinta toda a emoção vivida naquele dia. Já trabalhei como fotógrafo e editor, em televisão, veículo de mídia online e em agências e durante essa trajetória, eu tive muitos aprendizados e isso é o mais gratificante da profissão – fala.

 


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Um comentário

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    Senti falta da alma fotográfica deste jornal. Meu grande colega de profissão Paulo Dimas. Além de grandes fotógrafos que deram muito sangue mesmo que indiretamente por este jornal como Gabriel Borges, Wallace Feitosa, Ernesto Carriço, Caldeira, entre outros!

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