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Começou

Matéria publicada em 26 de fevereiro de 2016, 19:24 horas

 


O vereador Washington Granato foi o primeiro parlamentar de Volta Redonda a confirmar que vai deixar seu partido atual, o PTB, conforme a reportagem publicada aqui. Ele é o primeiro, mas não será o único.
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E a maior parte dos observadores da cena política avalia que não serão poucos.
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Ainda não é possível avaliar o tamanho da migração partidária, porque o movimento ou a permanência de um parlamentar pode definir a reação de outro.
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No caso de Granato, a intenção de disputar a prefeitura foi determinante na decisão.  Mas mesmo vereadores com intenção de disputarem a reeleição podem estar pensando em mudanças.
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A razão são as nominatas.
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Mesmo os “bons de voto” precisam contar com as votações dos candidatos medianos para garantir a vaga, e para isso é preciso ver quem está em cada legenda.
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Além disso, cada partido trabalha com a hipótese de eleger determinado número de vereadores.
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Uma quantidade de “bons de voto” maior do que a expectativa de eleitos pode implicar a perda de mandato por alguém que é tradicional na política.
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E, para completar, tem a questão dos alinhamentos ideológicos e de grupos políticos.

Visita I
O presidente da subseção da OAB em Barra Mansa, Noé Garcêz, visitou o campus Três Poços na tarde dessa quinta-feira (25). Estiveram presentes no encontro o presidente da FOA, Dauro Aragão, o superintendente executivo do UniFOA, Eduardo Guimarães Prado, o superintendente geral do UniFOA, José Ivo de Souza, o secretário da OAB/BM, João Victor, o tesoureiro, Marcelo Chieregato e o conselheiro, Haroldo Horta.

Visita II
O bate-papo  teve a finalidade de propor algumas parcerias e convênios entre as instituições, na área de extensão e especialização. “Formar parcerias como essa é excelente, pois o UniFOA é um centro universitário consolidado, um dos melhores do Estado e a OAB busca isso, estreitar laços com as melhores instituições, valorizando o ensino superior da região”, disse o presidente da subseção da OAB Barra Mansa.

Visita III
Para o presidente da FOA, Dauro Aragão, o estreitamento de laços com a OAB/BM resultará em benefícios para as instituições e, principalmente, para o barramansense e para toda categoria de advogados. “Para nós da FOA e UniFOA, é uma grande honra recebê-los, pois enaltece o trabalho que dirigentes, professores e todo nosso grupo dedicado a esta instituição realiza. Isso demonstra que estamos no caminho certo”, falou Dauro Aragão.

Contas de Piraí
Uma Audiência Pública de “Avaliação do Cumprimento das Metas Fiscais do Terceiro Quadrimestre de 2015” foi realizada pela Secretaria de Fazenda e coordenadoria de Controle Interno. O evento realizado na Câmara Municipal esclareceu todas previsões, arrecadações e gastos do período em questão.
A secretária de Fazenda, Carmen Maria, ressaltou que o terceiro quadrimestre foi responsável por equilibrar as contas do ano, que teve uma arrecadação menor que a prevista. A secretária também frisou o comprometimento dos funcionários com a economia em todos os setores.

Contas de Resende
A Prefeitura de Resende promoverá nesta segunda-feira (29), uma audiência pública para prestar contas à população sobre a administração do governo municipal referente ao terceiro quadrimestre de 2015. O controlador geral do município, Ludemar Pereira, destaca que as audiências públicas são instrumentos de participação popular em que os gestores apresentam relatórios de prestação de contas, cumprindo a exigência da Lei de Responsabilidade Fiscal que determina a realização das reuniões a cada quatro meses.

Contas de Barra Mansa
Também na segunda-feira será realizada a audiência pública de prestação de contas do Executivo municipal aos vereadores de Barra Mansa. A prestação de contas estava marcada anteriormente para ocorrer no dia 15 de fevereiro.

Doenças raras
A próxima segunda-feira, 29, instituída como Dia Mundial das Doenças Raras, será o momento de lembrar que cerca de 400 milhões de pessoas no mundo são portadoras de patologias pouco comuns. No Brasil, esse número é de, aproximadamente, 13 milhões. Por serem raras, o diagnóstico e o tratamento são menos disponíveis, principalmente na rede pública. Os remédios, por serem pouco procurados, são caros.


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