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Lagoa da Turfeira

Matéria publicada em 12 de fevereiro de 2016, 18:15 horas

 


Quase dois anos após a assinatura do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre o Ministério Público Federal (MPF) em Resende (RJ), o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), o Estado do Rio de Janeiro, o Inea, a Codin e a Nissan, foi publicado o decreto de criação do refúgio de vida silvestre.
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O refúgio irá favorecer a recuperação e manutenção do ecossistema local e a conectividade física entre a lagoa e o rio Paraíba do Sul, bem como  a conservação de 269 hectares de áreas remanescentes de Mata Atlântica, na Região do Médio Vale do Paraíba.
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Esse é o primeiro projeto de refúgio na área e deverá proteger a região da lagoa e suas adjacências.
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A partir do decreto de criação da unidade, inicia-se a elaboração do plano de manejo, que também indicará a infraestrutura necessária à efetiva implementação da unidade, estando tais obrigações também previstas no TAC.
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A área está inserida no distrito industrial do município de Resende, que se encontrava em franco processo de degradação, devido aos constantes impactos das atividades desenvolvidas em seu entorno.
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A unidade de conservação garantirá a preservação de um dos últimos e mais expressivos remanescentes de áreas úmidas do rio Paraíba do Sul, representando um refúgio de nidificação e alimentação para espécies da avifauna, diversas delas consideradas raras ou pouco conhecidas no âmbito estadual.

Financiadora
A Nissan, que tem uma fábrica da automóveis na área, é financiadora do Plano de Manejo, além dos projetos de engenharia e arquitetura da infraestrutura administrativa da unidade de conservação. A empresa também se responsabiliza pelo custeio da recuperação ambiental da área, com apoio financeiro para execução dos projetos de infraestrutura.

Folia lucrativa I
O Rio de Janeiro recebeu mais de 3,3 milhões de turistas durante o carnaval, e mais de 1,2 mil blocos e escolas de samba desfilaram em todo o estado. Somente pelo interior fluminense passaram 2,3 milhões de visitantes.

Folia lucrativa II
Segundo a Secretaria de Turismo, o número de desfiles no interior do estado cresceu 16,38% em relação ao ano passado e 42,69% na comparação com 2014. Hotéis e pousadas das principais regiões turísticas registraram 95% de ocupação, uma variação positiva de 3,35% em relação ao mesmo período do ano passado.

Ocupação
As cidades de Paraty e Vassouras chegaram praticamente a 100% dos quartos vendidos para a data.  Os municípios de Angra dos Reis, Maricá, Nova Friburgo, São João da Barra, Niterói e Mangaratiba foram os recordistas de ocupação este ano. Para o secretário de Turismo, Nilo Sergio Felix, o aumento da procura por cidades do interior é reflexo da alta do dólar e ao intenso trabalho de divulgação dos atrativos turísticos do estado.

Na capital
A capital recebeu 1,026 milhão de turistas durante o carnaval, que movimentaram cerca de R$ 3 bilhões. Ao todo, 505 blocos oficiais desfilaram pela cidade, além das apresentações na Marquês de Sapucaí.

Levantamento
Segundo levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio de Janeiro (ABIH-RJ), a ocupação média da rede hoteleira foi de 85%. Pelo Píer Mauá, desembarcaram 130 mil pessoas em 13 navios de cruzeiros. No último domingo (7), houve recorde de atracações simultâneas, com 11 embarcações no local.

Fora do ar
O Detran informa que seu portal na internet ficará fora do ar, das 8h às 11h deste domingo (14), para manutenção do sistema de informática. Durante essas duas horas, estarão suspensos apenas o agendamento de serviços via internet e as consultas ao site.

Polêmica à vista
Um projeto em tramitação na Câmara dos Deputados promete gerar polêmica. A proposta é que o trabalhador possa optar por receber, junto com o salário, o valor correspondente ao FGTS. A proposta recebeu parecer contrário na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados.

Argumento
Segundo o relator, dificilmente o trabalhador conseguiria poupar esse dinheiro se ele fosse incorporado ao seu salário. E o que aparentemente seria um incentivo ao consumo e fator de aquecimento da economia iria se transformar em falta de recursos para os diversos projetos e obras financiados com recursos do FGTS.

Insegurança
Sem o Fundo de Garantia, o próprio trabalhador teria menos recursos no caso de perder o emprego, sofrer uma doença grave ou comprar a casa própria.


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