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Militares israelenses começam hoje resgate de vítimas em Brumadinho

Matéria publicada em 28 de janeiro de 2019, 07:41 horas

 


Solidariedade: militares israelenses chegam ao Brasil para agregar apoio aos resgates de feridos em Brumadinho. (crédito AB)

Belo Horizonte – Um grupo de cerca de 130 militares médicos, engenheiros, bombeiros e técnicos de Israel começa a trabalhar nas primeiras horas de hoje (28) nas operações de resgate na região de Brumadinho, nos arredores de Belo Horizonte (MG). Os israelenses trouxeram equipamentos modernos para rastreamento, com capacidade de captação de imagens e detectores de vozes e ecos.

Os homens e mulheres israelenses chegaram por volta das 21h30 a Belo Horizonte e foram recebidos pelo governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), na pista do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, na região metropolitana da capital.

Os militares israelenses vão ajudar nas buscas por vítimas do rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, da empresa Vale, em Brumadinho. Na conta das Forças Armadas de Israel, no Twitter, há um vídeo em que relatam o trabalho que será feito no Brasil, semelhante a outros realizados em distintos países, como Estados Unidos, Sri Lanka, Índia, Cambodja, Congo, Argentina e Colômbia. O vídeo mostra as bandeiras do Brasil e da Índia.

Em sua conta pessoal no Twitter, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, postou ontem (27) imagens dos militares enviados para o Brasil e destacou a importância da operação. “A delegação israelense está a caminho do Brasil para ajudar as vítimas do desastre do desabamento da barragem. Nós ajudamos nossos amigos.”


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(O Diário do Vale não se responsabiliza pelos comentários postados via Facebook)

3 comentários

  1. El loco cada vez fazendo jus ao faixa preta.

  2. Nossas Forças Armadas não tem know how e competência para agir em Brumadinho.
    O trabalho dos militares israelenses está embasado na mais moderna tecnologia de rastreamento e identificação de corpos sob escombros. Isso não é carnaval, pois é uma ação humanitária!
    A adesão de Bolsonaro à idéia de transferência da capital para Jerusalém é certa, pois a Bíblia que foi escrita há mais de cinco mil anos indica Jerusalém como capital dos israelenses! O Congresso Nacional apoia a entrada da força estrangeira no Brasil, no entanto, o Congresso Nacional da Venezuela não apoia a entrada da força estrangeira russa na Venezuela!
    Dilma queria abrir diálogo com o Estado Islâmico, no entanto, Bolsonaro não quer ter nenhuma relação com eles!
    O que dizer daqueles que atacam Israel e defendem os palestinos?!
    Como diria o jornalista Boris Casoy: “Isso é uma vergonha!”…

  3. Nossas Forças Armadas tem know how e competência para agir em Brumadinho.

    Desconheço o trabalho dos militares israelenses, nesse caso. Mas gostaria muito de saber quanto vai custar esse carnaval.

    Porque, depois da patacoada sobre Jerusalém e, agora, a entrada de uma força estrangeira no Brasil, sem autorização do Congresso Nacional, começamos a pisar na areia movediça do Oriente Médio, de graça.

    Com o Estado Islâmico na cola

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