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Na posse

Matéria publicada em 8 de janeiro de 2019, 23:13 horas

 


O presidente em exercício da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), André Ceciliano, participou, ao lado do governador Wilson Witzel, esta semana, das posses do novo procurador-geral do Estado, Marcelo Lopes da Silva, e do defensor público-geral do Estado, Rodrigo Baptista Pacheco.

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De acordo com Ceciliano, o Rio de Janeiro precisa justamente desta integração entre os poderes e as instituições.

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“Essa união é necessária para que possamos superar de vez as dificuldades, recuperar a capacidade de investimento e voltar a crescer. Temos que aproveitar esse momento em que todos nós estamos unidos em torno dos mesmos objetivos para lutarmos pelo melhor para o estado”, afirmou o parlamentar.

 

Discurso

O novo procurador-geral também destacou em seu discurso de posse a importância desta harmonia entre as instituições. Afirmou ainda que vai priorizar o combate à corrupção e à improbidade administrativa, além de tornar a arrecadação tributária mais eficiente. “São nossos principais desafios. Só assim resgataremos o estado do fundo do poço”, disse Marcelo Lopes.

 

Currículo

Marcelo é procurador do Estado desde 1998 e já foi promotor de Justiça. Ele substitui Rodrigo Zambão, que estava à frente da PGE desde abril de 2018.

 

Metas

Na segunda-feira, o defensor público-geral, Rodrigo Pacheco, expressou o mesmo desejo de Ceciliano e Lopes. Segundo ele, as metas de sua gestão serão diálogo, transparência e eficiência.

 

Diálogo

“Precisamos conversar com as entidades públicas e poderes para proporcionar o melhor atendimento à população fluminense. O diálogo com a sociedade civil e os movimentos sociais é algo fundamental para uma instituição que busca promover o acesso à Justiça”, afirmou.

 

O defensor

Após 16 anos como defensor, Pacheco assume o cargo antes ocupado por André Castro, que liderava a Defensoria desde 2015.

 

Elogios

O governador elogiou os dois novos titulares. “O Estado do Rio tem muito a ganhar com o trabalho do procurador”, afirmou Witzel que defendeu a adoção de metodologias estratégicas para diminuir a inadimplência. Na posse do defensor, o governador parabenizou a Defensoria por sua atuação junto àqueles que não podem pagar por um advogado e ressaltou a importância da interlocução com a instituição. “Temos muitos projetos para realizar em conjunto, como a questão do excesso de presos provisórios”, disse.

 

No BNDES

O governador Wilson Witzel participou, nesta terça-feira (8/1), da cerimônia de transmissão do cargo de presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Dyogo Oliveira, para o economista Joaquim Levy, no teatro da instituição, no Centro. O governador ressaltou a relevância da parceria com o banco, para alavancar projetos que possam ajudar o Estado a sair da crise financeira, cujo déficit atinge R$ 8 bilhões.

 

Discurso

“O BNDES será um grande parceiro na evolução econômica do nosso Estado, como também é a Petrobras. Temos certeza que vamos virar este jogo. Acredito nisso, tenho a esperança de que o Rio de Janeiro, ao final destes quatro anos, terá um saldo positivo. Parabéns ao ex- ministro Joaquim Levy”, disse o governador.

 

Iniciativas

O governador enfatizou as iniciativas na área de Desenvolvimento Econômico e Geração de Emprego e Renda e também anunciou a criação do programa Avança Rio de Janeiro.  “Vamos fazer uma  apresentação de projetos em andamento da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Geração de Emprego e Renda. No caso do Arco Metropolitano, por exemplo, estamos preparando a possibilidade de lançamento de uma Parceria Público-Privada (PPP). Vamos, portanto, trabalhar em conjunto com a Firjan, com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), entre outros parceiros. Também estamos estruturando um programa chamado Avança Rio de Janeiro onde apresentaremos as possibilidades de investimento no estado. Nosso intuito é que os investidores tenham acesso a informações para sermos um canal de diálogo junto ao BNDES. Queremos mostrar que aqui no Rio é possível investir, que a Segurança está sendo reforçada, e que nós estamos transformando o ambiente de negócios no nosso estado”, afirmou Witzel.

 

Mais ações

Witzel lembrou ainda que ações sociais e o aprimoramento da tecnologia na área de Segurança Pública também poderão impulsionar o desenvolvimento fluminense. “Vamos levar urbanização a comunidades com o projeto Comunidade Cidade. A Rocinha precisa ser urbanizada, a favela da Maré e o Morro do Alemão. Sem isso, o problema de segurança fica muito distante, apesar dos nossos esforços. Criaremos um fundo para receber doações e assim melhorar o desempenho da parte tecnológica.  Sem o monitoramento eletrônico fica difícil combater roubo de rua, de carro e de carga nas principais vias de acesso. O BNDES tem sido parceiro para desenvolver esse fundo e podermos ter em breve alguns avanços na obtenção de recursos e na criação de um sistema de monitoramento mais eficiente para o Estado do Rio”, enfatizou o governador.

 

Importância

Na cerimônia, o economista Joaquim Levy salientou a importância da instituição para o desenvolvimento dos governos estaduais.

“O BNDES é parte daquilo que transforma o Brasil em termos de infraestrutura e inovações. Não há país com livre iniciativa forte que não tenha empresas pequenas e médias fortes. Tenho certeza que a sociedade e o país podem contar com o BNDES. Este é um banco para servir nosso país e trazer desenvolvimento responsável. Essa instituição continuará a ser tão forte como sempre foi contribuindo também com os governos subnacionais. Portanto, esta parceria, observados os rigorosos controles de risco, é o que temos de desenvolver. A parceria com os governos de todo o Brasil é parte essencial da nossa atividade”,  ressaltou Levy.


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