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Mais uma chegando ao Polo Metalmecânico

Matéria publicada em 23 de outubro de 2019, 23:22 horas

 


Em reunião com o prefeito Samuca Silva, na tarde desta quarta-feira, dia 23, representantes da JAL Industrial, que atua no ramo de soluções em aço para construção civil na cidade de Itaquaquecetuba (SP), demonstraram interesse em se instalar no polo metalmecânico, em Volta Redonda.
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Com isso, sobe para oito o número de empresas que poderão compor o polo destinado a empresas da cadeia produtiva do aço.
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“A expectativa é que 4 mil empregos diretos sejam criados no município quando o Polo Metalmecânico estiver formado”, afirmou Samuca.
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Ele lembrou ainda que um importante passo para viabilizar a implantação do Polo Metalmecânico foi dado na última semana, com a assinatura do decreto de incentivos fiscais pelo governador Wilson Witzel.
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“O processo da aprovação dos incentivos para cadeia do aço começou em Volta Redonda em 2017, em uma reunião entre a prefeitura e a Companhia Siderúrgica Nacional”, ressaltou o prefeito.

Para começar
O diretor Comercial da JAL, Alexander R. Oliveira, explicou que a implantação da empresa em Volta Redonda se dará em duas etapas. “O início dos trabalhos, programado para daqui a uns quatro meses, poderá ser feito em um espaço menor e vai garantir cerca de 30 empregos diretos no município. Na segunda etapa, já num galpão maior para abrigar novos equipamentos, a empresa deve gerar mais cem empregos”, disse.

Vagas
O executivo acrescentou que o número de vagas para o mercado de trabalho pode ser ainda maior caso a empresa amplie o raio de atuação. “Volta Redonda está no eixo Rio-São Paulo-Minas, além de ter acesso facilitado à Bahia. Podemos avaliar novas oportunidades de negócios”, falou Alexander.

Local
O secretário de Projetos Especiais e Captação de Recursos, Joselito Magalhães, que também esteve no encontro, está acompanhando os representantes da JAL na busca no melhor local para abrigar a primeira etapa de implantação dos serviços da empresa no município.

Interesse
“Os diretores já estiveram no Polo Metalmecânico, no bairro Roma, e demonstraram interesse em um dos terrenos para sediar definitivamente as operações da empresa”, contou Joselito.

Decoro
O Conselho de Ética da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro aceitou nesta quarta-feira (23/10) representações por quebra de decoro parlamentar contra os deputados Alexandre Knoploch (PSL) e Eliomar Coelho (PSOL). As denúncias foram feitas após ambos discutirem em Plenário. A admissibilidade da representação contra Knoplock foi aprovada por 4 a 3, enquanto a aquiescência da representação em relação a Eliomar foi aceita por unanimidade. Na mesma reunião, o colegiado decidiu pelo arquivamento do processo disciplinar contra o deputado Rodrigo Amorim (PSL) por ele ter realizado uma vistoria no Colégio Pedro II, em São Cristóvão, Zona Note do Rio.

Colégio
A representação do Reitor do Colégio Pedro II, Oscar Halac, teve sua análise feita em conjunto com duas outras denúncias que tratavam do mesmo tema. Uma delas foi apresentada pelos deputados Waldeck Carneiro (PT) e Luiz Paulo (PSDB), e a outra foi feita pelos parlamentares Flávio Serafini (PSOL) e Carlos Minc (PSB). Todos esses procedimentos foram arquivados por 5 votos contrários, uma abstenção e um voto favorável.

Relator
As representações contra Alexandre Knoplock e Eliomar Coelho serão relatadas pelo deputado Max Lemos (MDB). Ele terá 60 dias, prorrogáveis por igual período, para apresentar o relatório ao Conselho de Ética que, por sua vez, disporá de cinco dias úteis para se pronunciar sobre o documento. A presidente do conselho, deputada Martha Rocha (PDT), informou que os membros do colegiado pretendem dar celeridade ao processo e concluí-lo ainda este ano.


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5 comentários

  1. Avatar

    Muito legal esse polo metal mecânico, mais avisa pro prefeito que as empresas de ônibus só querem ganhar e não investem em coletivos novos, a empresa Aparecida, só quebra e anda com os ônibus superlotados. Sem condição nem mesmo de atender a CSN.

  2. Avatar

    Quando é anunciada a instalação de várias empresas ao mesmo tempo como tem sido feita agora, naturalmente o fluxo de forasteiros chega junto, atrás de empregos e sub empregos. Existe uma dificuldade natural em absorver isso de forma que não haja crescimentos urbanos desordenados e favelização.

    Em VR existe muita mão-de-obra parada que é qualificada. Conheço muitos. Certamente virão de fora tb!

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      E quantos moram na cidade e trabalham fora ?
      A regra tem que ser para todos.
      Já pensou se Porto Real, Barra Mansa, Resende , Itatiaia pensassem o mesmo ?
      Tá com a mesma mentalidade do Neto.

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      Há muito mais gente de fora trabalhando em VR do que o contrário… Barra Mansa, Pinheiral e Barra do Piraí geram muito poucos empregos de carteira assinada, sendo que VR acaba absorvendo a maioria desses… Sairíamos no lucro…

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