Bolsonaro diz que manterá auxílio emergencial se pandemia continuar - Diário do Vale
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Bolsonaro diz que manterá auxílio emergencial se pandemia continuar

Matéria publicada em 30 de julho de 2021, 11:33 horas

 


Bolsonaro reforçou que o governo deve apresentar até o início de agosto uma medida provisória reformulando programas sociais (Arquivo)

Brasília – O presidente Jair Bolsonaro afirmou que, se a pandemia da Covid-19 permanecer no Brasil, o governo federal planeja manter o auxílio emergencial para a população. “A gente espera que, com a vacina e com a questão da pandemia sendo dissipada, não seja mais preciso isso (auxílio emergencial) mas, se porventura continuar, nós manteremos o auxílio emergencial”, declarou o presidente, sem dar maiores detalhes, em entrevista à 89 FM (SP), na manhã desta sexta-feira (30).

A fala representa uma mudança de discurso do chefe do Executivo, que durante todo o ano passado criticou o beneficio, à época, no valor de R$ 600. Bolsonaro inclusive chegou a declarar que gostaria de destinar o valor usado para pagar o auxílio para o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, investir em obras públicas. Em diversas declarações, Bolsonaro argumentou que manter o auxílio “quebraria o País”, e que o governo não poderia manter o benefício por muito tempo, pois ele só aumentava a dívida da União. A resistência do Executivo em estender o auxílio, mesmo com valores mais baixos, levou o benefício a ser suspensos nos primeiros três meses do ano.

Apesar da possibilidade de extensão, conforme o presidente avalia, a “economia formal está indo bem”, mas benefícios como auxílio emergencial e o Bolsa Família devem ser analisados, uma vez que gastam grande quantidade de dinheiro público. “Temos que pensar nisso, e gastar dinheiro nisso, ou se endividar, o que é a palavra mais correta, para atender aos mais necessitados até que a economia volte a ser normalizada”, declarou Bolsonaro, que afirmou que hoje terá mais uma reunião com a Economia onde será acertado o novo valor do Bolsa Família.

Bolsonaro reforçou que o governo deve apresentar até o início de agosto uma medida provisória (MP) reformulando programas sociais e que o benefício médio do novo Bolsa Família deve subir 50% ou mais, diante da inflação. Hoje, o Bolsa Família paga, em média, cerca de R$ 190 por família. Com 50% de reajuste, esse valor chegaria a R$ 285.

Com tom otimista para a vacinação, o chefe do Executivo manteve a promessa feita pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, de que a vacinação no País deve ser finalizada até o final do ano. “Nossa programação foi bem feita e está sendo executada”, afirmou o presidente. Mesmo reconhecendo o progresso da campanha de vacinação nacional, Bolsonaro reiterou que a imunização não será obrigatória à população.

Fonte Agência Estado*


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4 comentários

  1. Bolsonaro só no ano passado deu em auxílio emergencial mais de doze vezes o bolsa familía, foi o maior programa de assistencia ao pobre do mundo!
    Bolsonaro 2022 ganha facilmente, se for feito o voto verificado, mas se continuar como está, eles vão roubar nas urnas!!!!

    • genro laranja do Queiróz

      Prezado, caia na real. Quem preopôs e votou o Auxilio de 600 reais foi o Congresso, mais precisamente, os partidos da oposição. O “mito” que você elegeu queria dar apenas 200 reais. Ele gosta é de dar dinheiro para o Centrão livrá-lo do Impedimento. Deixe de acreditar em fake news do Zap.

    • Ele se sentiu obrigado a dar o valor maior, não queria.
      Ele não vsi perder em 2022 porque vai perder o mandato antes.

  2. Pouco útil ao Brasil!

    Bolsonaro já era! Acabou!

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