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Foragido condenado pela Justiça é preso em hospital de Vassouras, onde se internou com Covid-19

Matéria publicada em 15 de outubro de 2020, 14:45 horas

 


Homem é patriarca da família Avelino, tradicional em Vassouras 

Vassouras –  Policiais civis prenderam na quarta-feira, dia 14,  Julio Avelino de Oliveira Filho, de 73 anos, que estava foragido, após ser condenado por tentativa de homicídio. Segundo a polícia, ele é o patriarca da família Avelino, tradicional de Vassouras, e foi localizado e preso no Hospital Sul Fluminense, onde estava internado com Covid-19.

Júlio Avelino continua internado no hospital, em Vassouras, sob escolta policial. No dia 14 de julho de 2017, o  Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, por meio do Grupo de Apoio Especializado no Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ), com apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), cumpriram  mandados de busca,  para a apreensão de armas de fogo de integrantes da família Avelino.

Na época, a ação foi batizada de Operação Barão, e ocorreu em Vassouras e Valença. Os agentes também buscaram cumprir mandado de prisão em aberto contra Julio Avelino, que, na ocasião, não foi encontrado.

Foram apreendidos pelos agentes, além de artefato explosivo e munição de calibre restrito, um fuzil. Segundo os investigadores, a família Avelino tem um histórico de envolvimento de alguns de seus membros com diversos crimes violentos na região.

Segundo o MP, Julio Avelino foi condenado por ser o mandante da tentativa de homicídio de Edson Presotto Marcondes, em novembro de 2004, em Vassouras. O motivo foi um empréstimo que não teria sido pago.

Marcondes estava no portão de sua residência quando foi abordado por dois homens em uma motocicleta. Parte dos disparos efetuados acertou a vítima, que conseguiu fugir para dentro de casa e sobreviver aos ferimentos. Avelino foi condenado em segunda instância a uma pena de 11 anos e 4 meses de prisão.

Em outro processo, Avelino é acusado de ser o mandante de um novo ataque, em setembro de 2011, que resultou na morte de Marcondes. Por este crime, o patriarca foi denunciado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ). Dois indivíduos em uma motocicleta surpreenderam a vítima, que se encontrava na direção de seu veículo, efetuando disparos.


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