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Volta Redonda capacita equipe da Patrulha Maria da Penha de Resende

Matéria publicada em 23 de outubro de 2020, 18:16 horas

 


Volta Redonda– A Prefeitura de Volta Redonda realizou uma capacitação nesta sexta-feira, dia 23, com a equipe do projeto Patrulha Maria da Penha de Resende. Por ter quatro anos de atuação no projeto e ser referência de atendimento no Médio Paraíba, a equipe de Volta Redonda foi procurada para fazer uma troca de experiências.

– Receber esse convite para fazer a capacitação é um reconhecimento muito bacana do trabalho que a Patrulha desenvolve na cidade – comentou a coordenadora do Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam), Ludmila Aguiar de Assis.

De acordo com ela, está sendo apresentada a rotina e a realidade do serviço da Patrulha na cidade.

– A ideia é sensibilizar esses guardas que atuarão no projeto para ter um olhar diferenciado, com mais empatia para a causa da mulher, além de falar um pouco sobre como funciona a rede de atendimento e enfrentamento à violência contra a mulher em Volta Redonda – disse Ludmila.

A Coordenadora da Mulher da prefeitura de Resende, Sheila Cristina Guilherme Freire, comentou que a Lei Maria da Penha foi um grande avanço para as mulheres vítimas de violência doméstica, mas ressalta que sempre foi observada a necessidade do acompanhamento das medidas protetivas e fiscalização para efetivação das mesmas.

– Tivemos excelentes referências sobre a Patrulha Maria da Penha no município de Volta Redonda – comentou Sheila, agradecendo a Ludmila, do Ceam, Inspetora Romalneli e o Guarda Municipal Osmar pela democratização dos conhecimentos e experiência com a Coordenadoria da Mulher e a Patrulha Maria da Penha Municipal de Resende.

Desde sua criação, em 2017, mais de 1400 mulheres já foram atendidas pelo serviço. Além disso, seis homens foram presos em flagrante, 23 homens foram presos por descumprirem a medida protetiva e 114 novas medidas protetivas foram expedidas.

A equipe da Patrulha é formada por dois guardas municipais, ligados à Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres, Idosos e Direitos Humanos (Smidh), que utiliza viatura própria e personalizada para a ação. A partir do comunicado da emissão da medida protetiva, feita por parceria entre a Prefeitura Municipal e o Poder Judiciário, os patrulheiros do projeto entram em contato com a mulher vítima de agressão.

Este ano, por conta da pandemia de Covid-19, foram adotados alguns protocolos de atendimento para prevenção ao contágio e propagação da doença. Com isso, alguns atendimentos estão sendo feitos de forma remota e, nos casos de urgência, a Patrulha faz o deslocamento da mulher, acompanhando e fiscalizando o cumprimento da medida protetiva, evitando ameaças e reincidências de crimes contra a mulher que esteja assistida pelo programa da Patrulha Maria Penha.


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Um comentário

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    Tá vendo como a Midi falha.. Não publicou meu comentário. Cadê a casa de acolhemento para as mulheres vítima?? Cadê o hotel para às vítima???? Maria da Penha é para arrecadar dinheiro…

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