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Apuração sobre morte de jovem durante velório em cemitério de Volta Redonda está avançada, diz delegado

Matéria publicada em 12 de novembro de 2020, 17:26 horas

 


Volta Redonda – O delegado titular da 93ª DP (Volta Redonda), Edézio Ramos, informou nesta quinta-feira, dia 12, que as apurações sobre o assassinato de Jonathan Augusto de Almeida, de 21 anos, estão avançadas. O jovem foi morto a tiros na segunda-feira, dia 9, no Cemitério Municipal de Volta Redonda, quando participava do velório de Juan Pinheiro Orgal Ribeiro, também assassinado no dia anterior, em Barra Mansa. Edézio, no entanto, preferiu não divulgar detalhes para não atrapalhar as investigações. Além disso, no caso desse crime, que não houve prisão em flagrante, o policial fica impossibilitado de cumprir mandado de prisão, devido o período eleitoral.

– Tenho alguns motivos de não tonar público o andamento das investigações. Além disso, estamos no período eleitoral e, por isso, a polícia não consegue cumprir mandados judiciais neste momento. Mas, as investigações estão bem adiantadas – disse Edézio.

O policial segue a Lei nº 4.737/1965, que proíbe a prisão de eleitores durante o período eleitoral, que passou a vigorar nessa terça-feira, dia 10, e vai até 48 horas depois do término da votação no domingo (15), primeiro turno das eleições municipais.

Neste período, as prisões são permitidas apenas se houver flagrante de crime, quando alguém é surpreendido cometendo uma infração ou acabou de praticá-la, se o eleitor for detido durante perseguição policial ou é encontrado com armas ou objetos que sugiram participação em um crime recente.

Também é admitida a prisão daqueles contra quem haja sentença criminal condenatória por crime inafiançável, ou seja, pela prática de racismo, tortura, tráfico de drogas, crimes hediondos, terrorismo ou ação de grupos armados que infringiram a Constituição.

A última exceção é para a autoridade que desobedecer a salvo-conduto. Já os candidatos estão protegidos legalmente contra prisão desde o dia 1º de novembro, a menos que sejam pegos em flagrante em ato criminoso.

– A Polícia Civil tem todos os avanços, mas a gente (policiais) mantêm a investigação em sigilo – finalizou o delegado.


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4 comentários

  1. E o que nos restas amigos e familiares não só do Jonathan mas como o do Juan, um crime covarde, dois meninos trabalhadores, o Jonathan que eu o conhecia era um menino que por onde passava deixava a sua alegria um menino da paz. Que a justiça seja feita para pelo menos nós consolar pq eles de volta infelizmente não teremos mais.

    • Ah ta agora eram trabalhadores carteira assinada nunca tiveram si fossem bons estariam aqui n meio d nós ninguém toma um monte d tiro atoa nao

  2. Os motivos para não informar a imprensa sobre o “andamento das investigações”, é que nada está sendo apurado.

    • sim, o juan era motoboy das drogarias povao, e por sinal um excelente profissional se vc não viu a ex chefe dele ate comentou nas redes socias que ele nunca faltou e nunca deu atestado trabalhava domingo e feriado antes de sair falando besteira é melhor procurar a sabe e o jonathan a mesma coisa um menino da paz nunca se meteu com coisa errada um menino alegre por onde passava deixava a sua alegria por isso os amigos nunca imaginou acontecer uma coisa dessa.

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