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Assassinato de comerciante em Volta Redonda pode ter sido ‘encomendado’ por traficante

Matéria publicada em 12 de maio de 2015, 21:24 horas

 


Polícia continua investigando o caso e pede a ajuda da população para elucidar o homicídio ocorrido no domingo

Conclusão: Para o delegado, Luís Maurício Armond, crime foi por vingança pela maneira como foi executado (Foto: Arquivo)

Conclusão: Para o delegado, Luís Maurício Armond, crime foi por vingança pela maneira como foi executado
(Foto: Arquivo)

Volta Redonda – As polícias Civil e Militar de Volta Redonda estão investigando o assassinato do comerciante Reginaldo Vasconcelos de Castro Pinto, o “Katinha”, de 44 anos, ocorrido no último domingo. Ele foi morto dentro de seu bar, na Avenida Antônio de Almeida, no Retiro, por dois homens armados. A suspeita é que o crime tenha sido encomendado por um traficante, que seria o chefe do tráfico de drogas na região do Jardim Cidade do Aço, Padre Josimo, Siderlândia e Retiro.

Segundo testemunhas, os criminosos estavam encapuzados e chegaram atirando contra Reginaldo, um deles parecia estar com uma metralhadora. Em seguida, eles fugiram em um Honda Civic preto. Na delegacia foi constatado que a vítima já havia sido presa por homicídio qualificado e coação em Angra dos Reis.

O delegado titular da 93ª DP (Volta Redonda), Luís Maurício Armond, afirmou que não tem dúvidas de que o crime praticado contra o comerciante foi por vingança, pela maneira como foi executado. No local do crime, 20 cápsulas de munições deflagradas foram apreendidas, 10 de calibre 9 milímetros e uma de uma pistola .45. As demais não foram divulgadas.

Para Armond, essa foi mais uma morte provocada pelo tráfico de drogas. Uma das suspeitas é que de que o assassinato ocorreu como forma de “acerto de contas” do tráfico, no entanto o delegado frisou: – Mas por enquanto tudo são especulações que estão sendo verificadas.

Testemunhas estão sendo ouvidas e Armond solicitou a colaboração de mais pessoas, através do disque-denúncia da Polícia Civil, o 197, que garante o anonimato do denunciante.

– A polícia não tem bola de cristal, por isso, conta com a ajuda da população na elucidação de um crime – ressaltou o delegado.


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