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Mais de mil áreas foram sanitizadas no combate a Covid-19 em Volta Redonda

Matéria publicada em 20 de agosto de 2020, 07:58 horas

 


Funcionários da PMVR em ação no combate a Covid-19 (crédito PMVR)

Volta Redonda – A sanitização e higienização dos espaços públicos e locais de maior circulação de pessoas, que vem sendo realizada diariamente para combate a Covid-129, atinge a marca de mais de mil ações em diversos pontos da cidade. Os mais recentes são o Hospital de Campanha; Hospital São João Batista, com anexo do UniFOA; e o Hospital do Retiro.

O secretário de Infraestrutura, Vinícius Ramos, comentou que o serviço já virou rotina. “A pandemia fez com que nós ficássemos mais alertas em relação a higienização. Mesmo com a orientação do isolamento social, alguns espaços precisam continuar funcionando e, por isso, as higienizações são constantes na cidade”, disse.

Semanalmente, são feitas uma média de 80 sanitizações e o serviço envolve a lavagem dos locais com uso de água clorificada e, em seguida, a aplicação do produto bactericida que, usado regularmente, tem a capacidade de afastar o vírus. Os hospitais, Centros de Triagem de Covid-19 e agências bancárias recebem o serviço uma vez por semana, enquanto os centros comerciais são sanitizados quinzenalmente.


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4 comentários

  1. Avatar

    EMIR, VAI CATAR COQUINHO.

  2. Avatar

    Não há qualquer comprovação da eficácia dessas medidas. Cidades que adotaram extensivamente tais procedimentos não têm sistematicamente mais ou menos casos per capita do que outra qualquer que não o utilizou, nada que possa ser atribuído aos efeitos dessa sanitização, então é só uma forma de propaganda política e um dreno de dinheiro público… Aqueles tótens para higienização que a prefeitura instalou em diversos pontos da cidade, aquilo sim é válido…
    Aliás, não precisa ser especialista para perceber, após quase meio ano de pandemia, que a imensa maioria dos contágios se dá pela transmissão direta entre pessoas, não pelos ambientes e superfícies. Conheço pessoas que estão sempre nas ruas, andando o comércio, e nunca pegaram. Outrossim, não é de se espantar que famílias que se reúnem pessoas em finais de semana e feriados, jogadores de futebol e baladeiros, além dos profissionais de saúde, estejam entre os mais infectados. Contato direto muito próximo e permanente, muita troca de carga viral. Mais complicado que a exposição ao vírus é a EXPOSIÇÃO PROLONGADA E CONTÍNUA a ele. Nosso exército de anticorpos elimina um pequeno foco de revolta, mas um exército inimigo inteiro é mais complicado…

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