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Salas de cinema são reabertas com a ampliação da flexibilização

Matéria publicada em 12 de novembro de 2020, 11:33 horas

 


Representantes do setor comemoram o retorno das atividades

Salas de cinema vão ter que se adequar às normas sanitárias para receber o público – Foto: Arquivo.

Volta Redonda- Depois de obter a autorização da justiça para poder ampliar a flexibilização das atividades econômicas interrompidas por conta da pandemia da Covid-19, os setores culturais e de evento de Volta Redonda, um dos mais beneficiados pela medida, agora já podem retornar as atividades depois de estarem parados desde o início da pandemia.

O documento, encaminhado ao Ministério Público Estadual e homologado na última sexta-feira, dia 06, autoriza o município a seguir as determinações do Decreto Estadual n° 47.345 de 05 de novembro de 2020.

Segundo o secretário do Gabinete de Estratégia Governamental, Joselito Magalhães, o documento permite o retorno das atividades das salas de cinema, com 50% de ocupação ou dois metros de distanciamento entre as pessoas; retomada parcial com um terço da ocupação das salas de teatro e concerto; eventos de caráter social, tais como casamentos, bodas, aniversários, formaturas, coquetéis, confraternizações, inaugurações, lançamentos, cerimônias oficiais, entre outros que sigam este mesmo formato, serão permitidos com a limitação de 50% da capacidade de público dos locais onde venham a ocorrer; e ainda casa de festas infantis e espaços de recreação para crianças estão autorizados a receber eventos também com a limitação de 50% da capacidade de público.

Reabertura dos cinemas

Quem comemorou a reabertura das salas de cinema foi o diretor da rede de cinemas Cine Show, Cícero Celes, onde afirmou que recebeu com certo alívio a notícia sobre a ampliação da flexibilização de atividades como salas de cinemas.

“Ficamos contentes com a flexibilização, pois estamos fechados desde 16 de março, ou seja, quase 8 meses sem funcionar” disse.

Em relação a permissão de funcionamento das salas de cinema com 50% de ocupação ou dois metros de distanciamento entre as pessoas, o diretor Cícero afirmou que concorda com a decisão.

– A princípio pensamos que foi uma decisão correta, pois esta regra está amparada no protocolo do governo do estado e da FENEEC – Federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas – afirmou.

O diretor Cícero ressaltou que assim que soube da decisão já providenciou os preparativos para reabrir as salas de cinema.

– Eu e toda a minha equipe do Cine Show estamos adequados e seguindo os protocolos citados acima, com distanciamento entre as poltronas (na hora da compra do ingresso, o próprio sistema já bloqueia as poltronas adjacentes), higienização das poltronas, banheiros, PDVs, totens com álcool em gel, distanciamento no hall/bomboniere, enfim todos os procedimentos necessários para que o espectador se sinta seguro no cinema – declarou.

O empresário Cícero afirmou que apesar de ter permanecido oito meses fechado, ele fez todo o possível de manter o mesmo número de funcionários.

– Desde abril mantivemos o nosso quadro e funcionários, lembrando que todos estão aptos a receber o público de volta. Os funcionários têm recebido treinamento sistemático, quanto aos procedimentos de segurança e bem estar para a retomada – lembrou.

O diretor do cine Show ressaltou que ficar tanto tempo parado causou algumas consequências para as salas de cinema.

Segundo Cícero, como é sabido por todos, o setor de cinemas é um dos mais atingidos pela pandemia, e ficar a quase 8 meses sem nenhum faturamento foi muito preocupante. “Por isso estamos contentes por voltar a receber o público com toda a magia das salas de cinema”, comemorou.

Normas sanitárias

Mesmo com a autorização pela justiça para a ampliação da flexibilização, segue obrigatório o uso de máscara de proteção respiratória, seja ela descartável ou reutilizável, de forma adequada, em qualquer ambiente público, assim como em estabelecimentos privados com funcionamento autorizado de acesso coletivo. Estão incluídos ruas, praças, parques, praias, meios de transporte coletivo e individual de passageiros, repartições públicas, hospitais, supermercados, farmácias, padarias, agências bancárias, além de outros estabelecimentos comerciais.

 

 


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2 comentários

  1. Sei não esse “afrouxamento” aí de uma coisa que sequer têm vacina e já uma variante que provavelmente essa vacina não fará efeito circulando e tornando-se a predominante é esperar até que chega no Brasil e volte a causar transtornos novamente, fora que diante de um cenário de relaxamento e negligência ainda muita gente vai ficar doente, mas acho que ninguém mais tá se importante mesmo em quem tá morrendo, viva a economia a todo custo, afinal de contas ganha-se dinheiro com o negócio de sepultamentos, pois andam de vento em popa.
    Estou pensando em abrir uma funerária com o nome “Funerária só falta vc”.

    • Veja notícias de lugares que a flexibilização já está bem mais avançada e veja os números né intérprete. É por isso que as escolas ainda estão fechadas, quando menos conhecimento se dá a população mais fácil de manobrar. Continue confiando em tudo que te empurram gola a baixo.

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