quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

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Casal afirma que não houve agressão a policial

Matéria publicada em 5 de novembro de 2019, 12:25 horas

 


Volta Redonda – Alehsandra de Sá Boasquevisque, de 41 anos, contestou a declaração publicada no DIÁRIO DO VALE afirmando que ela e o marido, o argentino Quevedo Bruno Alejandro, de 24 anos, teriam agredido um sargento da Polícia Militar. O caso ocorreu, na Vila Santa Cecília, quando o casal pediu para colocar mochilas de viagem no guarda volumes da Biblioteca Municipal Raul De Leoni.

Alehsandra afirma que havia espaço no local para as mochilas, mas que os seguranças se recusaram a cedê-lo ao casal. Ao serem questionados, segundo Alehsandra, os seguranças acionaram policiais, que teriam agredido o marido dela. “Nós é que fomos vítimas de violência e não o policial militar, pois meu marido ficou com a roupa rasgada e toda suja”, afirmou a mulher, acrescentando que se tivesse havido a agressão ao PM o casal teria ficado detido por desacato a uma autoridade.

– Fomos para a delegacia, explicamos o ocorrido, assinamos a ocorrência e fomos liberados. Em nenhum momento houve agressão por parte do meu marido que está no Brasil legalmente – enfatizou a mulher.

Entenda o caso

No dia de 16 de julho, Alehsandra de Sá Boasquevisque, de 41 anos, e o argentino Quevedo Bruno Alejandro, de 24 anos, foram levados para a delegacia de Volta Redonda sob a acusação de agressão a um sargento da PM. O fato teria ocorrido por conta de uma discussão, após seguranças da Biblioteca Municipal se recusarem a guardar mochilas do casal, afirmando que o espaço era pequeno e não comportava o tamanho das bagagens.

De acordo com a ocorrência, o policial foi chamado para tentar acabar com o tumulto e ao abordar o argentino, o sargento foi surpreendido com o homem desferindo diversos socos em sua direção. O agressor foi contido e preso, sendo levado para a delegacia com ajuda de outros policiais.

O sargento agredido foi levado para o Cais Aterrado para atendimento e depois seguiu para a delegacia para dar seguimento à ocorrência.


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7 comentários

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    Estou do lado da polícia.A Biblioteca não tem depósito de bagagem para brasileiros e muito menos argentinos.

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    Cada um fala o que quer. Mas o que eu ví foi um casal gritando com os guardas municipais, chingando muito e ele parecia estar drogado. Isso eu VI. Assim como tantos outros que estavam nas lojas do entorno e pararam suas pacatas vidas até a polícia tirá-los dali.

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    Leitor Morador Eleitor

    Acredito no casal, sem dúvida.

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    Acredito nesse moça. Pois se o marido dela tivesse agredido o pm, com certeza ele estaria todo quebrado agora. Na rua não bateriam nele, mas na viatura seriam pernas, braços e costelas quebradas. No rosto não, pra não sair na foto da imprensa.

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