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Chanceler defende mudanças na estrutura do Itamaraty

Matéria publicada em 3 de janeiro de 2019, 16:35 horas

 


Brasília- O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, defendeu, hoje (3), a necessidade de mudanças na estrutura diplomática brasileira. Segundo ele, é necessário reestruturar o órgão para que continue a ser “um sustentáculo” do país. A afirmação ocorreu durante a cerimônia em que o novo secretário-geral do Itamaraty, o diplomata Otávio Brandelli, foi empossado no cargo.

“Assim como eu, Otávio [Brandelli] é alguém que ama esta instituição e que, por isso mesmo, sente que devemos mudar algumas coisas para que o Itamaraty continue sendo um sustentáculo deste edifício que estamos construindo no Brasil”, disse o chanceler, que viaja ainda hoje para Lima, no Peru.

Araújo disse estar convencido de participar da “construção de algo novo” no país. “[Diante da] política externa que queremos implementar, temos que ter esta mentalidade de que estamos construindo algo e não simplesmente administrando. E de que este edifício que estamos construindo faz parte de algo maior, coeso”, acrescentou Araújo.

Sobre Brandelli, com quem serviu em Bruxelas, o ministro disse ser um “dos diplomatas mais competentes de qualquer geração. Um gestor brilhante”.

Mudanças

Ao discursar, Brandelli também comentou a necessidade de mudanças. Atribuindo ao posto de secretário-geral a atribuição de “manter a tradição” da pasta, ele assegurou que não vai se apegar à defesa da tradição como forma de dificultar as inovações de que a pasta precisa.

“Jamais interpretarei a defesa da tradição como um apelo cego ao passado. Tampouco como uma justificativa vã para o imobilismo diante dos nossos desafios”, disse Brandelli. “O povo brasileiro falou nas urnas que quer mudanças, e dedicarei todo esforço para promover e implementar estas mudanças conforme as orientações.”

Como secretário-geral, Brandelli será o principal assessor do chanceler e também será responsável por parte das questões administrativas.

*Por Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil


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2 comentários

  1. Avatar

    O capacho está de volta,em que mundo isso vive,o Brasil sempre foi um zero a esquerda.O país da mulata,futebol,samba e caipirinha.Economicamente participamos de uma parcela ínfima do comércio global , verás a vergonha que vocês passarão com as ideais destes incopetentes , não adianta depois dizer que o culpado é o comunismo ,a bandeira vermelha, Venezuela ou Cuba.Seja homem uma vez na vida e reconheça a sua insignificância moral e intelectual.

  2. Avatar

    O Brasil sempre foi grande na sua política externa, contudo, desde que Lula assumiu em 2002, a grandeza do país foi diminuindo pelas péssimas escolhas realizadas pelos chanceleres escolhidos pelo PT, que desprezavam EUA e Israel, e faziam amizade com todos os países ditatoriais do mundo!
    Caímos muito nesses anos tenebrosos do PT, é só lembrar que um assassino italiano, que matou quatro pessoas, conseguiu ficar no Brasil, ainda sendo sustentado pelo PT, e mesmo a Itália(país democrático) tendo pedido que ele retornasse para pagar pelos seus crimes!!!
    Outro escândalo foi o caso dos dois atletas cubanos, que nas Olimpiadas do Rio pediram asilo político, e foram desrespeitados, jogados num avião e voltaram para a ditadura cubana!
    Foram tantos escândalos promovidos pelo PT, que o embaixador israelense chamou o Brasil de “anão diplomático”!
    Esperemos que agora, com uma gestão democrática possamos retomar nossa posição, anterior à época petista, que era uma posição de destaque no cenário internacional!

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