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Mobilidade urbana

Matéria publicada em 9 de outubro de 2018, 22:07 horas

 


As políticas de mobilidade urbana do estado podem ganhar um impulso tecnológico.

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O projeto de lei 2.541/13 estabelece diretrizes para o emprego de tecnologia da informação na otimização do transporte de passageiros e distribuição das cargas, com prioridade para a Região Metropolitana.

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O texto foi aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) nesta terça-feira (09/10), em primeira discussão.

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A Casa ainda votará o projeto em segunda discussão.

 

Medidas

Segundo a proposta, no transporte de passageiros, deverão ser aplicadas medidas para aumentar a eficiência da integração física e tarifária entre os diversos modais, da coordenação de horários, da disponibilidade de informações aos usuários, da bilhetagem eletrônica, do monitoramento e fiscalização das operações. Além disso, o texto define ações para melhorar o tráfego de veículos e pessoas e o transporte de cargas. Tudo deverá ser implementado em articulação com os municípios.

 

Dinheiro em caixa

O governo do Estado vai antecipar o depósito dos salários de setembro para todos os 455.570 servidores ativos, inativos e pensionistas de todas as categorias. O pagamento será efetuado nesta quinta-feira (11/10), nono dia útil do mês de outubro. O calendário de pagamentos determina que os depósitos ocorram no décimo dia útil.

 

Receita

A antecipação é resultado do incremento da arrecadação tributária prevista para o período. Será depositado pela Secretaria de Estado de Fazenda o valor líquido de R$ 1,7 bilhão. Os pagamentos serão efetuados ao longo do dia, mesmo após o término do expediente bancário.

 

Homenagem

A Câmara Municipal de Volta Redonda realiza nesta quarta-feira, dia 10, às 19h30min, a sessão solene em homenagem ao Dia do Administrador.  Os vereadores vão agraciar, com diplomas, 13 profissionais indicados através de Projetos de Resolução.  Entre as entregas das homenagens, os convidados ouvirão números musicais com o cantor Rodrigo Chaves.

 

Olho nos gastos

O cruzamento de dois estudos da Firjan – o Diagnóstico do Estado do Rio e a Pesquisa Orçamento Firjan-Ibope junto à população fluminense – revela a existência de dois mundos paralelos: aquele demandado pelos habitantes e a realidade da alocação dos recursos. Os documentos foram divulgados nesta terça-feira, 9/10, em coletiva na sede da Federação.

 

Prioridades

A pesquisa, encomendada pela Firjan ao Ibope Inteligência, teve por objetivo identificar as prioridades da sociedade em relação ao orçamento do governo estadual. Segundo o levantamento, elas são, nesta ordem: Saúde, Educação, Segurança Pública, Geração de Emprego e Renda, Saneamento e Transportes. O Diagnóstico do Estado do Rio, porém, mostrou que juntas, em 2017, essas áreas receberam apenas 36,7% do orçamento. Enquanto isso, a maior parte das verbas estaduais foi destinada ao custeio da Previdência e da máquina pública: 37,4% e 24,95%, respectivamente.

 

Previdência

O diagnóstico mostra que a Previdência Social está voltada para atender apenas 1% da sociedade fluminense. “Esse gasto impacta brutalmente o restante da população. Hoje, 35% dos jovens do estado, de 18 a 24 anos, estão desempregados. É preciso dar emprego, educação de qualidade a esses jovens; dar dignidade às famílias que precisam de saúde, de saneamento básico. Não resolver o problema da Previdência é socialmente injusto e imoral”, cobra o presidente da Firjan.

 

Prioridade

Os estudos apontam ainda que nove entre 10 entrevistados destinariam a maior parcela do orçamento do estado à Saúde Pública, porém o setor recebeu apenas 9,2% das verbas, em 2017. Para metade das pessoas ouvidas, o governo deveria deixar de gastar com a máquina pública. Mas a realidade é bem diferente. O estado descumpriu o mínimo estabelecido na Constituição para a área de Saúde e ultrapassou os limites legais para endividamento e despesas com pessoal.

 

Educação

Outro dado em destaque é que o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), por exemplo, ficou abaixo da meta estabelecida para 2017 e retrocedeu a níveis próximos ao de 2011. Além disso, outras despesas encolheram de tamanho, como o Bilhete Único, que de 2014 a 2017 sofreu um corte de 38%; e os investimentos na UERJ, que reduziu em 46%.

 

Objetivos

Segundo Eduardo Eugenio, os estudos da Federação têm entre seus objetivos pautar a discussão do problema no momento em que se aproxima o segundo turno das eleições para o governo do Rio de Janeiro. “A luz vermelha foi acesa. A sociedade precisa entender o que é preciso ser levado em consideração. E os candidatos precisam focar nisso e explicar como utilizarão os recursos”, afirma.


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