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Exército terá verbas necessárias para 2020, diz chefe do Estado-Maior

Matéria publicada em 22 de setembro de 2019, 09:03 horas

 


Rio- O chefe do Estado-Maior do Exército, general Walter Braga Netto, disse que não deverá faltar verbas para a instituição no próximo ano, apesar dos esforços fiscais do governo para equilibrar o Orçamento 2020. Braga Netto foi homenageado, na noite desta quinta-feira (19), como Personalidade do Ano na Área de Segurança Pública, com o 2º Prêmio General Joaquim de Souza Mursa.

O prêmio foi uma iniciativa do Sindicato Nacional das Indústrias de Materiais de Defesa (Simde). Após o término do evento, Braga Netto conversou com os repórteres. Perguntado sobre como avaliava a participação do Exército no esforço de equilíbrio fiscal e orçamentário, o general demonstrou confiança de que a Força não será afetada com falta de verbas.

“Tenho certeza que o governo vai se sensibilizar. O Exército está sendo empregado em todas as atividades que ocorrem no país atualmente, incluindo as queimadas. No ano que vem, nós vamos ter que distribuir urnas no interior da Amazônia, nos lugares remotos. O governo tem plena consciência disso e nós seremos atendidos. Cabe ao governo decidir”, disse Braga Netto.

Durante a entrega do prêmio, que teve a presença do governador do Rio, Wilson Witzel, o general foi lembrado como a principal liderança do processo de intervenção na segurança pública do estado, de fevereiro a dezembro do ano passado. O processo cuidou de reestruturar as polícias Civil e Militar e também o sistema penitenciário, investindo cerca de R$ 1,2 bilhão em viaturas, armamentos, equipamentos e aeronaves.

Por Vladimir Platonow – Repórter da Agência Brasil


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Um comentário

  1. Avatar
    O verde-oliva tornou-se rosa

    Verba pra q??? pra brincar de guerra na selva, de PQ, de forças especiais que ao final nunca entraram em ação efetiva, ou participaram de uma guerra, o infante que é o guerreiro a pé está em extinção no ramo militar devido a tecnologia existente em outros países. Para um país fraco como o nosso que ainda usa FAL acha mesmo que se houver uma guerra nossos guerreiros se mostrarão covarde, devido a ultrapassadas técnicas de treinamento e havaliação psiquiátricas. O exército brasileiro tornou-se uma grande “mãe” de cabides de emprego, não temos um general sequer que têm experiência em guerras, imagina colocar esse pessoal – ocioso – em ação vai ser um desastre, a boa coisa é que irão ser mortos sem sequer saber quem os atingiu o que deste ponto de vista é bom, pois assim sofre menos.

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