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Os Transformers encontram o mago Merlin

Matéria publicada em 20 de julho de 2017, 12:02 horas

 


Série incorpora elementos da lenda arturiana; filme começa na Idade Média

A série dos Transformers chega ao seu quinto filme, novamente sob a direção do bombástico Michael Bay. O novo filme mistura o universo dos robôs alienígenas com a lenda do rei Arthur e dos cavaleiros da Távola Redonda, que o cinema recriou recentemente no filme “Rei Arthur: A Lenda da Espada”, do diretor Guy Ritchie. Completando as estreias no circuitão tem o nacional “D.P.A. Os Detetives do Prédio Azul”. Um filme infantil, da Globo, onde os detetives mirins enfrentam uma bruxa interpretada pela Tamara Taxman.

“Transformers: O Último Cavaleiro” também tem bruxa, só que espacial. O filme começa na Idade Média, aí por volta do ano 484, quando o mago Merlin, protetor do rei Arthur, forma uma aliança com os cavaleiros de Lacon. Um grupo de Transformers que desceu na Terra naquela época. Os robôs entregam a Merlin um cajado mágico e se combinam para formar um dragão cibertrônico, que derrota os inimigos do rei Arthur.

Daí o filme salta para nossa época, onde os governos da Terra declararam guerra aos robôs extraterrestres. O que não surpreende devido aos estragos que eles causam em cada filme da série. Uma força multinacional, chamada TRF, sigla em inglês de Força de Reação aos Transformers, foi criada para caçar e destruir qualquer transformer que apareça.

O problema é que os robôs continuam chegando do espaço. Um grupo desce nas ruínas da cidade de Chicago, que foi destruída no terceiro filme, “Transformers: O Lado Oculto da Lua”. Aqui temos um erro de continuidade, já que a cidade americana apareceu reconstruída no quarto filme da série. Mas, o Michael Bay e seus roteiristas devem achar que a plateia já se esqueceu do último filme.

Enquanto a tal TRF caça os robôs na Terra, Optimus Prime, o herói cibernético da série, foi até os remanescentes do seu planeta de origem, Cybertron, que foi destruído no último filme. Lá ele encontra a feiticeira Quintessa. Ela afirma ser a criadora dos Transformers, que Optimus tanto procura. E diz que o tal cajado, que deram para o Merlin, foi roubado dela. Por causa disso a bruxa alienígena remonta o planeta e vai para a Terra destruir os humanos. Está parecendo complicado? É mesmo e isso é só o começo do filme.

Mark Wahlberg retorna no papel do herói humano Cade Yeager. Mas sua filha Tessa sumiu porque a modelo Nicola Peltz não quis embarcar nesta sequência. No lugar dela temos Laura Haddock, no papel de uma descendente do rei Arthur que vai ajudar a recuperar o tal cajado mágico para salvar nosso planeta da destruição. Anthony Hopkins entra na série no papel do britânico sir Edmund Burton, que também conhece os segredos do passado dos Transformers aqui na Terra.

Josh Duhamel, como o coronel Lennox, é o único ator que participou de todos os filmes dos Transformers, desde o tempo em que a morena Megan Fox era a mocinha da série. De todos os filmes este “Transformers: O Último Cavaleiro” foi o mais massacrado pela crítica. Mas o público adorou as batalhas e as cenas de destruição, o que garante que ainda teremos um sexto exemplar desta saga robótica interplanetária. Como todo mundo sabe a série é baseada nos brinquedos da empresa Hasbro, que já lançou toda uma linha para acompanhar o novo filme. Tem até o planeta Cybertron para montar.

Infantil

“D.P.A. Os Detetives do Prédio Azul” também enfrentam uma ameaça criada por uma bruxa. Mas é uma bruxa brasileira, dos tempos da crise, que não controla robôs gigantes nem remonta planetas destruídos. Dona Leocádia (Tamara Taxman) é a síndica do prédio azul onde moram as crianças detetives.

Durante uma festa ela lança uma maldição que ameaça destruir o prédio. Acabar com o encantamento é a missão das crianças detetives. O filme foi feito para o público infantil e pode ser uma opção para a garotada que ficar atordoada com os efeitos do filme americano.

‘Transformers: O Último Cavaleiro’: Público adorou as batalhas e as cenas de destruição

‘Transformers: O Último Cavaleiro’: Público adorou as batalhas e as cenas de destruição

 

Por Jorge Luiz Calife

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Um comentário

  1. Acho que já deu essa franquia dos Transformers. Que Hollywood tente coisas novas da próxima. Encontro com Rama está lá esperando uma adaptação há anos e daria de 10 em qualquer filme destes aí.

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